Poemas de Loucura
Eu sou louca em dois sentidos: uma louca consciente ás vezes. Em outras, sou uma louca literalmente.
A loucura nada mais é que uma questão de percepção.
E se for para eu ter uma vida sem graça, prefiro ser considerado um louco.
Apesar de diferente, não sou louco, talvez seja realmente, mas pouco, devido aos sonhos que tenho que fogem a realidade.
Os homens que são tachados de loucos pelos nefastos, são natos em sua essência na liderança, administradores, visionários e acima de tudo, diferente do que é de costume e popular.
O amor às vezes nos leva a cometer loucuras que jamais imaginávamos. Hoje eu me apaixonei por você mesmo sabendo que esse amor não vai a lado nenhum, pois está fadado ao fracasso. Mesmo sabendo disso, ainda assim me entreguei a você, pois eu te amo.
Viver inteiramente loucos as plantas vivas dos poetas
desenhar teu corpo todo, em tuas curvas, minhas retas
Ainda que eu esqueça, minha consciência reconhece: uma dose de loucura não desaparece. Apenas criamos um espaço para repousar, até o despertar de simplesmente ouvir o seu nome.
Em meio à calmaria, depois da tempestade, ler foi como uma dose de remédio; loucura maior tornar-me tão seu, sem me esquecer do meu eu. Compartilhar o mundo a sua volta cai tão bem quanto uma poesia que nunca termina. Então nos damos conta de que não é a velocidade do vento que passa, mas a direção que toma.
Quem nunca escreveu uma bela historia, não compreende a loucura do escritor. Mas quem já leu uma bela história faz da loucura do escritor uma mente brilhante.
O que chamamos de loucura é uma ruptura da narrativa comum, uma sensação de solidão brutal que não cabe na palavra “solidão”.
"A loucura maior deste século é aquela patrocinada por gente que se ama menos do que odeia os outros."
“Sou um paradoxo vivo: louco e lúcido, tímido e ao mesmo tempo ousado, frio como o silêncio da noite e caloroso como um sorriso inesperado. Carrego a gentileza nos gestos, mas também o peso do silêncio que me acompanha; sou amante da natureza em cada detalhe, das flores ao vento, e ainda assim me encontro vazio em boa parte do tempo. Sou de lua, mutável, um maluco apaixonado que sabe se desapegar sem perder a intensidade. Não compreendo plenamente meus próprios sentimentos — ora me afogo neles, ora os deixo escapar — mas talvez seja exatamente nesse mistério que resida a essência do que sou.”
