Poemas de Insignificância
Arrogância do saber e vaidade são alicerces da insignificância, que nos leva a ignorância. Somente gentileza pode aliviar a dor, dar equilíbrio e paz interior.
Minha insignificância é óbvia, eu sou um ser humano com sentimentos complexos, que ama, odeia, chora, sorri e tem esperança, porém um dia a sombra da morte me levará e nada me sobrará. Um ser humano que um dia foi igual aos outros será resumido a uma pilha de ossos e qual o sentido disso? Mesmo depois de tudo que eu vivi e tudo que senti a minha existência é totalmente descartável. Após minha morte servirei de suporte para outras vidas que sequer saberiam quem eu fui um dia, então por que continuar lutando? Se no fim toda caminha leva ao mesmo destino. Conforme o tempo passou eu percebi que mesmo que o destino seja igual para todos o que importa é o caminho e a vida mostra ter significado no silêncio entre um passo e o outro. Não importa se você é um varredor de rua, um aristocrata, um médico ou um engenheiro, todos nós dançaremos com a sombra da morte.
"Vou recolher minha insignificância e armazená-la novamente na poeira dos meus livros, da estante que nunca deveria ter tirado. Livros que somente eu li, escrevi e editei, os quais nunca publiquei, onde havia poemas, contos, versos soltos, rimas perdidas, sobre segundas-feiras frias e domingos monótonos."
No vázio, vemos apenas a nossa propria existência, vemos sua insignificancia, vemos nossa ignorância de nós mesmos, vemos as influências externas, vemos o que mais fugimos e tememos. O abismo é o reflexo do que somos e não contemplamos.
A saúde é a mestra de todos os sentidos, sem ela a vida resume-se à insignificância dos seus possíveis desejos anteriores.
Passo horas e horas meditando na minha insignificância e por fim,
mim dou conta que por mais fútil que eu seja, para a pessoa certa eu sou tudo que ela tem
Amar é transcender a dor, a escassez, o ostracismo, a insignificância, a injustiça, o inerente egoísmo latente, o costumeiro achismo; sem ser mais o seu pior inimigo.
A maior ironia enfrentada por nós humanos é a dicotomia entre o egocentrismo e Insignificância. Vivemos para abastecer nosso senso de importância. Queremos ser grandes, importantes, adorados e admirados. E por vezes, alguns conseguem. Todavia, a natureza, esta nem um pouco afável, vem nos lembrar da nossa ínfima existência. Do mais abastado ao mais miserável, todos serão reduzidos as cinzas.
A maior ironia enfrentada por nós humanos é a dicotomia entre o egocentrismo e Insignificância. Vivemos para abastecer nosso senso de importância. Ainda assim, a natureza, em seu impiedoso ciclo , sempre nos lembra da nossa ínfima existência, reduzindo a nossa magnificência ao pó.
O maior erro da humanidade é não aceitar sua insignificância perante o universo, e o maior erro do universo é ser ínfimo diante da presença do Deus onipotente.
Pela sua insignificância em relação ao universo e vida tão breve, é demasiada a hipocrisia, ganância, egoísmo e intolerância do ser humano.
Do pó ao pó!
Diante do infinito celeste, sou tomado por um sentimento profundo de insignificância. Olho para o céu noturno e sei que aquilo que vejo é apenas uma pequena parte do espetáculo cósmico completo. Poeira de estrelas, um borrão tênue de partículas minúsculas, é o material de construção de galáxias e sistemas solares inteiros. Embora eu não possa enxergá-la, sei que está lá, desencadeando a criação silenciosa de novos mundos.
Uma demonstração de fé verdadeira acontecerá quando você silenciar a sua insignificância para agir sem tremer as bases. A liberdade no planeta está sob a responsabilidade do mundo material, que sempre manteve os olhos fechados para evitar interferências no processo de crescimento dos seus ramos.
Tamanha a imensidão do universo e feliz olhar a insignificância grandiosa exploração humana sobre ela.
É aprendendo a aceitar nossa insignificância na vida das pessoas que conseguimos nos libertar das amarras atadas por nós mesmos.
Em relação ao universo a insignificância é a melhor forma de significar, já o amor é a melhor forma de ofuscar a insignificância.
