Poemas de Família

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*CADA MACACO NO SEU GALHO*
Pai educa.
Professor ensina.


Quando o pai não quer ter o trabalho de educar em casa, sobra pro professor.
Aí a criança não respeita ninguém. Nem pai, nem professor.


Escola não é conserto de filho mal criado.
É lugar de aprender.


_Van Escher

*Estuda ou Estúdio*


Quando eu era pequena, o meu pai falava: estuda, estuda, estuda.
Mas eu só entendia: estúdio, estúdio.


Resultado: hoje eu pago conta de adulto com diploma de criança.
Por isso que eu falo: fala claro com teu filho.


Porque a cabeça dele traduz tudo do jeito que é melhor pra ele.
_Van Escher

Ser pai de vocês é um desafio que aceito todos os dias com muita honra, amor e gratidão.
É também um dos maiores presentes que a vida me deu.
Nem sempre sei se estou fazendo tudo certo, mas em cada escolha existe o desejo sincero de ser um pai melhor para vocês.
Espero que, um dia, vocês olhem para o homem que fui e encontrem nele a referência do amor, do respeito, da cumplicidade e do caráter que desejam encontrar em seus companheiros de vida.
Obrigado por me ensinarem, todos os dias, que ser pai é muito mais do que cuidar: é amar, aprender, crescer e descobrir que o coração pode, sim, morar fora do peito.

Ontem a saudade bateu forte.
Meu pai era completamente sem noção de fuso horário, e fazia questão de ser sempre o primeiro a ligar para dar parabéns quando alguém lá de casa fazia aniversário.
Às vezes, o telefone tocava às 5 da manhã, e eu atendia achando que alguém tivesse morrido.
E ele, do outro lado, como se fosse a hora mais normal do mundo.
Ontem foi a primeira comemoração de aniversário na família desde que ele partiu.
E pela primeira vez, aquela ligação inconveniente, mas tão carinhosa, não veio.
O dia amanheceu diferente, incompleto.
Faltou alguma coisa.
Ou melhor... faltou alguém.

"Pai, eu não quero paz, não quero sossego; eu quero guerra.
Não quero algo melhor, Pai; eu quero é ela.
Dê-me, atenda meu único pedido, e deixe recair sobre mim tudo que me livrais até agora. Se tê-la for um erro, então me dê todas as mazelas.
Jamais entrarei em uma igreja, Pai, sem a certeza de que sairei de lá casado com ela.
Se respiro, se vivo, sei: tu és o motivo, mas eu vivo é por ela.
Não existe nós, não existe louvor na capela, só existe eu amando-a à capela.
Se amá-la for uma prisão, então, Pai, leve minha liberdade, e por toda uma eternidade e mais uma me aprisione na dela os braços, a cela.
Perdão, Pai, não consigo adorá-lo, não consigo amá-lo. Seja Deus para os meros mortais, para os que não amam, pois minha divindade, meu amor, minha adoração é ela.
Muito antes do verbo, de Abraão, muito antes de sê-lo, muito antes das águas, do vazio, eu amava ela.
Sei, Pai, que amas os teus filhos, sei que amas o Cristo, e nem mesmo o amor do Crucificado chega aos pés do meu amor por ela.
Se blasfêmia, pequei; se amar for um erro, errei; que me condene ao inferno, mas de lá, aos céus, entre anjos e demônios, deuses e reis; lhe afirmo, YHWH, eu fui único, eu amei, graças a ela.
A trombeta soa, não ouço, ficarei por aqui, viverei uma nova era.
Meu pecado? Mais do que o próprio Deus, amar ela.
Perdão, Pai, mas eu não quero paz, sou um soldado, eu quero do amar e não ser amado, a guerra..."

O Primeiro Amor


Cresci escutando que o primeiro amor da vida de uma menina é o pai. Nunca ouvi tanta mentira caber em tão poucas palavras.


Porque o primeiro amor de um filho não deveria ser definido pelo gênero, mas pelo vínculo, pelo cuidado, pelo lugar onde o coração encontra o primeiro abrigo. E, para mim, esse primeiro amor sempre foi a mãe.


É nela que encontramos conforto, é no colo dela que descobrimos aconchego, é na voz dela que encontramos calma quando ainda nem sabemos explicar o que sentimos. É através dela que a vida começa, é dentro dela que, antes mesmo de conhecermos o mundo, já somos existência, já somos parte de alguém.


Antes de aprender a amar qualquer outra pessoa, aprendemos o amor através dela. Antes de conhecer qualquer paixão, conhecemos o calor de um colo. Antes de entender o significado de pertencimento, já pertencemos a alguém.


Talvez o primeiro amor não seja aquele que nos ensina a amar romanticamente. Talvez seja aquele que nos ensina, pela primeira vez, o que significa ser amado.


E é por isso que nunca consegui enxergar verdade nessa frase que colocaram tantas vezes como regra. Porque amor não é uma fórmula, não é uma sentença pronta e muito menos uma definição baseada em gênero.


O primeiro amor é aquele que nos acolhe quando ainda somos pequenos demais para compreender o mundo. É aquele que nos reconhece antes mesmo de sabermos quem somos. É aquele que nos oferece abrigo quando tudo ao redor ainda é desconhecido.


E, para mim, esse amor tem nome: mãe.


Porque antes de qualquer romance, antes de qualquer paixão, antes de qualquer pessoa que um dia possa chegar e ocupar espaço no coração, existe aquela que nos ensinou, mesmo sem palavras, que amar também é cuidar, proteger, acolher e permanecer.


O primeiro amor não é necessariamente quem um dia fará o coração bater mais forte.


É quem, um dia, ensinou esse coração a bater.

HOMENAGEM AO PAI QUE JA SE FOI.
Meu Pai,
Não posso lhe dar um abraço carinhoso, como gostaria, em homenagem ao Dia dos Pais, mas rogo ao Pai Celestial, em cuja morada se encontra, que permita ouvir o que tenho para lhe dizer.
Desejaria que estivesse aqui conosco, mas Deus quis que ficasse junto a Ele, cuja vontade devemos acatar.
Tenho certeza de que você teria orgulho em ver meu progresso familiar, nos estudos, no trabalho, e a minha própria evolução espiritual. Teria orgulho também em saber que sempre procuro agir com honestidade, perseverança, bondade, respeito, procurando dar amor e felicidade aos que me são próximos.
Tudo isto devo a você e a minha mãe que souberam me transmitir essas e outras virtudes.
Minha gratidão a vocês é enorme.
FELIZ DIA DOS PAIS!

Nada na vida de um homem é mais emocionante que o fato de se tornar pai, receber o carinho, o o amor e o respeito nada mais é retribuição por tudo o que um pai pode representar para seu filho.
Hoje posso me dizer uma pessoa realizada por ter você, Hariel, como mais que uma filha querida, mas uma amiga, companheira fiel e compreensiva. Mesmo com toda a tempestade em que passamos, pude e posso contar com você em todos os momentos, mostrando, além de respeito, amor, companheirismo, compreensão, fidelidade, você ainda tem mostrado maturidade incomum de quem está chegando, hoje, aos seus 16 anos.
Passando por tantas turbulências, você consegue fazer com que eu enxergue que ainda assim é possível ser feliz.
Hariel, hoje tenho a plena certeza que sem você tudo seria mais dificil e cada vez mais você me prova, sem fazer esforço, que és o que tenho de mais valoroso e mais importante. Se eu sempre te amei como pai, hoje o amor é cada vez maior e com admiração que tenho por poucos.
Por tudo isto desejo a você toda a felicidade do mundo, que você continue a ser a amiga, companheira, parceira e que evolua sempre em sua admirável formação de caráter.
parabéns pelo seu aniversário e por tudo o que você é.
Te amo por tudo o que representa pra mim e por ser tudo o que tenho de valor.

Mensagem de aniversário, 16 anos, a minha amada filha Thaís Hariel 19/01/2017

Todo bom pai é um pastor.
Cuida, protege e conduz.




Todo bom pastor é um pai.
Ama, ensina e permanece.


“O justo anda na sua integridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele.”


Provérbios 20:7


#FelizDiaDosPais #PaiQueDeixaLegado

Oração da manhã

Pai, todo poderoso! Meu Deus e Senhor, cubra-nos com tua bênção e nos fortaleça mais este dia, que nos preparaste com cuidado e carinho. Ensina-nos a vivê-lo com gratidão.

Diante das dificuldades, esclareça minha mente e coração para tomar a decisão mais precisa e sensata.

Derrame bênçãos sobre minha família, para que, diante de diagnósticos supostamente desfavoráveis, tenham fé e confiança em Ti para superar desafios.

Que o desânimo e a falta de fé não recaia sobre nenhum de nós. Tenhamos sempre em mente que "o Senhor é meu pastor e nada me faltará".

Confiantes em Ti sempre caminharemos!
Amém!

Oraçao do dia

Pai nosso, que estás nas flores, no canto dos pássaros, no coração a pulsar; que estás na compaixão, na caridade, na paciência e no gesto de perdão.

Pai nosso, que estás em mim, que estás naquele que eu amo, naquele que me fere, naquele que busca a verdade.

Santificado seja o Teu nome por tudo o que é belo, bom, justo e gracioso.

Venha a nós o Teu reino de paz e justiça, fé e caridade, luz e amor.

Seja feita a Tua vontade, ainda que minhas rogativas prezem mais o meu orgulho do que as minhas reais necessidades.

Perdoa as minhas ofensas, os meus erros, as minhas faltas. Perdoa quando se torna frio meu coração;

Perdoa-me, assim como eu possa perdoar àqueles que me ofenderem, mesmo quando meu coração esteja ferido.

Não me deixes cair nas tentações dos erros, vícios e egoísmo.

E livra-me de todo o mal, de toda violência, de todo infortúnio, de toda enfermidade. Livra-me de toda dor, de toda mágoa e de toda desilusão.

Mas, ainda assim, quando tais dificuldades se fizerem necessárias, que eu tenha força e coragem de dizer: Obrigado, Pai, por mais esta lição!!!
Que assim seja!!!

Muitas bênçãos e vitórias pra nossa vida!!!
Amém...
(Saul Beleza)

– Não faz mal, eu vou matar ele.
– Que é isso menino, matares teu pai?
– Vou, sim. Eu já até que comecei. Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.

José Mauro de Vasconcelos
O meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 2004.

PAI NOSSO!

Jesus abriu as portas do céu
Com Sangue derramado na Cruz
Mostrando que Deus é o Pai Nosso
Ele ê todo poder e toda Glória!
Jesus subiu ao céu
Para nos preparar moradas
Eternas moradias celestiais!
Sua vontade será assim consumada
Pelas promessas de suas palavras
Enquanto o tempo de aflições
Suplicamos todos dias o pão
Cura para nossas dores e males
Que saibamos assim perdoar
Livrando-nos das acusações
Das garras do perverso inimigo
Do fogo eterno do inferno...
Não permita Meu Senhor!
Que as tentações nos domine
Nos conduza e nos dê livramentos
Para suportarmos esses tempos
E alcançarmos o vosso Reino
Através de sua grande misericórdia.
AMEM!

POESIA
JOÃO BATISTA BARBOSA

Doce e suave como Tarap
e o meu nome na sua alma,
na sua mente e coração,
Sou feita de amor e paixão.

A identidade espiritual cristã:
🕊️ Eleição segundo a presciência de Deus Pai.
🔥 Vida em santificação do Espírito Santo.
✝️ Obediência e fé na aspersão do sangue de Jesus Cristo.
💧 Batismo nas águas, como testemunho público da fé.
🙏 Vida de oração diária, em comunhão constante com Deus.
📖 Referências: 1Pe 1:2; Mt 28:19; Rm 6:3–4; At 2:42

Eleição segundo o Pai, santificação
pelo Espírito, fé obediente no sangue de
Cristo, batismo como testemunho e vida perseverante em oração e doutrina.
📖 1Pe 1:2; Mt 28:19; Rm 6:3–4; At 2:42

⁠O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?


Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.




Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.


Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.


E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.


Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.


O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.

⁠⁠Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.


Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.


A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.


Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.


Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.


Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.


Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.


É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.


E Ele sabe disso.


Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.


Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.


Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.


Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.


Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.


Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.


Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.


São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.


Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.


Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.

⁠Independentemente da prova que o Pai nos permitiu, aonde quer que estivermos, celebremos com júbilo o nascimento do Filho d'Ele.


Para muito além da prova que o Pai nos permitiu, há um convite que atravessa todas elas: celebrar.


Não porque a dor se ausentou, nem floresceu de repente, mas porque Deus decidiu nascer dentro da nossa história — inclusive nas suas frestas.


O Filho não veio quando tudo estava em ordem, veio quando o mundo estava cansado e carente.


Tudo era caos!


Ele não escolheu palácios, escolheu manjedouras.


Não aguardou aplausos, aceitou o silêncio interrompido apenas pelo choro de um recém-nascido e pela respiração dos que também não tinham muito a oferecer.


Por isso, aonde quer que estejamos — no vale ou no monte, na sala cheia ou no quarto solitário — há espaço para o júbilo.


Um júbilo que não nega a prova, mas a atravessa.


Um júbilo que não faz barulho para disfarçar a dor, mas canta baixo, com a alma ajoelhada.


Celebrar o nascimento do Filho do Homem é confessar que nem a noite, nem o medo ou a dúvida nos venceram.


É afirmar que, mesmo quando não entendemos o “porquê” da prova, confiamos no “para quê” do Amor.


É reconhecer que Deus não ficou distante do sofrimento humano — Ele entrou nele.


Que o nosso coração, onde quer que esteja, se faça manjedoura para o nascimento e renascimento do Filho do Homem.


Que o júbilo não seja euforia, mas esperança viva.


E que, mesmo em meio às provas permitidas pelo Pai, a Luz continue encontrando lugar para nascer em nós.


Feliz e Abençoado Natal para todos os que creem no Aniversariante de hoje.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.


Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.


Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.


O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.


O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.


Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.


Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.


Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.


O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.


Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.


Que a dor seja escola, não vitrine.


E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.


Amém!