Poemas de Lágrimas
Ir e vir
Ficar e sorrir
Lágrimas emudecidas que o remetem ao silêncio profundo pode arrancar de ti o brilho da alma.No coração a solidão e a saudade daquela que ficou para trás.
Sorte?não sei,a vida nos leva a viver aquilo que ela quer.Só sei que você é mais que meu mal,meu bem.
" Som da chuva "
O som da chuva,
que bate no telhado,
São lágrimas triste,
Que me levam ao passado.
Um passado tão perto,
Tão presente,
E ao mesmo tempo,
tão longe, tão ausente,
Um passado cheio de amor,
Cheio de ternura.
Mas também, um passado cheio de dor,
Repleto de amargura.
O som da chuva, me faz desse passado lembrar,
E as lágrimas me fazem desse passado chorar!!!
( criado em 15/10/99 )
Na hora das lágrimas
Sou seu lenço
Na alegria, seu sorriso
Quando sofre e fica triste
Por causa de alguma dor
Sou seu remédio, e penso
Que então preciso
De algo que ainda existe
Muito forte: o amor.
E ontem eu a vi parada às margens do rio
E não eram aquilo lágrimas que enchiam teus olhos?
E todos os peixes que permaneciam na água suja morrendo
Teriam eles te deixado hipnotizada?
Nao chora garota..
enquanto alguns moleques te arrancam lagrimas..
ta cheio de homens por ai..
querendo arrancar teus sorrisos..
Com os olhos cheios de lagrimas, escrevi diversas vezes para você, tentando explicar tudo isso que eu sinto aqui dentro. Porque por momentos me sinto tão aliviada em colocar para fora esse sentimento, as vezes é difícil de guardar tudo isso aqui dentro. E contar para um outro alguém, não resolveria, porque ficaria ainda mas transtornada. Ninguém entenderia, eu sei. Ou até me entenderiam, mas já consigo prever os conselhos: ´´ ele não vale a pena ´´ , ´´esquece ele menina.´´ Então eu te escrevo, mas não te envio. Porque provavelmente você irá achar que sou maluca, mas sabe? Isso é amor. E mê desculpa, não sei lidar como isso. Eu não escolhi sentir tudo isso por você, simplesmente aconteceu. Não sei como explicar.
- Alguém que nunca vai saber. - Leticia Lima.
Enquanto eu choro
E as lágrimas molham meu rosto
Você está a sorrir
Como viver sem ti
Como deixar de amar-te
Como não mais pensar em ti
É meu grande amor
Só eu sei a falta que me faz
Naquele jardim onde caminhávamos
Não existem mais flores
O sol já não brilha como antes
A lua se escondeu atrás das nuvens
Você fechou os olhos, não mais me vê
Vivo sozinho em mim
Vivo recluso em mim
Procurando entender
Procurando saber o por quê?
É o meu grande amor
Minha vida, meu tudo
Não tenho mais o seu abraço
Não sinto mais o seu perfume
O que será de mim.
Faço das minhas lagrimas sorriso..
piso em cima..
com meu salto 15..
porque amo as voltas que o mundo da..
ontem vc me fez de boba..
hoje vc se humilha.. me quer de volta..
e eu nao ligo a minima..
porque pra vc..
aprendi a nunca mais estar disponivel
Guardar mágoa é aguardar lágrimas,
É cativar o que não desiste e resiste,
É cultivar o que triste existe e insiste!
Guria da Poesia Gaúcha
Sou um modesto discípulo de poeta adormecido.
Minhas lágrimas se tornaram estalactites, pois é difícil salvar todos que gritam por socorro.
Essa urgência do saber só contamina alguns. Antes fosse uma epidemia que se alastrasse sem controle...
Minha existência transborda inconstâncias,
mergulha num abismo espectral,
jorrando lágrimas ociosas, involuntárias e dispendiosas
para a saúde do meu espírito teatral...
Indecisões, rebeliões, escassez de concatenações
jogando pela janela ideias embaralhadas,
o "tudo" que busco sendo tragado por um "crônico nada".
Se ao menos eu soubesse por onde anda o teu sorriso,
derrubaria as muralhas do meu orgulho,
desolaria o templo da minha esquizofrenia,
iria na tua direção, erigindo altares de um novo dia,
de paz centrada e razoabilidade esguia,
ainda que, de uma manhã de bruma turva e fria,
na cegueira dos meus sentidos confusos
e dos meus raciocínios obtusos,
umedecendo minha alma com alguns orvalhos de alegria.
Desfruto das tuas lágrimas que me são oferecidas,que me lavam o meu corpo,que me purificam o sabor que me refrescam de sentimentos puros.
Aqui no meu canto sinto o meu tronco,agasalho-me
Ver não vejo
Escutar não escuto
Sofrimento que absorvo e o sinto na pele,porque todos choramos,todos sofremos em silencio naqueles momentos só nossos,íntimos,esperando sempre o nosso outro eu,a nossa outra alma,o nosso próprio abraço.
Já tive dias de sol,outros de tempestade,outros ainda de felicidade da qual ainda mantenho sempre as raízes bem junto a mim,das quais espero rebentos para que um dia se possam erguer a meu lado,e estas lágrimas que sejam passageiras,que sejam únicas,que o sinta bem na pele para poder isso sim crescer e me tornar em alguém único.
Sinto em mim um amor,que me e dado por quem passa,que me admira,que me fotografa,deixei-me fotografar hoje assim não se nota o meu choro por mim ate ao meu pé,assim se disfarça totalmente o meu diário de uma flor,da qual um dia me irão colher para fazer a alegria e a felicidade de alguém.talvez acabe num arranjo de mesa,ou então para ser oferta a uma mulher,ou mais ainda para um sentir saudade de alguém que partiu mas de certeza irei encher o olhar de quem me usou para transmitir o pequeno gesto de amor que está faltando hoje em dia nos humanos.
Assim me chamo Flor
Assim te Fotografei hoje para recordar para sempre
Assim estarei sempre no teu coração Paleka
(Adonis Silva)2020)
Me diga em poucas palavras
Cada motivo que antecederam suas lágrimas
Afim de curar na raiz, todo mal que lhe causaram
Me chame como quiser, estou aqui, e isso basta
Comprometo meus dias entre a dor e agonia
Te dar uma vírgula seguindo passos infinitos
Com possíveis harmonias.
As lágrimas que caem nunca bastam
E todo sofrimento nunca cessa
E todos aqueles que se afastam
Já não fazem mais parte
De um todo
Um todo despedaçado
Que ao som de uma música
Se reconstrói
Não parecendo estar mais quebrado
Mas a doce ilusão
Da recomposição
Nada mais é que um flash
Uma visão do que passou
E então tudo
Novamente se despedaça
Trazendo à tona
Todo sofrimento e desgraça
Para que nunca esqueçamos
Que os nossos sofrimentos
São nossos
E nunca nos deixarão
O MEU LENÇO
Leonildo Alves de Sousa
Enxuguei tuas lágrimas e guardei o lenço
Fiquei com ele para não esquecer de ti!
Quando fico triste, melâncolico e tenso...
Pego nele, me acalmo e volto a sorrir!
Amasso o lenço entre os meus dedos
E com carinho sinto as tuas lágrimas!
Do lenço, exala um agradável cheiro
Dos teus olhos lindos, inenarráveis!!!
O meu coração se comoveu de verdade
Vendo você partindo tensa e deprimida...
Mas, você é uma pessoa sem maldades
Importante e fundamental na minha vida!
Se bem me queres o tanto que te amo!
Creias, o vazio arrasador está comigo...
E, me faz participar desse teu drama
De solidão, de saudades e de castigo!
Mas, o meu lenço me consola sempre!...
Ele é a tua bela e insubstituível presença
Coloco-o sobre o meu peito impaciente...
E sinto um pouco de paz na tua ausência!
Não vou me separar do meu lenço
Nem vou deixar que ele fique seco!
Enxugo meus olhos e, triste penso...
O quanto te quero, te amo e te desejo!
Durmo cheirando o lenço toda noite!
Faço dele o meu travesseiro preferido
As angústias, as dores e os açoites
Amenizam a saudade que tenho vivido!
Ah! que saudades! quando vais voltar?
Faz tempo que não dás sinal de vida...
Mas, eu e o lenço estamos a te esperar
Para acabar essas lembranças sofridas!
Viajei nos pensamentos,
Ja nao sei onde estou,
Minhas lagrimas de sonho
Se transformaram em pesadelo,
Ja nem vejo o porque,
E não sei oque dizer,
Me sinto flustrado?
Só julgam meus erros,
Só falam de mim,
E que sou um esquisito,
Parece ateh que nao sou deste universo,
Sou alienigena
Viajante de outro mundo...
A chuva escorria na janela
Minhas lágrimas no meu rosto
Sempre que olho pra nossa cama
Lembro de como és o teu rosto.
As pequenas lágrimas
Descem minuciosamente
O vale das expressões
Pouco a pouco
Gota a gota
Elas esvaziam o tanque
De sentimentos reprimidos
Que reside no nosso peito.
África, onde estão os seus filhos?
Arrancados foram de Ti
E com lágrimas em teus olhos
Teve de vê-los partir.
Forçados a sair de sua terra natal,
Não puderam nada escolher.
Trouxeram pessoas, como animal,
Quantos no caminho vieram a falecer.
Colocaram amontoado em barcos,
Trancafiaram a todos no convés.
Acorrentaram pelos os braços
Os que eram livres foram presos até os pés.
Trazidos para o sofrimento,
Trabalhavam com zero de compensação.
Não podiam descansar em nenhum momento,
Os feitores golpeava sem compaixão.
Possuíam os corpos marcados,
Eram acometidos de várias torturas.
Só eram deixados de lado,
Quando baixavam à sepultura.
Para os rebeldes,a opção era fugir.
Nisso nasceram os quilombos,
Funcionavam como um oásis,
Até o “capitão do mato” descobrir.
O grito de liberdade esteve preso.
Tentaram apagar a nossa cultura,
Mas as raízes vem de nosso berço,
E isso nem a escravidão muda.
No Brasil foram quase 400 anos,
Em outras nações um pouco menos.
Mesmo estando libertos,
Os colonos nos viam como pequenos.
A sociedade não nos abraçou,
Pois não houve nenhuma inclusão.
Tudo que o negro conquistou,
Foi pela força de suas mãos.
A história foi manchada ,
Quantas vidas foram perdidas.
Surpreende nos dias de hoje,
As desigualdades ainda estarem vivas.
Até quando o bandido vai ter cor?
Até quando o tiro vai matar mais nosso povo?
Quantas vezes teremos que escutar,
Que mais um garoto preto foi morto.
Até quando veremos diferenças de oportunidade?
Até quando haverá distinções salariais?
Está mais do que na hora,
De sermos maioria em multinacionais.
Não aceitaremos mais migalhas!
Queremos igualdade agora!
Cansamos de sermos diminuidos,
Não estaremos mais como chacota.
Em busca de maior representatividade,
Não ficaremos totalmente satisfeitos.
Queremos o alto cargo no governo!
Por que não ter o próximo presidente negro?
