Poemas de Loucura
Atitudes estranhas, alcoolismo e um pouco de demência, é, possuo um pouco destes componentes importantes para a vida social do mundo contemporâneo.
Queremos que Deus abençoe os caminhos que escolhemos pela nossa própria vontade, e esquecemos que o caminho que Ele traçou pra nós já é abençoado!
Pare de andar por trilhas já descobertas por outros, esteja disposto a encontrar o seu próprio caminho! Deixa Deus traçar a rota do seu GPS!
Voce pode falar, torcer, sorrir, chorar, me dizer nunca mais, me dizer que o que eu faço não tem lógica, que meu passos não tem direção, que minha órbita gira em outra direção, que a gravidade me joga pra cima, que eu não tenho coração! Você pode achar que te esqueci, que te larguei te troquei, que achei alguem mais interessante, que minha voz não canta mais pra você, que meu passos não são em sua direção, que vc deixou de ser minha gravidade ou que minha órbita não cabe mais você, só que mesmo assim, e então e tanto, você jamais poderá dizer que que não te amei, ou que não te amo, ou que nao vou te amar mais, pois tudo isso só tem sentido (por mais louco que essa maneira possa parecer) pq tudo que faço é por você! Você mudou meu mundo, mais não pode me mudar, nem eu vou te mudar, bocê vai fazer suas proprias escolhas na vida, mais quero te ensinar a não fazer tudo que fiz de errado e a fazer muito melhor tudo que fiz de correto, a distancia nunca quiz dizer nada, o amor sempre disse tudo!
Para se ter uma mente sã, precisamos de algumas poucas doses de insanidade de vez em quando...Mesmice pode levar algumas mentes saudáveis à loucura! Falando em insano hoje é segunda? Os ácaros me chamam ...
Faltou a Nietzsche ter lido Dostoievski; se o tivesse feito, não teria falado em ubermensch, pois compreenderia o misticismo que há entre o homem e seu remorso. Destrinchem Dostoievski e percebam a Verdade: Não há amoralidade. A moral humana não é um contrato social. Está aí e esta aqui, cá dentro. É impossível ignorá-la sem que se definhe como um louco, tal como o autor de O Anticristo.
Pensar palavras para descrever o que se desconhece é o mesmo que pensar no que não existe, sempre descrevemos com o que conhecemos.
É certo que não tenho um pingo de juízo e nem uma gota de razão.
Mas, posso te dar um oceano de amor, que vai transbordar sua vida de emoção.
Eu amo, o teu jeito de sorrir, amo o teu desarrumado, teu jeito bagunçado. Amo mais quando a tua bagunça combina com a minha. Amo a tua paixão por animais, tua paixão por comidas exóticas, porque essa tua loucura combina também com a minha. Amo quando você dorme, fico te olhando, te faço carinho e espero você acordar para contemplar os teus lindos olhos se abrirem e te dar o primeiro beijo do dia. Amo as tuas palavras, a tua voz, o teu jeito manhoso de ser. Amo o teu silêncio, é neste momento que vejo o quanto amo os teus gestos. Eu amo amar você assim, do jeitinho que você é, teu jeito de ser, esse jeitinho jeitoso, sem tirar nem colocar, do jeito que Deus fez. Com amor e carinho. Com sorrisos e um coração cheio de amor pra dar e pra receber o meu. Se existe alguém que ame você, sou eu, e amo tudo.
Uma vez desfeita a vida, todos os barcos dos sonhos se chocam nas rochas ásperas da realidade; mas, nas encatadoras e fantásticas ilhas da loucura, todas as suas galeras correm para o porto, velas enfunadas e o vento assobiando em torno dos mastros.
Segundo a definição dos estoicos, o sábio é aquele que vive de acordo com as regras da razão prescrita, e o louco, ao contrário, é o que se deixa arrastar ao sabor de suas paixões. (Elogio da Loucura)
Pode ser um devaneio, e certamente é, minha opinião a respeito de um tema tão complexo e vasto, sobre o qual não possuo conhecimento algum, mas creio que esses seres, definidos como alienados, dementes, loucos, estão à cata de suas razões para existir. Gostaria de saber o que pensam, o que sentem, que cores veem, quais são suas crenças, em que mundo habitam. Quando os observo em estado que aparentam total desligamento me pergunto se não escolheram pegar um atalho da mente e passar para um universo paralelo por insuficiência emocional de viver no mundo dito como normal e feito para todos ou por não quererem estar em um lugar que não lhes oferece nada que os agrade ou por alguma dor insuportável de ser sentida no plano efetivo. Enfim são vários meus questionamentos, mas todos, embora nenhum me aponte uma resposta concreta, me levam a acreditar, independente da enfermidade que essas pessoas possam ter, que existe sim uma realidade alternativa que oferece a essas mentes o abrigo e conforto que a sociedade palpável não é capaz. Por isso entram em seus “buracos de minhoca” a procura de um espaço que coexiste com o mundo real, porém em separado e desconhecido dos “normais” e lá permanecem com o desejo de encontrar a paz necessária para viver, ou viajam através do tempo estacionando no momento de suas vidas em que eram realmente felizes e por lá ficam existindo como “loucos” sem revelar seu segredo a ninguém o que impede de serem resgatados e trazidos de volta a vida de “verdade”.
Quando chega a madrugada as prostitutas vestem as suas melhores roupas. Os drogados acedem seus cachimbos e iluminam a cidade como as velas em dia de finados. Nas madrugas, o Diabo adora brincar de esconde-esconde na cabeça dos perdidos.
O rapaz sério, correto e justiceiro, que em dois segundos pode se tornar o mais baixo, infantil, imperfeito... Uma pessoa com várias faces, mas sem falsidade. Vivendo cada momento na intensidade, seguindo sem medo, sem certo ou errado, com opinião própria e diferente, sendo aquilo que a vida o permite ser. Uma hora certo demais, outra hora errado demais. O rapaz problema, é isso. Eu sou o maior problema.
O amor talvez seja a prisão mais indigna do mundo, pois nos mantém refém de algo que sequer conhecermos, Nos motiva a ser loucos e, no ápice de nossos devaneios, simplesmente se retira de cena e nos remete a solidão.
Estamos num mundo onde poucas pessoas compreendem as claras e profundas diferenças dos conceitos que regem nossa convivência. E os poucos que compreendem e praticam esses conceitos são tratados como estranhos, antiquados e loucos.
Joyce, acho mesmo que não seja legível – não é certamente traduzível em chinês. O que é que se passa em Joyce? O significante vem rechear o significado. É pelo fato dos significantes se embutirem, se comporem, se engavetarem, – leiam Finnegan's Wake – que se produz algo que, como significado, pode parecer enigmático, mas que é mesmo o que há de mais próximo daquilo que nós analistas, graças ao discurso analítico, temos de ler – o lapso.
“Se alguém lhe perguntar alguma coisa: Pense, mas não responda. Só pergunta quem não sabe. Se não sabe como vai acreditar na sua resposta?”
