Poemas de Compreensão

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O Poder da Persistência


Quanto mais o tempo passa, mais amadurecemos e compreendemos que, nesta vida, nada é fácil. É preciso lutar com determinação para alcançar aquilo que desejamos, pois é na persistência que fortalecemos a nossa essência e damos sentido à nossa caminhada.


Caminhar com perseverança torna-se o nosso maior compromisso. Haverá pedras pelo caminho, obstáculos que tentarão nos fazer desistir, mas jamais devemos permitir que a nossa dedicação se perca diante das dificuldades. Cada desafio carrega em si a oportunidade de nos tornar mais fortes e mais conscientes da nossa própria capacidade.


Construir um futuro melhor e conquistar os nossos sonhos depende, acima de tudo, de nós mesmos. É na força da nossa coragem e na firmeza da nossa esperança que encontramos o poder de transformar sonhos em realidade.


Nesta vida, tudo é possível. E, com fé, coragem e determinação, devemos subir cada degrau com dignidade, até alcançarmos o topo e, enfim, a tão merecida vitória. ✨
@ana.santos.escritora

"Queda "


Não compreendo porque
Meus olhos jorram
Palavras de sangue
Como desvio da água calma


Formentada da intrepidez
Da minha jaula
Pois sou como o vento
Que não tem forma


Mas é indescritível e destruidor
Sob a flácida arrogância
Movimentando ecos inexpremiveis
Como o som da água que se choca
Com as pedras


Despendacei-me abolida de mim.

“Compreendi, enfim, que os problemas da vida não são castigos, mas exercícios invisíveis que a existência nos oferece para fortalecer a alma.”


Atila Negri

Existem ideias que não podem ser compartilhadas com quem não tem visão para compreendê-las.


Nem todos estão preparados para certas verdades, certos planos, certos sonhos.
Já calei minha voz quando precisava falar não por esperteza, mas porque entendi que algumas mentes ainda não estavam prontas para a grandeza do que eu enxergava.


Não é loucura.
É discernimento.


Aprendi que não se entrega joias a quem só valoriza bijuterias.


Nos negócios, nas amizades e nos relacionamentos, nunca entrego tudo de imediato.
Porque um dia entreguei… e recebi uma rasteira.
E a dor daquele tombo virou sabedoria.


Hoje eu sei
não é qualquer um que atravessa a minha porta,
nem é em qualquer mesa que eu me sento.


Porque quem já sentiu falta d’água aprende a valorizar cada gota.


Evans Araújo

Silenciou...


Qualquer dia desses
a razão irá lhe visitar e assim,
você compreenderá o meu silenciar.
Quem sabe desta forma, você seja capaz de entenderporque ainda faço barulhos no seu pensar.

Expectativas Desfeitas


Ao me expressar, pensei que seria compreendida; ao sorrir, imaginei retribuir o que um dia me fez feliz. Ao sentir o toque, pensei que sentiria novamente, e ao amar, me perdi por não ser correspondida 💔

Heroísmo e vilania são duas prisões diferentes com a mesma grade: a necessidade de ser compreendido.
O anti-herói é aquele que quebrou a grade e agora vagueia no território vasto e sem nome da própria consciência.
Seu único julgamento é o do espelho.
Sua única lei, a do seu próprio sangue.

Às vezes nenhuma palavra é capaz de expressar o que se sente.
E ninguém é capaz de compreender realmente.
E assim, nos tornamos sós.

PERGUNTAS — PARTE 1


Quem...


1. Quem melhor compreenderia a ilusão do amor senão aquele que foi consumido pela dor e descobriu que amar é apenas vestir a carência com poesia?


2. Quem reconheceria a falsidade da paz senão aquele que sentiu a guerra pulsar nos ossos e percebeu que o conflito é a única constante da existência?


3. Quem enxergaria o fracasso da amizade senão aquele que atravessou a desilusão e concluiu que todo laço é interesse disfarçado de afeto?


4. Quem definiria a confiança senão aquele que sentiu a lâmina da traição cravada pelas mesmas mãos que antes o acolhiam?


5. Quem compreenderia o absurdo da companhia senão aquele que encontrou na solidão a forma mais lúcida de existir?


6. Quem entenderia o peso do desejo senão aquele que, ao renunciar, percebeu que a vontade é um ciclo inútil que se alimenta de si mesmo?


7. Quem interpretaria a verdade senão aquele que viveu da mentira e descobriu que o silêncio vale mais do que qualquer discurso?


8. Quem conheceria a fome senão aquele que foi ignorado até pelo pão mais simples?


9. Quem compreenderia o racismo senão aquele que o praticou e viu, no próprio ódio, o reflexo cru da condição humana?

Existe um movimento que nem sempre é compreendido: antes de qualquer expansão, existe descida.
É no contato com a dualidade que algo se revela. Luz e sombra, acerto e erro, consciência e inconsciência.
Sem esse atravessamento, não há profundidade. Não há real transformação.
A queda não é desvio. É parte do caminho. Porque é justamente ao tocar o que está abaixo que se torna possível subir com verdade.
No fim, não é sobre evitar a descida.
É sobre entender o que ela veio mostrar.

Desafiante, muitas vezes, mal compreendida e a sua prática pode ser muito preocupante, todavia, de qualquer forma, poderosa é a arte do silêncio por evitar aquelas discussões desnecessárias, falas desprovidas de bom senso, exposições realizadas livremente sem nenhum fundamento, ou seja, nada que seja conveniente

Muitos não se importam com o seu desabafo, nem todos merecem saber dos seus sonhos, projetos, dos seus bons resultados, muito menos dos seus erros, portanto, seja alguém silencioso com quem achar necessário, muito cuidado com quem vai compartilhar e com o que vai ser compartilhado para depois não ter que lamentar

Na maioria dos casos ao meu ver, é mais comum se ouvir “Estou esperando o momento certo para falar”, entretanto, saber o tempo de silenciar também é importante, quiçá, seja até mais difícil, pois a vontade de se expressar o que se pensa ou aquilo que se sabe a respeito de algo pode ser irresistível, o que torna a arte do silêncio admirável.

Nem todos conseguem compreender, mas ⁠devido a certas circunstâncias,
precisou ser a ovelha negra
pra ser mais forte e tentar sobreviver,
antes, era mais vulnerável a morte
de tudo aquilo que lhe era importante,
muitas vezes chegou a se perder,
hoje, continua com sua imperfeição,
todavia, agora é diferente,
graças a Deus, consegue,
de formamais frequente,
unir o sentimento à razão
e de vítima passou a ser sobrevivente.

Meu bem, talvez você possa compreender a minha solidão
O meu som e a minha fúria
E esta pressa de viver
E este jeito de deixar sempre de lado a certeza
E arriscar tudo de novo com paixão

Belchior

Nota: Trecho da música Coração selvagem.

Poesia


um balé de palavras
para dar voz a alma.
Dançar por cima de letras
entre a compreensão
de si mesma
e a vontade de desabafar.


Coreografia de línguas
para acasalar
numa dança de hiatos e rimas
tentando rimar emoções.


tipo isso
passando a língua em você
e nem percebe,usando verbos
numa linguagem que só eu entendo.
É tudo mais intenso,
os sentimentos mais exacerbados.
A carência mais presente e violenta.
Numa poesia que movimenta emoções
num latejo que se alastra nesta avalanche,do que vive a me consumir.
Até expulsar o coração numa gramática.
Mil sentimentos em folhas de amor.
que deixo ir…


andréa

Eu amei — e afirmo sem hesitação — amei com a inteireza de quem compreende que certos fenômenos da experiência humana não se submetem à trivial aritmética do tempo.
Dizem: acabou.
Permitam-me a devida vênia lógica — não acabou.
O que eventualmente se extingue é a configuração circunstancial do vínculo, jamais o fenômeno afetivo em sua inscrição psíquica profunda.
O amor, quando autêntico, não é evento episódico; é estrutura.
Não é mera contingência emocional; é ocorrência real, empiricamente verificável na consciência.
Pode cessar a convivência.
Pode dissolver-se a proximidade física.
Pode, inclusive, o silêncio ocupar o espaço outrora preenchido pela presença.
Mas o amor — o amor verdadeiro — não se submete à categoria vulgar do ‘foi’.
Porque aquilo que verdadeiramente é não se converte em nada por simples decurso temporal.
O que muitos chamam de fim é, na verdade, limitação perceptiva.
É incapacidade metodológica de distinguir entre a cessação do fenômeno relacional e a permanência da marca afetiva.
E aqui reside o ponto nevrálgico:
O amor constitui fenômeno real cuja projeção na consciência não apresenta, em si mesma, termo final intrínseco necessário.
Negá-lo é confundir transformação com inexistência.
É tomar a mutação da forma pela aniquilação da essência.
E isso — permitam-me a franqueza — não é rigor lógico.
É apenas imprecisão interpretativa.

⁠Eu queria ser feliz e sentia que você me sentia. No entanto, não compreendo que emoção é essa que persiste no abrir e fechar dos ciclos, retirando de mim todas as coisas negativas, mas também as positivas, mesmo você não estando mais presente. Essa emoção me privou da capacidade de me apaixonar novamente, mas ao mesmo tempo me deu a determinação e convicção de amar somente a ti. Meu corpo parece ainda recordar o toque dos seus dedos, suas mãos suadas e a intimidade que compartilhávamos. Fico refletindo sobre o meu dilema, pois você partiu, e eu permaneço aqui, incapaz de aceitar completamente essa realidade.
Essa situação cria uma confusão em minha mente; meus pensamentos estão turvos. A verdade é que não consigo mais ler o seu sorriso e luto para entender qual o sentido de ler o que ficou. Enquanto ouço músicas que parecem falar de nós, sinto uma conexão, mas tremo ao pensar que esse elo um dia poderá desaparecer, e minha memória poderá me trair. A impossibilidade de ir até você me obriga a aprender com a tristeza, e meu coração, em lágrimas, questiona se vale a pena guardar no peito esse amor profundo que se perdeu para a vida, que se perdeu para a morte.
Confusa!

A taça Azul
(porque nem tudo que vemos, compreendemos)

E, ao lembrar — apenas recordar — daquela taça azul, percebo que já não a vejo como antes, pois ela está meio limpa e meio suja; meio eu a vejo, meio eu a entendo.

Às vezes, as palavras se aprisionam em nossa mente, e nem precisam ser ouvidas. É justamente nesses silêncios que, tantas vezes, os problemas vêm ao nosso encontro.

“…Há dias em que alma chora,
Secamente, profundamente,
Sem que a razão compreenda o coração…”

ENTRE JULGAR E AMAR

Nunca faça acepção de pessoas. Não julgue ninguém sem antes compreender suas lutas, suas dores e as batalhas silenciosas que carrega dentro de si. Muitas vezes, aquilo que enxergamos no outro é apenas uma pequena parte de uma história que desconhecemos por completo.

Esteja sempre disposto a perdoar, acolher e estender a mão. A empatia não está apenas em ouvir, mas em sentir com o coração aquilo que, muitas vezes, as palavras não conseguem expressar.

Seja humilde, simples e verdadeiro. Não permita que ideologias, disputas ou divisões roubem aquilo que realmente importa. Tenha como alvo um único caminho: Jesus Cristo, exemplo de amor, justiça e compaixão.

Seja honesto consigo mesmo e justo com os outros. Não queira carregar os problemas do próximo como se pudesse viver por ele, pois cada pessoa responderá por seus próprios atos. Ainda assim, nunca deixe de oferecer apoio, orientação e amor quando alguém precisar.

Ser simples e solidário é expressão de grandeza, não de fraqueza. A verdadeira força está em ajudar sem humilhar, ensinar sem se exaltar e corrigir sem ferir.

Aquele que se considera melhor do que os outros ainda não compreendeu o verdadeiro valor da humildade. Porque, se podemos orientar, ensinar e amar… por que escolher julgar, ferir ou destruir?

Pense. Reflita. Pratique a empatia. Seja feliz por ser quem você é e permita que sua essência também seja abrigo para alguém.

— H.A.A.

Compreender a maldade quando ela acontece




A maldade faz parte do ser humano. Há pessoas boas, pessoas más e outras em que é difícil caracterizá-las, são algo híbridas. Mas, uma coisa é certa: a maldade afeta a nossa vida quer seja na família, nos vizinhos, no círculo de amizades, no trabalho ou no ginásio. A maldade dos outros rouba a nossa paz, os nossos momentos de silêncio, o nosso bem-estar social, espiritual e até físico. E como perceber que alguém comporta em si a maldade?
Uma forma de perceber que alguém opta pelo mal é dando-lhe poder. Uma pessoa em situação de poder julga que pode tudo em relação a todos: faz o que bem entende, muitas vezes, tornando a vida dos outros num inferno. Outra forma de conhecer alguém rancoroso, vingativo, que nos tira paz é contrariando essa pessoa. Se dizemos algo que revela a verdade, mas que vai atingir essa pessoa, o seu ego, ela, logo depois, mostra ao que vem, mostrando que não se fica, que não aceita a verdade que lhe foi dita, fazendo tudo para se vingar, através de palavras de contrariedade, do silêncio, de abuso emocional, enfim. Estejam atentos, saibam identificar o mal e livrar-se dele se tal for possível.


A Humanista
Sandra Ribeiro