Poemas sobre Guerra
Soneto de ninguém
É o silêncio que nos domina
É a arte que nos mantém lúcidos
É a guerra que nos intimida
Mas, é a bondade que nos mantém puros.
É o poema de alguém
É um insulto que nos separa
É a destruição que é vista do além
Todavia, é a razão que nos ampara.
É o cataclismo de uma civilização
É a pureza de uma criança
Também é a salvação
É o otimismo que gera esperança
É feito por nós e tudo que nos contém
Apenas um soneto feito por ninguém.
Menino que queria crescer
Em uma guerra de pensamentos
Que me faz lembrar só de momentos ruins
Éssa dor que há todo momento
Tira um pouco de força
E olhando pra mim
Eu posso perceber
Que o tempo passou
Mas a dor não passou
Menino que queria crescer
Quer voltar a ser criança e apagar a dor
E eu penso há todo momento
Por que não temos paz nem direitos iguais
Se o amor chegasse no momento
Que a criança ferida chama pelo pai
Ele iria crescer
Entendendo que a vida também tem amor
Deixaria de sofrer
E de outras crianças tiraria a dor
Essa paz está tão longe
Muito longe daqui que nem posso enxergar
Será que ela se esconde
Quando eu chego perto
Depois de lutar
E nem da pra perceber
Que ela esteve aqui
Pois eu só vejo dor
Menino que queria crescer
Quer voltar ser criança e apagar a dor
Martírio
Bomba, tiro e guerra
Tudo isso vê na tv
Sei que é parte de uma nova era
Mas é tão difícil de crê
Que a vida assim se desfaz
Por tão pouco ou quase nada
Mas o que se pode fazer
Se é destino deixar tudo pra trás
E a maldade é o que te faz morrer
Eu vejo o lado de fora
E também o lado de dentro
O que acontece agora
E o que vêm lá do centro
De onde a carniça é maior
E a piedade é cada vez menor
De onde se lavam com sangue
As mãos em vez de suor
De onde se grita olha a paz
E o outro já diz olha a faca
Alguns lutam e refaz
E o outro chuta e te empaca
A garganta ali ja vive rouca
De tanto gritar socorro
E os velhos pés descalços
Já andam tão cansados
De tanto correr pra o morro.
Estou em constante guerra comigo, ando impaciente, distraída, confusa e algumas vezes eufórica, um milhão de sensações me invade e me deixa transtornada!
Não sei se sou capaz de amar, já sofrir tanto que não consigo pensar em um início de relacionamento, consigo prevê o fim, não sou uma pessoa interessante pelo menos nenhum homem nunca demonstrou interesse.
Ou será que sou difícil demais?
Ao entrar no ônibus sento em cadeiras solitárias, me sinto sufocada, sou educada e ao mesmo tempo deselegante, amo e ao mesmo tempo desgosto, eu sou o meu oposto, só eu me atraiu e ao mesmo tempo me destraiu, me afasto, me encho de mim e quero retirar-me bem pra longe...
Tempos..
Tempos de guerra!
Tempos de dor!
Tempos de revolução!
Tempos com menos amor!
Tempos bandidos!
Tempos ruins!
Tempos finais!
Ou tempos sem fim ?
Tempos de lamentações!
Tempos de brigas!
Tempos de indignações!
Tempos de partidas!
Tempo ao tempo..
E pouco temos pra pensar!
Quanto tempo sofrendo ?
Quanto tempo temos que caminhar?
Sou da Paz !
Aqui não entra quem faz Guerra!
Quem amaldiçoa
Quem assombra
Quem perturba
Quem julga
Quem inquieta
Quem desrespeita
Quem inveja ...
Não compactuo com
essa gente e para
elas :
A porta da minha alma
está bem trancada!
Comigo só caminha
gente do bem
Com alma pura e
cristalina
Luz
Levezas
Anjos
Pássaros
Borboletas
Calmaria
Poesia
Poesia
Poesia...
u sou guerreira mas, não vivo de guerras. Sou transparente e não inocente. Gosto de pessoas verdadeiras e não interesseiras e se for para falar grosso comigo,esqueça ,já sou bem grandinha e sei bem o que quero.
Aceito opiniões ,mas não exigências. Gosto de gentilezas e não de bajulações.
Se quiser estar ao meu lado ,sinta-se a vontade,
Mas por favor , sem falsidades.
A guerra
Um período que é autorizado a matar
Os comandantes não querem saber dos que morreram
Preocupados com quanto eles irão lucra
Me deixem em paz para travar as minhas guerras,
Eu preciso das minhas dores
Preciso dos meus fantasmas
É bom poder sorrir, mas preciso ter o direito de chorar sem ter explicar o porquê de cada lágrima.
Nunca disse que procuro a felicidade plena, até porque , não se pode encontrar aquilo que não existe.
Eu preciso de paz para travar as minhas guerras,
Não sei se posso vencê-las, mas sei que posso lutar,
Se tenho a coragem para lutar, sei que posso perder ou ganhar
Preciso dos meus problemas, afinal, eles são meus...
Não preciso de opiniões, preciso do silêncio do amor puro e do companheirismo,
Preciso das minhas culpas, das minhas lamentações, elas fazem parte de tudo que aprendi
Preciso tanto dos meus erros e arrependimentos quanto dos meus acertos, das derrotas e das vitórias.
Não quero entender o significado da " vida",
Cada vida é única, ninguém pode saber mais do que eu sobre mim
Me deixem viver em paz com minhas tristezas, minhas saudades,
Esses sentimentos podem me machucar, mas fazem parte de mim,
Descobri que se eu aceita-los, se eu puder domar as minhas feras...tudo se tornará mais fácil e simples, pois viver também é sofrer !
Carta de amor
Escrever cartas de amor:
símbolo do vulgo platonismo.
Escrito na guerra quando choramos calor
ou quando distantes estamos entre um abismo,
que separa meu coração
do teu, da dele, da tua.
Mas, por que me torturas, Platão?
Enquanto escrevo, para lá já é lua.
A saudade que existe dentro
talvez culpa da poesia
não sei porque me contento
com a comum dor da filosofia.
O homem é bom de coração!
Mais com a guerra torna-se num bicho indomável
Salvaguardemos a paz, o nosso tesouro inestimável
Honremos a nossa pátria e a paz tornar-se-á saudável,
Ontem,hoje,amanhã,
continuamente estável.
Para haver Uma guerra na Humanidade.
Só Precisa de duas coisas, um humano sem escrúpulos e Uma Rede social.
D.A
By
Autora : Gislene Pascutti
Nossa Guerra
Cada momento juntas é uma batalha.
Cada beijo, uma arma.
Cada toque, um gatilho disparado.
Cada gemido, um dano.
No entanto,isso tudo nos faz ganhar prazerosamente cada batalha.
Seus lábios nos meus vale cada soldado morto.
Mas esta guerra que lutamos é uma guerra perdida,minha garota.
Se tem uma coisa que eu sei sobre guerras,é que elas tem sempre um objetivo.
A nossa guerra também tem o seu,que nós fiquemos juntas.
Mas eu não quero ganhar essa guerra,nem você quer.
Queremos ganhar as batalhas porque elas acabam com nossas roupas no chão.
E agora eu lhe falo uma última coisa sobre guerras.
Depois de cada guerra vem um periodo de paz,e eu não quero essa paz com você.
Quero viver nessa guerra contigo.
Guerra
Em meio as revoluções,
Guerras destroem varias nações,
Em meio aos heróis,
Mães perdem seus corações.
Homens lutam por seu povo.
Homens sangram por sua terra.
Guerreiros que buscam a paz,
Mas somente nos trazem a guerra.
Não querem perder,
Mas de que vale a vitoria,
Se com tantas mortes
Nunca será digna de gloria?
O jovem que na guerra cresceu,
todos seus amigos perdeu,
não conheceu jamais o amor,
E de tristeza esse morreu,
Fome e miséria há de reinar,
Assim que a guerra se iniciar.
Pobres aqueles que iram de lutar,
Para a seus irmãos poderem matar.
Tiros e explosões,
Tanques e aviões,
Agonia e medo,
Que abalam todas nações.
Em meio a tantos corpos
Vivos e mortos,
há um garoto que esta a chorar,
pois sua família nunca mais ira encontrar.
De que vale a guerra?
Se essa somente destrói a Terra.
De que vale lutar,
Por algo que somente dor irá causar?
“Se olharmos para o início da guerra do Mahabharata de uma forma superficial, veremos que Arjuna foi lançado a um desânimo e confusão, e à oportunidade necessária para que Krishna transmitisse a sagrada Bhagavad Gita. Esta situação não deve ser descrita como um período de controvérsia interna. Arjuna fez uma busca profunda dentro de si mesmo para decidir entre a verdade e a mentira, entre a propriedade e impropriedade. A vida de um ser humano é transitória. É momentânea, e no contexto do campo de batalha, Arjuna aprendeu a reconhecer a verdade permanente. O Senhor Krishna elevou os Pandavas a um nível exemplar para que entendêssemos o coração sagrado de um devoto. Às vezes, como resultado de dificuldades, os corações dos devotos estão imersos em tristeza. Isto é por causa de seu ego e outras más qualidades em seus corações as quais vêm à superfície e os incomoda. Para se livrar de tal ego, inveja e traços indesejáveis do coração dos devotos, Deus definitivamente intervém e empreende eventos para ajudá-los a progredir. (Rosas de Verão nas Montanhas Azuis, 1976, Capítulo 10) ”
Sathya Sai Baba
