Poemas de Homem Triste
O homem de gelo
Ele caminha pelo mundo sem sentir o vento,
sem notar o toque suave da vida sobre a pele.
Os dias passam como sombras,
as noites são apenas ausências de luz.
Ela estende as mãos,
um gesto simples, um olhar cheio de sol,
mas ele as recolhe, como se fossem punhais,
como se carinho fosse ameaça,
como se amor fosse fraqueza.
Ele acredita que ser forte é ser pedra,
que ser homem é não precisar de nada,
que doçura é invenção dos fracos,
e romantismo, bobagem sem propósito.
Mas sua alma está trincada,
como vidro exposto ao frio do tempo.
Não sabe que a força real não está na dureza,
mas na coragem de se deixar tocar.
Ele não entende que o amor não é um inimigo,
que o cuidado não diminui, apenas preenche,
que um gesto de afeto não exige retribuição,
mas pede espaço para existir.
Porque ninguém nasce de gelo,
ninguém foi moldado para o vazio.
O que ele chama de força é apenas escudo,
o que ele chama de fraqueza é só um nome que deram ao medo.
Frieza se trata com calor,
insensibilidade se cura com toque,
a solidão não se impõe,
se dissolve,
quando alguém insiste em ficar.
O homem futil, além de inutil, não inspira a menor confiança e sua fala não tem a menor credibilidade, como é tambem um inveterado desperdiçador de tempo.
Acredite.
Gonçalvesdarocha
Sabedoria amiúde
O homem futil inspira desconfiança e descrédito, alem de desperdiçar seu precioso tempo.
Pense nisso.
Acredite
Gonçalvesdarocha
Sabedoria amiúde
Na jornada da vida, amigos são tesouros,
Mas nenhum é tão leal quanto um cavalo,
Riquezas e carros, luxos e louros,
Não trazem asas nem paz como um cavalo.
Encontrar um irmão em um amigo é belo,
Mas no cavalo, achar uma mina de ouro,
Magníficos seres, em laços singelos,
Conexão misteriosa com o homem, puro.
Ter um cavalo é possuir a força para voar,
Sem asas, ainda assim, alcançar o céu,
Confiar sem palavras, apenas sentir, amar,
No coração, a verdade, mais que um troféu.
Cavaleiro e cavalo, união eterna,
Como pássaro e asa, voam juntos na luz,
Em sua ligação, uma força interna,
Um não pode voar sem o outro, a verdade conduz.
O ININFLUENCIÁVEL E OS INFLUENCIÁVEIS NUM ORGANISMO
O Originador do Corpo e dos fenômenos e dos processos e do Gestor do Corpo é Ininfluenciável, mas o Corpo e os fenômenos e os processos e o Gestor do Corpo são Influenciáveis.
E no Homem, o Originador age atendendo o seu livre-arbítrio.
O Homem é imutável, o que muda são os seus Conteúdos que o Caracterizam e que são a sua Consciência e a sua Mente e o seu Corpo.
Por isso, o Homem não deixa de ser Homem sob qualquer influência, embora haja mudança da sua atitude e do seu comportamento e do feitio do seu Corpo.
OBJETO DE ESTUDO DA PSICOLOGIA
O objeto de estudo da Psicologia:
1. Não pode ser o comportamento, pois este é inerente às reações.
2. Não pode ser a subjetividade, pois esta é inerente às atitudes.
O estudo do comportamento e da subjetividade do Homem apenas compõe o rol dos ramos da Psicologia.
O objeto de estudo da Psicologia:
É o próprio Homem como parte do Organismo Humano cuja função é gerir o Corpo.
Ou seja, é a Alma que no Organismo Humano tem a função de gerir o Corpo.
Portanto:
Psicologia é o estudo das características, do funcionamento e das relações da Alma Humana.
Psicologia é o estudo da Alma Humana em todos os seus aspectos.
O homem deveria ser o guardião
da natureza!
Deveria deixar a vida transpirar
Ao invés de tudo querer
CONCRETIZAR!
Diz que quer voar...
Mas, ao invés de ficar com as águias planejando, estudando e se especializando em grandes voos, fica em rolês com as galinhas se lamentando por não voar e se fazendo de vítima e colhendo migalhas.
Assim, só irá botar "ovo e cacarejar", e não ir ao topo da montanha...
E veja com quem andas, onde andas e saberás quem és.
Valdir Venturi
O que é o Sujeito Homem?
É aquele que tem predicados desumanos e ou humanos conforme o seu grau de Espiritualidade.
Quem me dera
Quem me dera se com meus olhos
Eu pudesse enxergar a maldade do mundo
Ou a ingenuidade de uma ovelha
Se meus pés pudessem tocar o céu
Ao invés de caminhar nessa rua escura
Quem me dera se eu pudesse
Ir em direção ao mar
Ao invés de um pedido de socorro
Quem me dera se pelo menos mais uma vez
Eu pudesse contar sobre os meus sonhos
Mas tive a minha vida seifada
Por um monstro
Apenas por ter nascido mulher
O QUE DISTINGUE O HOMEM DOS OUTROS ANIMAIS?
O que distingue o Homem dos outros Animais é fundamentalmente o seu livre-arbítrio ou o seu poder de construir nova consciência e viver nova realidade responsabilizando-se pelas consequências!
No horizonte distante, meu
pensamento voa,
Em cada palavra tua, a esperança acende.
Sou um homem rendido aos teus encantos.
Eu sempre achei que você fosse chegar e salvar o dia. Mas sei que não vai fazer isso.
O mundo não é meu herói, você que é. E esse negócio de tá escondendo a sua identidade abrindo mão da pessoa que você ama verdadeiramente. Que por causa disso eu vou lidar com monstros e viver uma vida sem amor.
Isso não é fácil para mim, eu sei que é tão fácil se machucar. Mas sendo eu um homem de aço. Eu não excito entrar em um prédio em chamas e nem pular em frente uma bala. Porque esse meu corpo de aço é impenetrável.
Mas salvar a vida de quem amo significa que o meu coração se torna vulnerável.
O homem de aço não se manifesta.
"O poder indica os meios pelos quais o homem governa o homem. Nesse sentido, podemos compreender que estar no poder significa que você foi colocado nessa posição por algum grupo humano, sendo assim, o poder não é uma propriedade de um indivíduo, ele pertence a um grupo, ao qual existe enquanto esse grupo estiver unido, caso esse grupo desapareça, o poder também irá desaparecer." (Fonseca et al. [2020])
FONSECA, Witer Naves. BARREIRA, Celene Cunha, OLIVEIRA, Adão Francisco. As categorias poder e território na geografia. Revista Sapiência: Sociedade, Saberes e Práticas Educacionais. v.9, n.2, p.128-148. 2020.
Jogue a primeira pedra.
Uma frase simples
Logo, tão poderosa.
Gostaríamos de sentenciar.
Apontamos o dedo, esquecendo que
Recebemos três de volta.
Eu não quero esse empoderamento feminino que rouba da mulher a feminilidade, a delicadeza, o direito de ser frágil. Eu sei que quando precisa eu sou forte, mas eu não quero ter que ficar provando isso o tempo todo, principalmente para o meu companheiro. Eu não quero exibir o estandarte de empoderada, independente e forte, mas chegar em casa cansada depois do trabalho e ter casa, filhos e marido para cuidar. Será que vale a pena ter jornada dupla, tripla e carregar esse peso que o empoderamento feminino jogou nas costas da mulher em nome de uma igualdade forçada? Eu particularmente, acho que não.
Eu gosto de homem que tem a energia masculina alta, que tem atitude, que é protetor e provedor.
Eu gosto de macho, porque sei a diferença de macho e machista. Para dizer a verdade, eu adoro um homem macho, um homem que toma as rédeas da relação e assume o papel masculino. Eu adoro um homem que manda. Se eu vou obedecer é outra história, mas eu adoro um homem que manda.
Eu gosto de andar na rua com o homem do lado de fora da calçada como sinal de proteção. Eu gosto de não ter que dividir conta de restaurante, eu gosto de não ter que pagar as contas de casa. Eu gosto que o homem abra a porta do carro pra mim, eu gosto desses pequenos cuidados e isso não me faz inferior ou fraca, faz-me plena na minha condição de mulher e pronta para exercer meu papel feminino na vida de um homem.
Acho que as mulheres não admitem, mas no fundo gostam de serem cuidadas e protegidas por um homem forte, determinado e consciente do seu papel de homem na vida de uma mulher.
Por aceitar uma vida de aparências.
As coisas nunca vão melhorar para VOCÊ.
Realmente, VOCÊ merece ficar irresoluto.
VOCÊ aceita de boa os erros, então assuma
O peso das agressões que sofre diariamente.
Anjos X demônios
"Enquanto meninos precisam de cupidos para conquistar
uma mulher, homens só precisam de flechas."
D'Ante
O menino é aquele que se perde em devaneios, que sonha com a vida como se ela fosse um conto de fadas, sem saber das armadilhas escondidas nas entrelinhas. Ele se agarra a ilusões, espera que o mundo lhe dê o que ele sente que merece, sem ter compreendido ainda que o mundo não deve nada a ninguém. O menino espera pelo resgate, pela mão salvadora que nunca vem. Espera pela aprovação alheia, pela validação externa, como se sua existência dependesse do olhar do outro.
Mas o homem… o homem sabe que a espera é inútil. Ele entende que nada será dado de graça, que cada passo adiante é conquistado com suor, com dor, com quedas que ferem o orgulho e fortalecem a pele. Ele não sonha em ser salvo; ele aprende a salvar a si mesmo. O homem olha nos olhos do mundo com firmeza, encara as incertezas, sem perder o ritmo. Sabe que ninguém irá aplaudir seu esforço no final do dia, mas também não precisa desse aplauso para continuar.
O homem aprende a carregar seus fardos em silêncio, a medir suas palavras, a controlar suas reações. Ele já entendeu que a vida não é feita de vitórias, mas de pequenas derrotas superadas com dignidade. Ele não lamenta mais o que poderia ter sido, não se perde mais em desejos infantis. Mata o menino em si porque percebe que para andar adiante, é preciso abandonar o que já não serve.
É uma escolha difícil, dolorosa, cheia de momentos em que o menino quer gritar e lutar para sobreviver. Mas o homem sabe que essa luta não tem mais espaço, que o caminho é outro, que a jornada exige outra postura. Ele sabe que é hora de calar a voz do menino, para que sua própria voz, madura, finalmente ecoe.
