Poemas de Dor
Lide com sua dor sem devolvê-las aos outros. A dor é como um agiota. Se você contrai uma dívida com ela e nunca mais consegue pagar.
Consciente de que não sou real, experimento uma dor sutil. Porém, encontro felicidade ao reconhecer que pude imergir na história a qual você desejou que fosse realmente, no seu mais puro anseio, a mais bela narrativa. Vivenciei intensamente, amei e fui amado; assim, amei a própria experiência de existir, ainda que apenas como um fragmento da sua mente e uma aspiração do seu coração.
-Estou a sofrer de tanta dor, mas que dor, fui consultar-me ao hemodinâmico e ele sorriu para mim e disse; isto é psicossomático, os ventrículos do teu coração estão conforme, mas pode ir a um cardiologista para controlar o teu coração partido.
O óbvio é amar o ontem, o óbvio é amar a dor que já não dói, o óbvio é ter recordações... Não ter cicatríz é não saber o que é o amor. o hoje é o sangrar de ontem, o sacrifício pelo que o amor faz passar os que amam... estás dormindo ao meu lado e eu morrendo de recordações dos bons momentos vividos antes de adormeceres, ai que saudades!...
A dor da separação é um luto.
Morre os sonhos, os sorrisos, os planos e parece que nunca mais seremos feliz.
se esconder em minhas escritas, é rebelar se contra a saniedade e a loucura, uma dor de não se manifestar um praser de desabafar. E para quem importa? E para que escrever e para que tudo isso ?
De nada presta se não em sentir o tempo se esvairar e levar toda minha juventude, e com ele a esperança de ter o que não se pode ter
Amar é fácil, difícil é deixar de amar. O tempo amenizar a dor. Novos sentimentos veem, mas nunca substituirá...
Agonizante e sangrando está o coração, sedento e só, nos escombros da dor esperneia, por ter se metido em paixão duvidosa.
Toda a dor passa pelo fogo do sofrimento,
depois de amassada no regaço da tristeza e regada com lágrimas de uma saudade que tem raizes profundas.
Aprendi a dizer não sem palavras e dizer sim com um sorriso.
Mas o choro... Seja de dor ou de alegria é abundante como as quedas d'água do iguaçu.
A fraqueza o medo à crença e a dor é um problema de saúde, mas achamos sempre um diabo para culpá-lo...
Tudo é comércio da guerra, desde a guerra entre a mulher e a cobra; entre a dor e o remédio; entre Deus e o diabo. Deus e o Diabo são os mentores desse plano divino e ao mesmo tempo diabólico, entrelaçam os caminhos; percorrem em avenidas paralelas. Os personagens da vida chamados homens e mulheres brincam de contar verdades enganam a Deus e ao Diabo e contam muito mais que mentiras; mesmo não gostando aceitam e se enganam já sustentados por esses planos.
Em estado de desalento, dor e perda há sempre um Deus desumano. O homem está situado entre o céu e o inferno, entre os poderes de Deus criador da fortaleza e da ruína, “Deus é a essência do amor contida na pequenez humana”. Ao mesmo tempo em que Deus aparenta um viés desse amor.
A dor provém do nascimento e desfruta pela vida, mas a decadência dela é a desgraça da morte. O plano da ressurreição é uma contradição da vida dos mortais, desordem, imaginação comum e objeto da doutrina religiosa. A dor provoca mudanças nas aparências que conotam a passagem do tempo. Bom e saudável talvez seja viver uma vida como se não fosse eterna, desatrelada das coisas fúteis, livre das normas dogmáticas. Que não se cultive a dor almejando o descanso eterno para não tornar a vida desprezível.
A dor provém do nascimento e desfruta pela vida toda, mas a decadência dela é a desgraça da morte. O plano da ressurreição é uma contradição da vida dos mortais, desordem, imaginação comum e objeto da doutrina religiosa.
