Poemas de Dança

Cerca de 2149 poemas de Dança

⁠És maravilhosa e envolvente
semelhante a uma dança intensa
e espontânea
que deve ser apreciada
sem pressa e com vontade
pra que nenhum detalhe se perca,
pra que emane uma sensação
de liberdade,
que afaste a tristeza
e que a ausência deixe saudades.

Inserida por jefferson_freitas_1

Ôh, ⁠preciosa infância!
fui uma criança atuante
com minha dança de principiante,
meu canto inexperiente
ao dedilhar de um violão,
uma doce lembrança
que carregona mente
e guardo no coração.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Na leveza de uma dança,
um espírito se liberta
com a felicidade de uma criança
pra que o ânimo cresça
cheio de esperança,
pra que a mente se fortaleça
e pra que o amor seja uma constância.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠⁠Num instante excepcional
dentro da minha mente,
a dança dos ventos de movimentos espontâneos, deleitosos e intensos embalados por uma música
de frugalidade
conseguiu unir o espírito do amor
e a alma da vivacidade,
então, ficaram em sincronismo,
dois laços de singularidades
num notável equilíbrio.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Ela dança conforme a sua própria música
por estar segura de seus passos,
ainda que, muitas vezes, imperfeitos,
é necessário ter uma mente astuta
para poder acompanhá-la
ou ao menos, chegar o mais perto disso,
entretanto, não quer dizer seja ingênua
para ficar esperando pelo par perfeito
e sim que aprendeu a ser mais seletiva,
quer dançar com quem corresponda aos seus passos de um jeito preciso
conduzidos por dedicação, amor e entusiasmo
com o máximo de sincronia possível.

Inserida por jefferson_freitas_1

A arte é o canto do vento,
A dança da luz no escuro,
É a alma que fala sem palavras,
É o mundo em seu jeito puro.

Nos detalhes, a beleza se esconde,
Nos toques, a vida se revela,
Para quem sente, a arte responde,
Com a suavidade que a vida vela.

Quem não vê, não sabe o que perde,
A arte é um mundo escondido,
E quem não valoriza, em sua sede,
Fica vazio, perdido.

Mas para quem tem o coração aberto,
A arte é farol a brilhar,
É a chama do espírito desperto,
Que nos ensina a sonhar.

Inserida por nereualves

⁠No ventre do Nada, um eco sussurra,
um som sem origem, que o vácuo murmura.
É cifra que dança na sombra da luz,
onde o Verbo não fala, apenas seduz.

Quem forja os limites do que não tem fim?
Quem planta a centelha no pó do jardim?
Ali onde a forma se curva e se esconde,
jaz o Mistério que tudo responde.

Se a chama é oculta no seio do gelo,
qual é o segredo que anima o anelo?
E se o espelho do céu é o chão que se quebra,
quem lê as palavras que o tempo celebra?

A teia do real, tecido sem cor,
é feita de névoa, silêncio e ardor.
Nela os números cantam, os ângulos oram,
as letras se curvam, as formas devoram.

No olho do ciclo que nunca termina,
há um ponto imóvel que tudo domina.
Mas quem o percebe? Quem nele repousa?
O sábio sem rosto ou a estrela que pousa?

Sete são os portais e doze os sopros,
mas qual é o nome que habita os próprios?
Se a rosa gira e jamais se fecha,
qual mão invisível a forma e a deixa?

Há ouro no vento e sal nas estrelas,
há mapas gravados na pele das velas.
E quem decifrá-los, será como um rio:
fluido, sem margem, sem tempo, sem fio.

O que tudo contém
mas nada é, quando o tudo convém?
Sussurre o enigma ao silêncio que paira,
e a Chave surgirá onde o eco não falha.

Inserida por abrahamcezar

⁠Malandro, desce do teu altar de vaidade…

No palco escuro da vida, onde o orgulho é ator, dança o malandro, confiante, num delírio sedutor.

Crê que o sangue de sua linhagem carrega a centelha, que apenas na sua casa nasce a chama mais velha.

Mas o mundo, vasto, ri dessa pretensão miúda, pois a sabedoria não se prende à herança desnuda.

Não é o ventre solitário que molda o engenho, nem o berço dourado garante o desenho.

Há estrelas em vielas, há luz em becos sombrios, há mentes que florescem mesmo entre os desafios.

Quem se vê dono do gênio, numa vaidade tão vã, esquece que o universo cria mais do que uma manhã.

O vacilo é pensar que a sorte tem endereço certo, que o brilho só repousa no teto do mais esperto.

Mas o destino, astuto, tece fios imprevisíveis, e a inteligência floresce em terrenos impossíveis.

Assim, malandro, desce do teu altar de vaidade, o mundo é vasto, e a vida, cheia de diversidade.

Nem só tua mãe, entre todas, concebe a centelha, pois o cosmos gera gênios sob qualquer telha.

Inserida por mauriciojr

⁠A "arte" da inversão…

Manipulação é a dança velada da sombra, onde a culpa, disfarçada, se impõe e assombra.

É o espelho quebrado da razão alheia, que reflete o erro como se fosse cadeia.

Teu grito, nascido do corte profundo, é moldado em silêncio por quem rege o mundo.

Teu lamento, legítimo, é transfigurado, num teatro cínico, ao algoz dedicado.

Quem desrespeita finge ser ferido, torcendo a verdade num laço distorcido.

E, assim, o carrasco se veste de vítima, invertendo a lógica, tornando-a enigma.

Leia de novo, até o véu cair, até que o ciclo não possa mais se repetir.

Pois quem usa teu pranto como argumento, te prende num labirinto de tormento.

A manipulação é a arte da inversão, um veneno sutil que invade o coração.

Mas quem enxerga além da neblina espessa, rompe o jogo e resgata a própria promessa.

Inserida por mauriciojr

Na dança sutil da vida, encontrei uma melodia única em seus sorrisos. Cada palavra sua é uma nota que ressoa em meu coração. Gostaria de ser a canção que embala seus dias, o motivo do seu riso e a poesia que colore sua história. Posso ser parte desse capítulo especial da sua vida. Permita-me ser mais do que uma nota solta, mas a melodia que completa a sua sinfonia. Estou aqui, pronta para criar harmonias inesquecíveis juntas....

Iza lira

Inserida por iza_lira

⁠A vida por outro ângulo

Veja a queda como um passo de dança, o tropeço como uma chegada precoce. Faça do medo a escada que permitirá atingiraltitudes, dantes imaginado. Da perseverança construa a ponte que o levará aonde você quiser chegar.

190605

Inserida por J6NEMG

⁠A Celebração da Ignorância

A celebração da ignorância, expressa na dança e na canção sobre o sofrimento alheio, revela a profunda falta de empatia e a desumanização das vítimas. Essa atitude grotesca demonstra a inversão de valores, onde a insensibilidade e a crueldade são celebradas como virtudes.

Inserida por valdeciogama


Sob um céu onde o tempo se desfaz,
Duas almas encontram o eterno compasso.
Na dança macabra entre a vida e a morte,
Se entrelaçam, desafiando o corte.

Os ecos de um juramento sagrado,
Ressoam nas criptas onde o silêncio é guardado.
Nem o frio do mármore, nem o peso do chão,
Pode deter a ardente união.

Eles caminham entre o limiar sombrio,
Sombras e luz fundem seu brilho.
E em cada suspiro, em cada tormento,
Renascem, imortais, em doce sofrimento.

Quando o véu da mortalha cobre seus olhos,
Ainda assim, suas almas, eternos escolhos,
Se encontram, se tocam, se tornam um só,
Num amor que o cosmos nunca destrói.

As estrelas podem cair e o mundo ruir,
Mas na vastidão do além irão insistir,
Porque mesmo diante do abismo e seu poder,
Essas almas juraram nunca se perder.

Inserida por fabricio_ferreira

RAPUNZEL

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Não me tire pra dança das quimeras
em um baile de afetos mascarados,
tenho muitos passados que me avisam
dos perigos de amar sem pé no chão...
Mostre o rosto, revele a natureza
da resposta que habita os seus sentidos;
tenho a mesa, disponha logo as cartas
pra que o jogo defina suas regras...
Quero amor ou farelos afetivos,
mas não quero saber de não saber;
meus motivos escorrem das feridas...
Ame, jogue ou retire as esperanças,
lance as tranças ou saia da janela
e recolha o castelo que vislumbro...

Inserida por demetriosena

⁠Eu não acho que jamais superaria você
Seu rosto dança e me assombra
Sua risada ainda ressoa em meus ouvidos
Eu ainda acho pedaços da sua presença aqui
Mesmo depois de todos esses anos
Mas eu não quero que você fique pensando que eu não sou convidado para jantar
Pois estou aqui para dizer que às vezes sou
Mesmo que eu possa logo sentir o toque do amor
Eu não acho que jamais vou superar você

Inserida por droplets

A dança é capaz de traduzir os sentimentos da alma....
Mutas vezes deixamos de praticar a dança ,por acreditar que devemos seguir uma coreografia já pronta. E tentando imitar alguém,ficamos robotizados,e o resultado é a frustração e desistência.
A dança é um movimento livre,um querer se jogar.. A liberdade do corpo seguindo o ritmo da musica que envolve a alma.
A terapia dos movimentos alivia a tensão,baixa o estres e melhora a depressão,porque regula os níveis de serotonina e dopamina,hormônios que nos motiva a impulsionar em direção as metas e desejos.
A cada novo passo que dominamos,experimentamos um ganho na confiança.
Quando dançamos,esboçamos um sorriso espontâneo...significa que estamos nos permitindo ser feliz. Então,escolha o seu estilo e nos seus passos,bora ser muito feliz!

Inserida por fluxia_ignis

⁠O tempo já não me pede urgências, ele apenas dança, dissolvendo-se na brisa suave que toca minha pele. Sou um rio sem margens, fluindo sem destino, abraçando o infinito com cada pulsação do meu peito.

O silêncio, antes esquivo, agora é meu mais fiel companheiro. Ele sussurra verdades que sempre estiveram aqui, ocultas sob a pressa dos dias que já não contam. Sigo sem posse, sem medo, apenas sendo, leve, vasto, eterno.

O ar vem e vai, beijando-me como um amante que não deseja prender, apenas tocar. E em cada respiro, descubro que nunca estive fora daquilo que sempre foi casa. O coração pulsa, mas sem urgência. Ele conhece a melodia dos que já não buscam, apenas habitam o instante.

E nesse repouso, nesse abandono doce ao que é, encontro a maior das alegrias: ser.

Inserida por fluxia_ignis

⁠Rejeição ou Redirecionamento? A Dança do Destino

Há momentos em que a rejeição não chega com palavras duras ou despedidas formais. Ela vem sorrateira, como um vento que muda de direção sem aviso, levando consigo presenças que antes preenchiam nossos dias. O espaço outrora habitado por olhares cúmplices e risadas compartilhadas se torna um vazio profundo, e nos perguntamos o que fizemos de errado, por que nosso afeto, entregue de coração aberto, não foi suficiente para manter alguém por perto.

Mas há um mistério que transforma a dor em entendimento: nem toda partida é perda, e nem toda rejeição é negativa. Às vezes, é apenas o universo nos conduzindo com mãos invisíveis para longe do que não nos pertencia. Como um rio que sabe o caminho para o mar, a vida nos empurra, ainda que resistamos, para águas mais puras, mais profundas, onde nossa essência pode finalmente se expandir sem contenção.

Sim, é difícil aceitar o afastamento sem respostas. É doloroso sentir o calor de uma presença se tornar brisa fria, perceber que o brilho no olhar se apagou, que a melodia de uma voz que antes nos aquecia agora soa distante. Mas, quando a névoa da dor se dissipa, percebemos que cada ausência abre espaço para algo maior. O que partiu levou consigo o que não nos pertencia e, em seu lugar, a vida começa a desenhar novos encontros, mais alinhados com a verdade do nosso coração.

O amor genuíno nunca é um desperdício. Ele é um presente entregue ao universo, e quem não soube recebê-lo não era capaz de segurá-lo nas mãos. Não porque não fosse bonito, mas porque ainda não havia aprendido a vê-lo em sua grandeza. Então, ao invés de lamentar a perda, permitamos que o destino nos guie. Pois talvez a rejeição não tenha sido um fim, mas apenas um desvio para algo infinitamente melhor.

Inserida por fluxia_ignis

⁠O Ser Divino que Mora em Mim

No silêncio da alma, um eco desperta, um sussurro que dança entre sonho e vento. Não é palavra, nem verso, nem canto, mas pulsa vivo, ardente, sedento.

Ecoa suave no peito trêmulo, como rio que abraça sua própria nascente. Não há templo, altar, ou promessa, apenas o instante, puro, presente.

Choro e riso são sua canção, a voz que vibra no coração. No amor, na dor, na brisa esquecida, Deus se revela na própria vida.

Quem ouve, sente; quem sente, vê: Deus não se esconde, Ele também mora em você.

Inserida por fluxia_ignis

⁠Fluxia Ignis, fluxo e fogo - luz em travessia sagrada
È o nome que arde nas entrelinhas. Dança entre véus e verdades, faísca que escreve com a alma exposta. Não fala para agradar, escreve para despertar. Onde outros veem ruínas, ela vê renascimentos. E onde há silêncio, ela ouve o fogo.
Nasceu do fogo da própria transmutação, de um ser preso à matéria para uma alma em expansão. Fluxia é transformação, fluidez e impermanência criativa. Ignis é paixão, impulso, destruição fértil e renascimento, o fogo que consome para dar lugar ao novo.

Inserida por fluxia_ignis