Poemas de Compreensão
É muitO divertidO ver alguém reclamandO de certos defeitOs de uma outra pessoa e que nãO compreende que comete fielmente os mesmOs errOs. TantO alarde é só reflexO da prórpia ignorância.
A vida é uma escola, como em uma sala de aula, não são todos que conseguem compreender a matéria dada pela professora, assim somos nós, uns conseguem supor o que é Deus e outros nem acreditam.
Tentar entender a mente de uma pessoa criativa é o mesmo que querer compreender o motivo de nossa existência
Ao som e a penumbra fria cintilante do silêncio, só os corações mais sábios e profundos compreendem.
Eu confesso! Eu não sei o que é amor, eu nunca amei, nem ao menos compreendo essa palavra, mas busco com todo o amor esse sentimento.
Todas as coisas que penso e posso fazer são escolhas minhas, a medida que eu mesmo pouco compreenda...
Eu entendo todo mundo, ajudo todo mundo e compreendo todo o mundo. Chega! Agora você que me compreenda... você que me ajude... você que venha a mim! E se eu não for assim, eu me farei ser!
Em densa areia molhada, quase exauridos, erguidos somos por Deus. Compreendemos assim, pernas e pés hábeis."
Sou demasiadamente humana para compreender uma mentira, e
suficientemente sábia, para ser indiferente com um ser mentiroso.
Ser pobre de bens materiais é compreensível, mas ser pobre de espírito e de idéias, é um absurdo, é um crime contra a inteligência e contra a sociedade.
"Se aprendi a amar, não foi só pelo ensino, mas também pelo tempo que me ensinou a compreendê-lo de forma simples."
“Um dia vamos compreender porque o tempo se tornou tão difícil de nos favorecer e então vamos pregar uma peça no destino, brincar como se fôssemos meninos e correr pra bem longe”.
"Pouquíssimas pessoas sabiam compreender o que ela sempre demonstrava. Porque era com os olhos que ela conversava....
Os seus olhos falavam mais que a própria voz."
Às vezes a linguagem do entendimento ultrapassa o simples verbalizar. E nem sempre dizer é compreender. E entrar em contato, algumas vezes, significa ouvir o silêncio do outro e decifrar suas entrelinhas. Esse é um dos inúmeros significados de sensibilidade.
Compreender que a gramática é um instrumento e não uma lei. Suponhamos que vejo diante de nós uma rapariga de modos masculinos. Um ente humano vulgar dirá dela, ‘Aquela rapariga parece um rapaz’. Um outro ente humano vulgar, já mais próximo da consciência de que falar é dizer, dirá dela ‘Aquela rapariga é um rapaz’. Outro ainda, igualmente consciente dos deveres da expressão, mas mais animado do afecto pela concisão, que é a luxúria do pensamento, dirá dela, ‘Aquele rapaz’. Eu direi ‘Aquela rapaz’, violando a mais elementar das regras da gramática, que manda que haja concordância de gênero, como de número, entre a voz substantiva e a adjetiva. E terei dito bem; terei falado em absoluto, fotograficamente, fora da chateza, da norma e da quotidianidade. Não terei falado: terei dito.”
