Poemas sobre chuva para transformar dias cinzentos em versos
VARANDO A MADRUGADA
Ouço os pingos da chuva batendo na minha vidraça
depois estalam no chão
como porções de bolacha.
Mas é um som insinuante
que aos poucos forma uma melodia
Viram gotas d'água dançante
boêmias da noite pro dia...
mel - ((*_*))
A chuva branda minha alma
Puro apogeu como desdenho
Abraço o sons do teu coração
Selado em um mármore gelado
Sem calor triste e fria dor,
abstendo demais a mais sendo
brilho abanado pó puro ouro,
pequenos ate minúsculos ador,
que nunca se foi ate começou,
desencontros meramente sobrou,
calado atroz murmurante,cálida,
reflexo perpetuo exclamante...
somente um adeus embora, amor,
tudo seja tão vazio, neste momento,
brando pura passagem, esdruxula,
mesmas nunca a melhor opção...
entre ventosas repletas de sangue,
meros trechos de um sonho.
Do que se vai passando neste jardim depois da chuva
Há um amontoado de papeis e garrafas, um barbeador, um frasco de desodorante, o resto de um sanduíche, outras tantas coisas descartadas. Ao lado, um saco negro intacto, lixo como o outro e como foi deixado ontem.
Que buscavam os cães?
A mulher que julgo ser a mãe do menino de bonezinho azul descuida e solta as suas mãozinhas por um instante. Ele se espatifa no chão e a alegria vai dando lugar a um chorinho que logo findará também, porque, como o sol e a lua, devem suceder-se sem demora nesta previsível encenação.
Não deviam os homens descalçar os pés, para que se mantenha imaculado o chão dos jardins onde se espatifam as crianças?
Porque choveu neste jardim, alguns pássaros sentem agora a sede urgente das plantas e bebem da água que descansa nos ramos mais fortes das cerejeiras.
Esses ramos, eles resistirão ao próximo outono?
Tivesse sido lançada sobre o fluxo de um rio furioso, também nele flutuaria a bola de cores leves que as crianças esqueceram no chafariz de água calma e já antiga.
Também todas as águas brincam de bola, aquelas do rio desengonçadas como um menino gordo?
Um mendigo dirige-me uma saudação jamais ensaiada, estende sobre um dos bancos o seu cobertor (apropriando-se desse banco ele parece ganhar alguma identidade) e aguarda tolerante o que lhe sirva de alimento.
Se um dia a comida faltar, voltará ele a este jardim?
Posso ouvir a voz lá longe: ...três, quatro, cinco, seis, sete... E me distraio com um bem-te-vi que sobrevoou o jardim e rumou para o leste.
O que procura a garotinha com a diligência de um investigador?
Ele vai se afastando depois de receber o beijo no rosto; abrem-se as comportas que represavam dentro deles o choro pubescente; ela sepulta o seu amor embaixo de uma cerejeira e se põe velá-lo, desprovida daquele colo.
O que teria se adiantado à ternura do olhar que veio depois - o beijo, as lágrimas ou o sepultamento?
Encontrei um sentido
Tive uma razão
Enxerguei além da superficialidade
Como a chuva de verão
Chegou, molhou
Mas logo... O sol surgiu
E tudo secou.
O sono não vem.
Celular não toca.
Chuva foi embora.
Verdades ditas.
E sonhos planejados.
Em revolta jogarei meu travesseiro ao chão e escutarei a musica que me faz nesse instante pensar nela.....
Nada cai do céu...
A não ser :
Benção de Deus e chuva.
Lute ...
Corra atrás ...
Do que
seu coração procura.
Tens que viver muitas tormentas, dias de
chuva
dias de arco iris
dias de sol
dias negros...
noites claras..
sentir frio...em meio as cobertas...
descobertas interiores..
segredos.
Se perder nos caminhos,
e se encontrar...!
Sorrir, chorar, ranger os dentes.
Perdoar, esquecer..!
Procurar, bater, pedir.
Tropeçar, cair, levantar...!!
.
.
Mantenha tua mão elevada.
como quem quer tocar o céu.
Olhe, há frutas secas na salada.
Peça chuva
a nuvem é alcançável.
Dobre-se.
De joelhos a prece se afirma
orgulho naufraga
a gravata beira o chão.
Abaixe teu nariz
debaixo é que vem a água do chafariz.
Quem se aproxima de Deus
caminha pra ser feliz.
Lá vem eu na passarela
Carregando o sol e a lua
Abraçando a chuva
Correndo na rua.
Lá vem eu te candando
Poemas declamando
Lá vem eu te possuindo
Te domando,
Despertando teus desejos
Acordando teus beijos
La vem eu te dando flores
Te abraçando.
Lá vem eu para te roubar
Devagarinho te domar
Beijar tua pele quente
Matar minhas vontades
Te cheirando, te tocando
Lá vem eu vivendo,
Sonhando,
Sonho.
A chuva continua, ainda.
Chorando todos os meus risos.
Colorindo de verde
o horizonte
dos meus olhos..
Depois que chuva se foi.
Gota d’água guiada por nuvens.
Soltas no céu a vagar.
Depois da chuva.
O sol reapareceu.
Brilhante e renovado.
Parecia até que de tanto brilho.
Havia um sol, dentro de outro sol.
E o arco-íris deu o ar de sua graça.
Unindo continentes.
Depois que a chuva passou.
Nada mudou.
Apenas a terra e as flores.
Ganharam um novo encantamento.
E ela me deu adeus sob a chuva,
para que eu não percebesse as suas lágrimas...
Mal sabia ela que a tempestade
estava apenas começando em mim!
E o meu peito transbordou-se... de saudade!
"Essa chuva faz-me te almejar cada vez mais.
É uma coisa boa...
Bom mesmo, e ter alguém do nosso lado nesse momento.
A chuva ela trás isso, sentimentos legais...
Faz você querer está com uma pessoa, mesmo ela estando quilômetros de distância longe de você...
Cada gota de chuva que cai, meus olhos enchem de esperança e esse sentimento cresce e a saudade aumenta.
Meu anjo.
O frio, a chuva e a solidão...
Já me fazem companhia
bastante tempo...
Tá na hora de você voltar."
Quero ser como a chuva que cai
Molhando teu corpo.
O assovio do vento na madrugada.
A lágrima tímida a beijar teus lábios.
A mais suave canção de amor
A embalar teu sono.
O teu sorriso mais espontâneo.
Teus segredos mais ocultos.
Teus “Ais” na arte de amar
O tremor do teu corpo a tocar minha pele
Tua partida, tua chegada.
Ser única, ser tua... Simplesmente
O teu amor.
Gotas de orvalho
Pingos de chuva molham meu corpo
Como lagrimas de uma suave manha
Orvalho sereno a beijar as folhas
Primavera boreal, o desabrochar de flores
Transparente e cristalino como o suavizar dos teus beijos
A sensibilidade ao tocar tua alma
Doces cristais da natureza viva.
Lagrimas ao cair dos teus olhos
Onde me vejo mergulhar
No mais profundo dos oceanos
Teu Olhar.
Plantei pimentas, mirtilos, ameixas e ipês
uma chuva deslumbrante caia sobre a cabeça, adocicando a terra
explodindo em mil aromas de terra vermelha.
plantei o amor de orquídeas, num Flamboyant e nas minúsculas amoras
perdoei-me, ajoelhando brevemente, num canto único ao pé da pitangueira.
ficou, ao final...
aquele gosto sublime de um batom carmim/piataya
que um dia a terra levou para suas doces entranhas.
Estiagem
A terra sedenta e exaurida
Convidava a chuva para um beijo.
Precisava acolher
Para um novo florescer.
Nada a fazer
Apenas esperar,
a borboleta voltar...
Ela sempre volta!
- Hoje em mais uma noite de trabalho, ouvindo a barulho da chuva lá fora,vendo as noticias na televisão, paro e fico a pensar:
Em que mundo estamos? O que as pessoas estão se tornando?
As pessoas estão se matando por nada; outras pouco se importam com o que acontece... Será que realmente a profecia esta por acontecer?
Vejam!
"O dia do Senhor está perto, dia cruel, de ira e grande furor, para devastar a terra e destruir os seus pecadores."
Isaías 13:9.
Não nos resta pensar em outra hipótese, se realmente é isso, que seja feita a Sua vontade!!!
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