Poemas de Compreensão

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As versões anteriores do eu tiveram sua chance de compreender disfunção.
Do teor dos espaços vazios dando margem para teorias e achismo.
Assim foco sem ampliou diante dilema moral.

O esquecimento é foice do sistema.
Esquecer por que não conseguimos compreender.
Olhar para espelho ver as distorção do ser que é obcecado pelo seu próprio ego...
Tanta vaidade e tão pequeno percentual de um ser humano.
Apenas um olhar no vazio da existência.
No metrô as pessoas são julgadas pelo teatro do dia a dia, como se fosse interessante ou sedução ou ate mesmo desde do ser aparente.
Robos do sistema ou sobreviventes de mais um dia no trabalho escravo da alienação.

Somos um ponto no distante do infinito ate que pousamos compreender melhor essa luz nossa luz sera parte de outra luz.


No silêncio cruel das eclipses do universo vemos buracos negros massivos diante sois que morreram milhares de anos pois ver por um telescópio é simplicidade máquina de tempo mais primitiva do homem.


O microscópio ve dentro da vida buscando ver célula de Deus.
Como compreender o universo dentro de você. O ponto de luz te atravessa.


A vida granha novos formatos de consciência mesmo tão longe ainda pensamos um dois lados da moeda.
Quando ver se torne um pássaro do passado vamos ver lo no museu.


Então seremos representados como bonecos de cera em volta da fogueira olhando os céus apontando os mistérios do cosmos.

Para que a liberdade de ser.
Se o ser não compreende o próprio ser.
No estabelecer algo se define como intelectual pois nem alienação intelectual compreende.
Para o fato é jogado num mar de definições.
Em nuvens de opiniões clama o sois diante sois.
A liberdade algo que não voa sem as asas da percepção. Se ve preso num mar de indagações.

Dor daqueles dias passados no paradoxo do tempo e espaço translúcido no estantes que compreender é parte do infinito.
Nos atos do espaço e tempo temos dois pontos no espaço continuo aguardando luz chegar,
O início se torna o final apenas pelo astros que deixamos para trás.
A luz no exterior do micro cosmo.

Dualidade e insanidade.


Compreender eu do espelho e espinhos da existência.


Conjectura da fragmentos do eu
Trazem o desfrute do euforismo.
A capacidade de compreender o ser eu
No espelho caleidoscópio tornasse o teor da desconexão da realidade.

No claro de uma nova apologia a aurora de nossas almas somos capazes de compreender que mundo é um universo humanista mesmo frio e sem sentimentos observamos a grandeza de uma gigantesca força da natureza.
Nossos reflexos são pequenas sombras na ilusão humana.
Devemos glorificar olhar as estrelas ver que do nosso microcosmo ainda somos arrogantes e mesquinos...
Nos alienamos pois assim a gloria na riqueza e no impunidade...
Vazamos tanto conhecimento mais ainda não conhecemos nem a nos mesmo.
Pois somos universos denfro de universos... nem quem criou a humanidade sabemos de fato,
E nem temos idea do potencial temos.
Vagamos pelas riquezas da existência somos fragmentos da verdade escorre pelo espaço sideral e restante do cosmo. Gritamos que existimos.
Mais ainda caminhamos na caverna de Platão... outras vezes caminhamos dentro da caverna digital.
Por Celso Roberto Nadilo.
Nas fronteiras do medo o somos diante do somos?

Compreender!!
Não consigo compreender o ser humano, perde horas e horas cuidando da aparência, mais se esquece do mais importante, o que exala continuamente!!...... "Seu interior", este sim precisa ser cuidado,acarinhado, respeitado, e amado
Precisa evoluir, crescer, se disciplinar , e fortalecer.
É através dele, que tudo vai fluir, vai harmonizar, equilibrar,
É o que sobrevivemos,nós alimentamos
É o que vai trazer a saúde fisíca , emocional, e psíquica, e que vai de encontro a....".Aparência."...Rsrsrs.
Vc vai sorrir mais, ter mais satisfação, se conhecer mais, viver com mais qualidade, e automaticamente tudo vai fluir melhor.
Onde não tem base, não tem sustêntação, alícerce.
A fragancia, é o que traz a aproximação, aquela vontade de senti- la, Rsrsrsrs
Ahhh., Ahhh, .Ahhh, é o que nós aproxima uns dos outros
Ai esta a essência da vida.
De tudo, de absolutamente " tudo"..!!.
Simone Vercosa

Todas as vezes que vamos compreendendo que a vida só trabalha para o bem, vamos aprimorando os nossos pensamentos, e sentimentos.
Neste momento tudo se modifica, os nossos gestos, sorriso, o nosso jeito de olhar tudo ao nosso redor.
E tudo isso, exala através do nosso exterior tb.
Não somos reflexo, de tudo que sentimos e pensamos, de tudo que somos.??
Simone Vercosa.

⁠Aqui Estou !!
Estou longe , em uma dimensão jamais imaginada e compreendida onde o amor é prioridade e a paz .
Aqui o amor nós é revelado de forma límpida , uma beleza e leveza que poderá ser sentida de forma simples mais inexplicável..
Toda forma de bondade será sempre continuidade do amor , o que nos foi ensinado e oferecido pelo meu Senhor
Estar aqui junto a ti , é encanto porque a busca e o entendimento são iguais , e existe a elevação em todos os niveís . Transcedemos .
Deixar - me apresentar , é um presente desta união .
A graciosidade de uma alma pura revela o amor , o toque suave do meu Senhor.
Quero que permaneças junto a mim , porque também vou pmanecer junto a vós .
Deixo que caia com suavidade pétalas de paz , deixando que exale o aroma do amor .
Gratidão , Gratidão , Gratidão.
Simone Vercosa .

Virou o rosto para além da chama
Sentiu a ardência de compreender
Que toda forma é também pergunta
E ver é também perder

Três são os tipos de homem que caminham sob o sol.
Há aquele que nada compreende;
há aquele que não compreende, mas deseja compreender;
e há aquele que se entrega ao mau caminho e dele faz morada.


O primeiro, ainda que aja, não discerne o fim de seus atos.
Faz por fazer, sem visão nem propósito.
Abomina o crescimento, pois crescer lhe exige esforço;
é lento no espírito, pesado no ânimo
e murmura contra tudo que o cerca.


O segundo é inquieto de alma.
Não entende, mas pergunta.
Não sabe, mas procura.
Refaz o que quebrou, quebra o que construiu
e torna a levantar, ainda sem aplauso nem reconhecimento.
Busca sentido no que faz
e sofre por não ser visto, ainda que siga adiante.


O terceiro é homem de ruína.
Difama com a língua,
calunia com o olhar,
usurpa com as mãos
e envergonha até os próprios dias que vive.


Mas bendito é o homem que não compreende e, ainda assim, busca entender.
Pois ele não se chama sábio,
mas não se considera vazio.
Sabe que lhe falta muito,
ainda que para outros não baste.
Ele tenta se ajustar,
mesmo quando o mundo não lhe concede lugar.
E nessa busca, ainda que imperfeita,
há mais beleza do que em toda falsa sabedoria.

Do Silêncio Não Compreendido
Eis que o bom rapaz foi ao encontro da moça,
levando consigo não só um presente,
mas o que havia de mais sincero em seu peito.
Chamou ao portão.
E não foi ela quem surgiu,
mas outra presença,
silenciosa… e suficiente para que ele entendesse.
E então soube.
Não por palavras,
pois nenhuma lhe foi dada,
mas por aquela dor que fala sem voz.
Baixou a cabeça.
Recolheu o gesto.
Guardou o presente que já tinha destino.
E partiu.
Na praça, sentou-se em silêncio.
E, dentro de si, perguntou:
“Por que aquilo que é verdadeiro não encontra lugar?”
E o mundo… nada respondeu.
Os dias passaram,
e ainda assim seus olhares se cruzavam.
Mas onde antes havia leveza,
agora havia silêncio.
A moça, em sua própria confusão,
não entendia o que se passava.
E, sem saber, afastou o que não soube ver.
Perdeu… sem perceber.
E o rapaz, mesmo ferido, voltou.
Não por orgulho,
nem por certeza,
mas porque o amor ainda vivia nele.
Aproximou-se mais uma vez.
E encontrou… silêncio.
Então compreendeu.
Que o amor não se força.
Não se explica.
Não se pede.
Se não é visto, pesa.
Se não é sentido, se apaga.
E se não é recebido… se vai.
E assim, o rapaz partiu.
Não destruído,
mas mudado.
Pois há dores que não quebram ,
apenas mostram ao homem
o que ele não queria ver:
Que nem todo amor permanece.
E que, às vezes… amar
é saber ir embora.

Quem me conhece até sofre, para compreender que nada revela o meu ser....
Eu me conhecer, já é difícil, me entender...


impossível!!

Você sabe? Você entende?
Não.
Mas pode aprender, & compreender.
Não fica falando, que vai estudar. Vou aprender.
Aprende agora. Imediatamente.
Não faça, promessas; cumpra.

“Não é preciso provar a dor para oferecer cuidado; ajudar é compreender que a grandeza da vida está em transformar o que temos em esperança para quem precisa.”


Roberto Ikeda

"Certas lembranças que ainda não compreendemos, mas que, por alguma razão, escolhem permanecer conosco."


Roberto Ikeda

Conte mais a sua vida,
compreendo o seu desabafo,
fale de você com clareza
e receba
o meu ombro confortável!

O verdadeiro conhecimento não está em compreender o mundo, mas em perceber como o mundo se revela dentro de nós.


Aquilo que vemos fora muitas vezes encontra correspondência dentro. O caos externo pode revelar um conflito interno; aquilo que nos irrita pode apontar para algo que ainda não compreendemos em nós mesmos.


Tudo está em movimento. Nada permanece exatamente como é. Pensamentos geram emoções, emoções influenciam escolhas e escolhas constroem realidades.


Por isso, vigiar a mente é uma forma de liberdade.


Antes de tentar transformar as circunstâncias, transforme a maneira como as interpreta. Antes de exigir equilíbrio do mundo, encontre equilíbrio em si.


Quem compreende as leis que regem a própria consciência deixa de ser apenas passageiro da vida e começa, silenciosamente, a tornar-se seu próprio alquimista.

Hoje compreendi que o amor-próprio não é colocar-se acima dos outros, mas finalmente reconhecer que também existimos para além das expectativas que depositam sobre nós.


Na psicanálise, aprendemos que nem todo sofrimento que o outro sente nos pertence e que não somos responsáveis por preencher todas as faltas alheias. Existe uma diferença profunda entre cuidar de alguém e tornar-se responsável pelaquilo que essa pessoa espera de nós. Muitas vezes, aquilo que chamamos de culpa nasce justamente quando começamos a estabelecer limites.


Há pessoas que só conseguem lembrar do momento em que você não esteve presente para elas, mas raramente perguntam o que estava acontecendo dentro de você naquele instante. É mais fácil transformar o outro em culpado do que confrontar a própria falta, a própria fragilidade e aquilo que não se pode exigir de ninguém.


A filosofia também nos ensina que não controlamos a interpretação que os outros fazem de nossas escolhas. Podemos agir com consciência, respeito e honestidade, mas jamais teremos domínio sobre a narrativa que alguém construirá a nosso respeito.


Talvez amadurecer seja justamente compreender isso: nem todo abandono foi abandono; às vezes foi limite. Nem todo afastamento foi falta de amor; às vezes foi uma tentativa de preservar aquilo que ainda restava de nós.


Existe um momento em que precisamos deixar de viver tentando provar que somos bons para aqueles que já decidiram nos interpretar como culpados.


Amar o outro não deveria exigir o abandono de si.


E talvez o verdadeiro amor-próprio comece quando conseguimos dizer, sem ódio e sem necessidade de vingança:


**“Eu reconheço a sua dor, mas ela não me torna responsável por tudo aquilo que você sente. E também tenho o direito de cuidar de mim.”**