Poemas de Loucura
💡 Acreditar ou não acreditar: Qual é a verdadeira loucura?
Na vida, muitas vezes somos chamados de loucos por acreditar… Mas será que não acreditar não é tão louco quanto acreditar?
Nos momentos mais difíceis, quando tudo parece incerto, descobrimos que nunca estamos sós. Deus está sempre presente, guiando nossos passos e nos fortalecendo. Além disso, a amizade e o respeito são pilares que nos sustentam, nos lembrando que pessoas certas ao nosso lado fazem toda a diferença.
Se tudo pode dar errado, também pode dar certo! Então, que hoje seja um dia de fé, coragem e determinação para acreditar no impossível.
#Fé #Superação #DeusNoComando #Amizade #Respeito #Gratidão
O Louco e o Espelho
Diante do vidro, um olhar se acende,
O mundo lá fora? Não me entende.
Só conto comigo, não posso falhar,
Se o chão se desfaz, preciso voar.
Reflexo treme, mas não vacila,
Há medo nos olhos, mas fé na pupila.
O sucesso é chama que arde em suor,
Depende de mim, só eu sou o motor.
Cada passo, pedra, tropeço, lição,
Na queda, aprendo; na dor, direção.
Se o mundo duvida, que duvide então,
Só eu sei da força que pulsa em minhas mãos.
Louco talvez, mas lúcido sei,
Que o tempo obedece a quem luta e não cede.
Se falho, levanto, se canso, respiro,
Mas nunca me deixo ser menos que um mito.
No fim, no espelho, um pacto se faz:
Seja quem for, não volto atrás.
"Submissão - é quando minha mulher
grita pela casa:
lave a louça, apague a luz e vê
se não Ronca
senão, volto pra casa da mamãe"
Sapienciais 3:5
O grande sábio pede mais sabedoria, amor, prudência e paz, enquanto o louco pede apenas riquezas materiais. Sua ruína é uma questão de tempo.
O preço de entender tudo e saber de tudo é a loucura, pois, mesmo quem sabe e entende, não sobrevive e não aguenta a imensa pressão social de milênios de história. E por quê? Porque você é humano, e ainda lhe resta humanidade.
Não importa o quanto tente, o quanto resista, a bolha sempre o puxa para dentro, de novo e de novo—um ciclo infinito e inquebrável.
Mas será que isso tambem não seria uma bolha? e uma falsa sensação de uma impossivel "liberdade"?
Sapienciais 2:14
A sabedoria de Deus parece loucura para os homens tolos, mas para os retos, tementes e sinceros, é a única esperança verdadeira.
A DÚVIDA DE MIM
Muitos acham que sou bobo
Muitos acham que sou louco
Muitos acham que escrevo
Muitos acham que as escritas não são minhas
Talvez estejam certos, nem eu sei quem sou
E quem sou eu pra achar algo?
Eu que sou louco, ou você que não compreende minha forma de ver e existir no mundo?
aceitação autocrítica julgamentos
Mania de amar
Quero ser o seu arremate
Na loucura de tanto amar
Q' a paixão nunca nos falte
Varar a noite até o Sol raiar.
" Cansei desta loucura de tentar
Provar a verdade do que digo e
Por isso espero que não haja
Dificuldades em entender que
Sua opinião não me importa por
Ser sua necessidade e não minha.."
FILÓSOFO NILO DEYSON
Título: Caldeirão.
Caldeirão, loucura e paixão,
mexe, mexe, mexe…
e o poeta se remexe.
Viver, se apaixonar e viver,
desiludir, brincar e perder,
criança sem idade de crescer.
Caldeirão, lucidez e desilusão,
mexe, mexe, mexe…
e um novo personagem aparece.
Fiel
Minha fiel loucura
Minha intensa tensão
Minha maravilhosa paixão
Que surpresa ao te rever
Segundos por minutos ficado
Cada passo seu, eu petrificado.
Momentos que o tempo tava quebrado
Coração de emoções ficou tomado
Você tão bela, tão hermosa
me deixou à quilômetros do chão
e por um tempo pensei
em minha antiga declamação
Seu olhar, seu sorriso,
suas pernas, seus passos
e meu peito de novo
ficou sem você!
Meu sorriso chama o seu,
a verdade nos mantém aqui.
Será que somos loucos?
Algo inexplicável nos une.
Se a voz insiste em nos chamar,
será loucura ou um aviso a se escutar?
No silêncio da noite, ela vem sussurrar,
entre o medo e o mistério a nos rodear.
Se não sou eu e nem é você,
quem nos chama sem a gente querer?
No portão ou no quarto escuro,
o som ecoa como um presságio puro.
Ignorar ou tentar entender?
Se afastar ou deixar acontecer?
Entre o real e o desconhecido,
a voz segue, num chamado infinito.
Título: Os Loucos Guiam os Cegos.
Penso que sigo — ou me conduzem?
Se pregaram em mim o que penso,
desde pequeno,
o que, de fato, é preciso?
O que é meu conhecimento?
Se os loucos nos guiam,
o que é são num mundo de cegos?
E o meio-termo, onde fica
neste tempo moderno?
Sou conduzido
ou condenado?
Se tenho um olho,
sou visão
ou sou alvo?
Como posso confiar?
Em quem posso confiar?
Se quem comanda
nem palavras brandas
consegue interpretar?
Se o país está assim,
a culpa é minha
ou de outro alguém?
Sou responsável
ou condenável
pelas línguas
dos loucos
que vêm?
Ouvi dizer que existe uma linha tênue
Entre a genialidade e a loucura;
Isso me fez refletir;
Talvez em uma vida passada,
Eu tenha sido um grande gênio.
Escuta de tudo um pouco
É pior que uma droga, e cê já tá ficando louco
Te acorda igual café e te machuca mais que um soco
Não paga pelo tempo e ainda te exige troco
Te esperar e ao mesmo ver me destruir
Eu já tô louco pra você ir embora
Fica à vontade, e se for já vai tarde
E peço por favor nunca mais volte
O batimento vai acelerar
E em alguns segundos vai diminuir
Eu só espero que não vire trauma
E que minha calma não me solte
quase
quase é uma palavra tão curta que tem alguns significados tão loucos e amorosamente ruins, por isso ele não deveria existir.
mas e se esse quase fosse bom?
um quase amor parece ser horroroso, mas isso possibilitou que outro fosse mais feliz, ou que você fosse mais feliz.
quase pode ser bom, mas só para quem tem empatia, para quem coloca os sentimentos dos outros acima do seu ego, acima da sua relevância.
saber deixar ir, não é um quase.
16/03 02:55
A teoria de tudo, por quê?
Sentimentos fazem loucuras assim como álcool. Transformam pessoas em monstros…
Todos destinados a experimentarem o ‘amor’, estão condenados a sofrerem com cacos cravados em seus corpos.
A única certeza dessa vida é a morte: solitária, dolorosa, fria… O restante é um tiro no escuro e as balas são incertezas.
Assim como vírgulas podem mudar os sentidos nos textos, o amor pode nos trazer consequências horrorosas.
“Silêncio! Silêncio!” - Grita o coração, que deveria estar cumprindo sua drástica função: bombear litros de sangue, mas está ali apaixonado em borboletas. Sua mente obediente cala e recebe sua condenação para trancafiar sua razão.
Viva intensamente em um mundo pobre! Onde está a vida? Talvez no inferno de podridão.
Os dias passam rumo às meras vidas que estão a caminho do outro lado, um outro lado monstruoso, terrível e horrendo.
