Poemas de Lua

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"" É noite e tudo vem sem esperar
até quando
se a lua foi passear
mas eu estou aqui
como quem apaixonado
sonha com o amor
e não desisto
mesmo quando a chuva toma conta do céu
embora eu saiba que tenho que ir
fico, mesmo sem saber se o tempo mudará..""

Inserida por OscarKlemz

" E se o pensamento voar
dê-lhe a lua
e não a rua para vagar
é que lá no mundo da lua
está assim de gente que sabe amar...""

Inserida por OscarKlemz

"" Se faltar o luar
sacudiremos a lua
se faltar o mar
mergulharemos em nós
a sós seremos um todo
suados, repletos
vivos
únicos
e não contaremos nada a ninguém...

Inserida por OscarKlemz

Eres lua
así quando posto luares
teus mares se transformam
e tu maresia
praia deserta
mas enches e sacodes meu ser
revolto, tipo paixão
no furor
me entrego nos teus braços
sereia, para fazer-te na areia
encantamento
na plenitude e serenidade do amor

Inserida por OscarKlemz

"" O casulo não se rompeu
há o tempo da espera
quem sabe hoje a noite, sob a luz da lua
a arma não funciona
dispara apenas olhares
queima fogos em festas
de fim de inverno
se acaso o pecado aparecer
diga-lhe que parti
em busca do ouro
reservado pra mim
porém se o amor acontecer
seja breve, para continuar sorrindo
assim o dia reconhecerá o brilho
de todas as preciosas vitórias
e a borboleta voará de manhã...

Inserida por OscarKlemz

⁠" Amar-te não
meu mundo é o da lua
onde tudo é possível
onde és minha
plenamente
amar-te
ainda que distante
faz um mundo especial, em mim
onde posso tudo, até mesmo
amar-te
com a cabeça no mundo da lua...

Inserida por OscarKlemz

⁠Haviam três pensamentos
E lá estava ela, a lua
Dalva e mais uma
Todo aquele verde
Aquele céu, aquelas luzes
O brilho, o frio, o farol
Aquela estrela que do nada aparecera
Sem nenhuma explicação
Alguém a colocou lá, naquele exato momento de eternidade.
(Poema noturno)

Inserida por ARRUDAJBde

⁠O sol é o pai
A lua é a mãe
As estrelas são os filhos
As constelações são as famílias
Os planetas são os parentes
O Universo é Deus

Inserida por ARRUDAJBde

⁠Sem rumo...

A lua paira sobre as nuvens de algodão.
E o pobre menino de rua, sozinho, na noite crua faz das nuvens seu edredom.
E sua cama é uma caixa de papelão aberta.

Rotina certa para a transgressão,
Quando a fome bate no estômago e reflete na mente.
E passa a roubar por nada receber como pedinte para saciar a fome que o consome.

E aquele menino que a sociedade poderia ajudar a se tornar um homem.
Vaga pelas ruas sem nome ou sobrenome.
Adotou um vulgo pra sobreviver.

Parece fato comum na cidade grande.
Onde todos passam e fingem não o vê.
Esse menino poderia ser eu, ser você.
E a sociedade nem tá aí pra tal situação.

Mudam-se os atores políticos mas o texto será sempre o mesmo.
Enquanto muitos perambulam pelo mundo a esmo.
Sem ter quem lhes tenha compaixão.

Como se tornar um cidadão,
Sem uma mão que os levante?
E o mundo preocupado com o elo perdido.
De onde vimos? Quem são nossos ancestrais?

E minha preocupação maior sempre será
Pra onde estamos indo
Nesse mundo infindo onde há um excesso de GLAMOUR e excassez de GLACÊ.
E eu aqui, pensando assim, penso em você, penso em mim...

by Elmo Writter Oliver I
27.03.2022
19:04hs
.*.

#byelmowritteroliveri

🙇🕊️✊🌍🌎🌏✊🕊️🙇

Inserida por ElmoWritterOliverI

⁠🐍🐍...Duas serpentes na noite...🐍🐍

Lua cheia clareou...
Na rua deserta...
Alma desperta...
Inquieta...

Minha estrela brilhou no Oriente...
Nem chama...
Nem fogo...
Tudo se fez de repente...

Sou serpente...

Sete mundos andei...
Tanto vaguei...
Em sete raios aflorei...
Desabrochei...

Homem me fiz...
Menino me joguei...

Com música na alma..
Canto, danço, me embriago...
Sorriso maroto...
Desajuizado...

Num doce balanço...
Em abraço apertado...
Conversas irônicas...
Endiabrado...

Eu lhe encanto...
Sou encantado...
Como é bom...
Ter você...
Ao meu lado...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠#O #SERESTEIRO

Caminha por ruas, vielas e calçadas...
Cantando à lua...
A sua amada...

O seu violão chora na madrugada...
Trazendo anjos para perto de nós...
Tocando os nossos corações no mais profundo...
Nem vemos o tempo passar...
Nem vemos o girar do mundo...

O seresteiro é um farol no chão vazio...
Desnudando o que temos de mais triste e sombrio...
No acalanto de sua melodia...
Iluminando a nossa alma em alegria...

No luar que banha as ruas...
Nas madrugadas calmas...
Um amor profundo pela vida, pelas pessoas...
Um toque de saudade...
Orvalho de felicidade...

Canta a poesia em noites de serestas...
Faz o nosso coração todo em festas...
Toca nossos sentimentos...
E madrugadas a dentro...

Ser seresteiro é poder ir ao céus...
É trazer a lua...
Andar nas estrelas pela rua...
Viver o sonhos e a poesia...
Acalmar os ventos e a ventania...

Para o seresteiro...
Janelas se abrem lentamente...
Fazenda a gente sonhar docemente...
Com um tempo que não volta mais...
Mas com esperança de um futuro pela frente...

Cante então seresteiro...
Cante então para mim...
Nessa noite prateada...
Mais feliz serei por fim...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠PERDIDO

Meus pensamentos são a minha perdição...
Tenho fases, como a lua...
Listas de certo e errado
Rumo a solidão...

Que medo é este?
Levanto a cabeça...
Olha aqui, eu não vou
Nenhum de nós é disso...

As coisas acontecem nessa vida...
Acontecem com você...
Acontecem comigo...
Com todo mundo, isso lhe digo...

Chegou a hora de decidir...
Falo será isso?
Será aquilo?

Por que é que você tem medo?
Enquanto você está com você?

Entro pela porta estreita...
Controlo a fome dos meus pelos seus...
Minhas confusões...
Minhas ansiedades ainda não passaram...

⁠#ESPERA

Entre a lua e as estrelas...
No canto dos passarinhos...
Na harmonia das cores...
Na vida os amores...

No regato cristalino...
Seguindo ao mar seu destino...
No horizonte onde o sonho alcança...
Minha alma é criança...

Na harmonia das cores...
Da flor que desabrocha...
Na amplidão do universo...
Na semente que brota...

Nos segredos dessa vida...
No abraço, no colo, no abrigo...
No cheiro que vem da terra....
E no sol que desponta...

Na saudade que aperta...
Na queda do pardal...
No carinho da brisa...
No bem que se avizinha...
Me fazendo esquecer todo o mal...

Colhendo a felicidade...
Quando sinto a Terra girar...
Acelerando o meu coração...
Me encontro no brilho de seu olhar...

Assim nasce a esperança...
E entrelaço minhas mãos...
E o colorido fica mais belo...
Bem assim me sinto...
Bem aqui cá lhe espero...

Sandro Paschoal Nogueira

www.facebook.com/conservatoria.poemas

⁠#SIMPLES

Minha rua é na lua...
Meu destino eu que traço...
Minha vida, meu espaço...
Meu coração, no quintal, pendurado...

Aqui na orquestra de passarinhos..
As folhas dançam ao vento...
No velho muro, uns cacos de vidro...
Acreditam ser o sol...
Deixo-os bem quietos...

Minha felicidade, como criança...
É de ver o tempo não passar...
Sou do tamanho que desejo ser...
Enquanto eu puder sonhar...

Navego em silêncio...
À sombra dos meus desejos...
Vivo em paz.
Tecendo meus sonhos...
Sim, eu sou um louco...
Tenho tanto...
E me contento com pouco...

Sou namorado dos astros e dos cometas...
Amo as lagartas como amo as borboletas...
Celebro o amor no infinito...
Sou nascente, sou poente...
E assim como me sinto...
Também sou estrela cadente...

Enquanto vejo a noite chegar...
Fico olhando as estrelas...
Estendo as minhas mãos...
Querendo o brilho delas pegar...

De alguma forma tento eternizar... Tudo que vejo ou toco...
É meu jeito simples...
De amar...

Não me julgue...
Nem me entenda mal...
Cresci, sou homem feito...
Mas sou uma eterna criança...
Em minha alma imortal...

Peço a Deus todos os dias...
Que me cubra de bençãos...
Que minha vida seja iluminada...
Por grandes alegrias...

Deixa-me aqui então estar...
Deixe-me aqui ser feliz como posso...
Não peço muito...
Só um pouquinho...
De sonhar...
Em meu cantinho...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠#ERRANTE

Vago na rua...
Fria e escura...
Sem nem mesmo o clarão da lua...

O vento açoita minha face...
As estrelas uma a uma se apagam...

E as pedras inertes...
Apenas refletem...
O que restou de mim...
Não dizem nada...

Dentro de mim minha alma em agonia confusa, calada...
Já não sonha...
Teve suas asas cortadas...

Quis meu corpo aquecer sobre o seu...
Unir sua boca a minha...
Por que me negara?

Agora o mesmo já não sou...
Em você me encontrei...
E também me perdi...

O calor que o amor me ascendeu...
A todo meu ser me consome...
E na dor tão longa...
Tornei-me um errante agora...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠#CATIVO

Então, meu destino...
Por fecundo amor à lua...
E o vento vem e tal qual me assombra...
Diante dos deuses profanos...
Sigo em falso desdém...

Sem náuseas e no cio...
A pretexto do frio...
Aflição dos aflitos...
No peito silêncio...
Cessa a alma o grito...

Coisas vãs que o mundo adora...
Começa o instinto...

Não acho o bem que me satisfaça...
Juro pelos céus a fé mais pura...
E a boca, com prazer, em lascívia murmura...

Os olhos requebram...
Então prometo o mais fiel carinho...
Esquento o sangue...
Irriço os pêlos...
E o coração deixa de ser gelo...

A frouxidão no amor é uma ofensa...
Sei disso...
E é esta a diferença...

Eu choro...
Eu me desespero...
Clamo e tremo...
Eu ardo...
Eu gemo...

Quando me entrego...
Tê-me cativo...

Sandrinho Chic Chic

Caminhos de um poeta

⁠#LUA

Pergunto ao vento que passa...
E o vento nada me diz...
A porta está aberta...
E meu coração de poeta...
Banha-se com os raios do luar...

Olho pro céu e procuro...
Nesse mundo tão escuro...
Uma fonte de inspiração...
Um singelo sorriso...
Alguém que me dê a mão...

Vida a fora...
Toda paixão qual lua...
Crescente, cheia, radiante...
Chorando na minguante...

Vigio o amor...
Que em mim acanhado...
Silencioso e oculto...
Mas abrindo a porteira...
Será o maior do mundo...

Lua de muitos encantos...
Que enxuga os meus prantos...
Nos caminhos e estradas da vida...
Até quando?

Noites sem sono...
Meu segredo , vou contar...
O poeta se revela...
É você que amo...
E sempre irei amar...

Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

Caminhei pelas ruas e calçadas...

Entre dias e madrugadas...


Lua em companhia...

Noites quentes...

Noites enluaradas...

Estradas prateadas...

Conheci salões cinzentos...

De muitos risos...

Poucos alentos...

Muitas loucuras...

Tantas tolas fantasias...

E no espanto do menino...

Em que tudo descortinava ...

Pude ver algumas monstruosidades...

De mentes inacabadas...

Almas vazias...

Grandes gargalhadas...

Bocas úmidas...

Que taças e copos tudo absorvia...

Perdi querendo encontrar...

O que nunca esteve por lá...

Nada contava nem tinha nome...

Eras de breu...

E o réu era eu...

Era tão fácil ser feliz ...

Mentirosas propostas ouvi...

E no sabor do vinho me corrompi ...

Hoje ainda não sei como caminhar nas ruas...

Sem estar...

Em ruas que ficaram para trás no tempo...

Sem estar ...

Esperança que aprendi com as ruínas...

Triste e lamentável fado...

Hoje...

Paz cultuo...

Na lembrança desse banco...

Aqui sentado...



Sandro Paschoal Nogueira

#Em #ruas...

Vielas...

Ela está...

Sob a luz da lua...

Ou de postes bruxeleantes...

Cantos em penumbra...

Jovens mancebos...

Alguns senhores garbosos...

Andarilhos da noite...

Ficantes...

A pele não tem mais viço...

Noites mal dormidas...

Bebidas...

Drogas...

Tudo consumiu...

Vulgaridade sua amiga...

Nessas horas vazias...

O perigo é certo...

Seu tempo que é incerto...

Ri de sua infelicidade...

Justifica sua iniquidade...

Das escolhas erradas...

De sua mocidade...

A ânsia de viver ainda é grande...

Mais madrugada não garante...

Sofre...

Não se dá por vencida...

Enquanto haver um sopro de vida...

Quando aurora anuncia...

O início de mais um dia...

Tal qual Nosferatu...

Volta para sua tumba...

Que antes vazia...

Agora preenchida...

Pela triste criatura...

Das madrugadas perdidas...



Sandro Paschoal Nogueira

#Em #um #jardim #de #flores #azuis...


Morava um poeta...

Amava o sol...amava a lua...

Sua tristeza era feita de alcasuz...

E na primavera ébria de cor...

Fazia do chão de sua casa...

Miríade de estrelas...

Revelando seu amor...

Tinha na fria madrugada...

Sua voz calada...

Em silêncio...sonhava...

Fazia da saudade a companhia...

Por ruas que caminhava...

Era pouco de falar nessas horas...

Não gostava de conversas de fato...

Sorria pouco...

Não era louco...

Falava o que pensava...

Sua verdade não era tão pura assim...

Mas acreditava que era a melhor forma de se conduzir...

Nos olhos e ternuras da vida...

Assim decorava sua alma...

Seus clamores para a quietude

da noite somente o olhar de Deus via...

Preso entre o espaço e o nada...

Em que cada detalhe fala...

Assim o poeta...

Junto à suas flores azuis...

Vivia...



Sandro Paschoal Nogueira

— em Conservatória Pousada Chic Chic.