Poemas sobre Guerra
distorceram fatos, manipularam atos. Eu estava presente em cada guerra. Me fiz de independente, mas no fim eu dependia dela, aquela que quando ouço seu nome viajo no agora, me valoriza pelo que eu tenho, me ensina, eu querendo um pouco mais de alegria. Frente afazeres e manias, deveres despedidas, me desfiz em situações elementais, tudo é interesse de um único ângulo ocular, quebrei o gatilho pra não disparar, curar meus vacilos, isso nem existe, tudo visão distorcida, quero aproveitar meus últimos dias de vida, fraqueza que me quebra por dentro. Sou meu próprio alimento, o meu próprio sustento. Sustentando o mundo nas costas, assinando contratos, analisando propostas.
A gente colhe um punhadinho de paz aqui, outro ali e devagarinho vai neutralizando as guerras diárias que travamos contra nós mesmos.
A guerra é bem menos excitante que a política. Neste campo a dualidade da perseverança e da grandeza de espirito se digladiam implacavelmente. A política é a arte de captar o oportunismo, a paixão dos outros e de explorar a memória curta. Ela se apresenta sempre como a revolucionária do futuro em defesa da moral. Neste jogo quem são os instrumentos e quem são os inimigos. Nenhum contexto pode ser mais excitante. O seu fim estará sempre na espreita esperando o momento certo em que todos precisem dela.
"A maior das batalhas do Homem acontece dentro de si mesmo. Guerras silenciosas são travadas todos os dias. Pode haver negação, recuo estratégico, enfrentamento, derrotas ou vitórias. Quando perde continua em treinamento para voltar ao ringue e encarar o mesmo inimigo. Quando vence é promovido para os próximos desafios".
Os Estados do Sul após a Guerra Civil tomaram diversas medidas para imporem restrições legais aos negros. Uma que jamais foi tomada, sob forma alguma, foi a de estabelecer barreiras à propriedade sob qualquer aspecto. A não imposição de tais barreiras não refletiu evidentemente qualquer interesse especial em evitar restrições aos negros. Refletiu, na verdade, uma crença básica na propriedade privada tão forte que sobrepujou o desejo de discriminação.
A mobilização das massas, quando ocorre por ocasião da guerra de libertação, introduz em cada consciência a noção da causa comum, de destino nacional, de história coletiva. Assim, a segunda fase, a da construção da nação, vê-se facilitada pela existência desse morteiro moldado no sangue e na cólera. Então compreende-se melhor a originalidade do vocabulário usado nos países subdesenvolvidos. Durante o período colonial, convidava-se o povo a lutar contra a opressão. Depois da libertação nacional, ele é convidado a lutar contra a miséria, o analfabetismo, o subdesenvolvimento. A luta, como afirmam, continua. O povo percebe que a vida é um combate interminável.
A violência do colonizado, como dissemos, unifica o povo. Na verdade, em virtude de sua estrutura, o colonialismo é separatista e regionalista. O colonialismo não se contenta em constatar a existência de tribos, ele as reforça e diferencia. O sistema colonial alimenta as chefaturas e reativa as velhas confrarias de marabus. A violência, em sua prática, é totalizante, nacional. Por esse motivo, traz no seu íntimo o aniquilamento do regionalismo e do tribalismo. Da mesma forma, os partidos nacionalistas mostram-se particularmente impiedosos com os caides e os chefes tradicionais. A eliminação de ambos é um pré-requisito para a unificação do povo.
Ao final da Guerra Fria, potências globais concordaram que o mundo ficaria melhor com poucas armas nucleares. Essa era chegou ao fim.
Em tempo de eleição democrática não é para eleger a guerra pessoal ou partidária, e sim, usufruir da oportunidade para eleger alguém que seja, tanto um aliado, quanto um defensor da democracia, que em síntese é: governo do povo.
Na guerra entre Israel e os Hamas é difícil vislumbrar os vencedores. Os perdedores sim: na sua maioria, os inocentes. Mas, entendo que Israel, ao ser agredido, estará preferindo o risco de ser injusto com uma parte inocente da população de Gaza, para poder eliminar seus principais inimigos.
Para ganharmos uma guerra devemos passar por batalhas, batalhas que deixam marcas, cicatrizes que dificilmente serão apagadas da memória, a vida é assim sempre existirá obstáculos mais nenhum e ninguém poderá te impedir, o seu sucesso só depende de você.
Pelé soldou a glória dele com a glória do Brasil. É como você estar na guerra e ter uma bandeira do Brasil na mão. O mito dele é o nosso mito.
Culpar somente Hitler pela Segunda Guerra, é tão estúpido quanto dizer que religião é amor. não é, Berlinda!? (Instrumento de tortura utilizado na Idade Média por todas as religiões da Europa)
Pai! O que é guerra?
- É um “brinquedinho” que os poderosos facínoras usam matando inocentes pobres para conquistar seus desejos cruéis.
