Poemas de Família

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A hombridade de Jesus Cristo
deve ser espelho para todos nós.
Agradeça sempre ao Pai Celestial
por tudo; seja um constante
expoente da fé em Deus
e creia firmemente
na Palavra de nosso Criador.

Onde há fé, há caminho

Que o nosso dia seja de gratidão ao Pai Celestial;
que, a cada amanhecer, a nossa fé se renove;
que a Tua luz guie os nossos passos;
que o Teu amor se revele em tudo;
e que os nossos caminhos sejam conduzidos à prosperidade.

Sonhei com o pai do meu marido, incomodado com a barraca de feira que meu marido fez para vender na frente da casa dele, ele dizia que falou com um marceneiro para ele cortar o teto da barraca, para deixar menor


JULHO DE 2023

A primeira filha dela nasceu morta, porque meu pai deu um chute na barriga dela, já estava com 3 dias em decomposição. Tempo de parteira. A parteira já falecida D. Jesus, salvou a vida dela.


Ela nunca se saiu dele, por obediência ao pai. Como eu disse, ela é igual uma criança.


Em todos os nascimentos dos outros filhos, ela se escondia dele para não ser morta.
Pulava cercas altas, após ser torturada com abusos psicológicos e agressões físicas, á noite inteira. Fugia, mas sempre teve medo de tudo e do mundo!! Porque nunca soube ler, nunca soube lidar com a insegurança dela. Muito ingênua.


Então, ela sempre retornava.

Eu tive que lidar com assuntos adulto e muita violência física e psicológica por parte do meu pai. Eu tive que amadurecer mesmo ainda sendo uma criança, tendo que sair de casa aos 16 anos, após passar a noite sendo torturada por ele, implorando por minha vida, enquanto estava de joelhos aos pés dele...


Eu tive que enfrentar uma legião de demônios que tentaram me tragar, durante toda essa batalha, eu nunca estive só. DEUS sempre me sustentou...

"Agradeço Senhor, por me dar coragem para enfrentar as dificuldades e por me fortalecer Pai em cada batalha."


—By Coelhinha

Pai, em Teus braços quero estar,

Na dor encontro Teu amor a me guardar,

Cada dia, um novo renascer,

Caminhando em Ti, sem me perder.

– Não faz mal, eu vou matar ele.
– Que é isso menino, matares teu pai?
– Vou, sim. Eu já até que comecei. Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.

José Mauro de Vasconcelos
O meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 2004.

Oraçao do dia

Pai nosso, que estás nas flores, no canto dos pássaros, no coração a pulsar; que estás na compaixão, na caridade, na paciência e no gesto de perdão.

Pai nosso, que estás em mim, que estás naquele que eu amo, naquele que me fere, naquele que busca a verdade.

Santificado seja o Teu nome por tudo o que é belo, bom, justo e gracioso.

Venha a nós o Teu reino de paz e justiça, fé e caridade, luz e amor.

Seja feita a Tua vontade, ainda que minhas rogativas prezem mais o meu orgulho do que as minhas reais necessidades.

Perdoa as minhas ofensas, os meus erros, as minhas faltas. Perdoa quando se torna frio meu coração;

Perdoa-me, assim como eu possa perdoar àqueles que me ofenderem, mesmo quando meu coração esteja ferido.

Não me deixes cair nas tentações dos erros, vícios e egoísmo.

E livra-me de todo o mal, de toda violência, de todo infortúnio, de toda enfermidade. Livra-me de toda dor, de toda mágoa e de toda desilusão.

Mas, ainda assim, quando tais dificuldades se fizerem necessárias, que eu tenha força e coragem de dizer: Obrigado, Pai, por mais esta lição!!!
Que assim seja!!!

Muitas bênçãos e vitórias pra nossa vida!!!
Amém...
(Saul Beleza)

"O filho pródigo optou pela periferia da vida.
Mas, um dia ele voltou à casa do pai...!"


☆ Haredita Angel

Hare! Hare!
Salve ! Salve!
Salve, O Grande Pai...
Salve , O Criador da beleza da fé...
Salve, seu filho, Jesus Cristo, que nos saúda, nos protege, nos guia, nos ilumina os caminhos, nos orienta a seguir rumo Norte, nos fortalece os instintos e nunca nos abandona...

☆Haredita Angel

"Tem gente que acha mais fácil rezar a Ave Maria do que o Pai Nosso.
- Mas é rezando o Pai Nosso
que se descobre que Amor ao Próximo
não é beijar-lhe na boca; é ter compaixão e
beijar-lhe o coração."
☆Haredita Angel

⁠"Senhor, foi esse mais um dia de benção, de alegria e de luz em sua companhia.
Obrigado Pai, por estar sempre comigo, me conduzindo a cada passo e me abrigando em seu abraço.
Obrigada pela água, pelo pão, pela paz que me dás e pela festa que fazes em meu coração!"
Amém!
Haredita Angel
04.11.22
Boa noite!

"Que o pai do céu nos proteja,
afastando tudo aquilo que possa
entristecer os nossos corações."
Haredita Angel
25.09.16

Pai
Abençoa-me para que eu possa
Te encontrar no templo de cada pensamento e de cada atividade.
Encontrando-Te dentro de mim, eu Te encontrarei fora,
em todas as pessoas e em todas as condições.

Diante da dor, que parece insuportável, muitos perguntam como irão prosseguir?
E o Pai responde que a fé é a luz que irá cicatrizar todas as feridas e nos mostrar um novo caminho.
Diante do desafio que destrói muitos sonhos, muitos perguntam como resistir à tentação de abandonar a jornada?
E o Pai responde que a prece é o remédio que sempre renova nossas forças nos momentos de maior provação.
Diante da tristeza, muito perguntam como reencontrar o prazer de viver?
E o Pai responde que a alegria é uma semente que está dentro de cada um de nós e só quando cuidarmos do nosso terreno íntimo, ela poderá germinar.
Diante da queda, muitos perguntam como irão se reerguer e continuar?
E o Pai responde que a perseverança e a confiança são as ferramentas que nos ajudarão a atravessar qualquer tempestade.
Diante dos espinhos, muitos perguntam como suportar o sofrimento?
E o Pai responde que o mesmo espinho que hoje nos fere, amanhã será a flor a perfumar nossa vida.
Diante do erro, muitos perguntam como não se entregar ao desespero?
E o Pai responde que somos Espíritos eternos, em constante evolução e que a cada dia progredimos rumo ao Alto e com fé, lá chegaremos, independente dos desatinos já cometidos.
Diante da perda, muitos perguntam como não temer a morte?
E o Pai responde que a morte é apenas a porta para um novo caminho, que o fim não existe e sim a chance de um novo recomeço.
Por isso, sigamos nosso caminho, vencendo nossos melindres, perseverantes em nossa reforma íntima, acreditando em nós e na Providência Divina e continuando a perguntar, porque o Pai jamais nos deixará sem resposta...

⁠O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?


Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.




Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.


Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.


E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.


Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.


O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.

⁠⁠Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.


Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.


A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.


Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.


Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.


Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.


Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.


É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.


E Ele sabe disso.


Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.


Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.


Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.


Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.


Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.


Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.


Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.


São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.


Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.


Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.

⁠Independentemente da prova que o Pai nos permitiu, aonde quer que estivermos, celebremos com júbilo o nascimento do Filho d'Ele.


Para muito além da prova que o Pai nos permitiu, há um convite que atravessa todas elas: celebrar.


Não porque a dor se ausentou, nem floresceu de repente, mas porque Deus decidiu nascer dentro da nossa história — inclusive nas suas frestas.


O Filho não veio quando tudo estava em ordem, veio quando o mundo estava cansado e carente.


Tudo era caos!


Ele não escolheu palácios, escolheu manjedouras.


Não aguardou aplausos, aceitou o silêncio interrompido apenas pelo choro de um recém-nascido e pela respiração dos que também não tinham muito a oferecer.


Por isso, aonde quer que estejamos — no vale ou no monte, na sala cheia ou no quarto solitário — há espaço para o júbilo.


Um júbilo que não nega a prova, mas a atravessa.


Um júbilo que não faz barulho para disfarçar a dor, mas canta baixo, com a alma ajoelhada.


Celebrar o nascimento do Filho do Homem é confessar que nem a noite, nem o medo ou a dúvida nos venceram.


É afirmar que, mesmo quando não entendemos o “porquê” da prova, confiamos no “para quê” do Amor.


É reconhecer que Deus não ficou distante do sofrimento humano — Ele entrou nele.


Que o nosso coração, onde quer que esteja, se faça manjedoura para o nascimento e renascimento do Filho do Homem.


Que o júbilo não seja euforia, mas esperança viva.


E que, mesmo em meio às provas permitidas pelo Pai, a Luz continue encontrando lugar para nascer em nós.


Feliz e Abençoado Natal para todos os que creem no Aniversariante de hoje.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.


Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.


Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.


O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.


O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.


Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.


Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.


Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.


O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.


Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.


Que a dor seja escola, não vitrine.


E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.


Amém!