Poemas de Charlie Chaplin Saudade

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⁠Saudade!
Palavra de grandeza inexplicável!
Sentimento único e perturbador...
Emoção forte e irrespirável...
Angústia que passa a dor!

Inserida por dora_marques_marques

Soneto da saudade
Quando de saudades eu viver
E a solidão me assombrar
A certeza do incerto acontecer
E essa peleja começar
Essa angusta ao anoitecer
Afligindo o meu pensar
Me levando a perecer
Sem quer reanimar
Oh que dor sufocante
Tire de mim agora!
Remova neste instante
Se Deus me levasse embora
Seria reconfortante
A esse coração que chora

Inserida por DiegoAzevedo

⁠" Hoje a saudade veio me visitar, veio sem aviso prévio, com um acréscimo de carência e solidão..."

Inserida por Marcelohenriqueee

⁠Saudades dos meus velhos amigos...
Amigo velho amigo
Muita saudade tenho de ti
Incide em min lembranças boas
Guarde-me em teu coração
Obrigado por me proporcionar momentos

Inserida por elordeoliveira

⁠Não é na dor de uma saudade
Que depositamos a esperança
De uma nova convivência
De uma ilusão desenfreada
De um amor arrependido
Em busca do nada
Nada que possa valer a pena...

Inserida por MonicaMRibeiro

Hoje choveu, após muito tempo.
Chorei ao ver a chuva, dela sentia saudade.
Chorei ao olhar a vida, lembrar dores passadas.
A chuva me fez voltar ao finito, vez por outra arrepender-me de verdade.
Das coisas feitas sem medo, das frases ditas em partes, dos sonhos partidos ao meio e das metas não alcançadas.
Depois a chuva passou, restando seu cheiro no ar, o choro então cessou, a vida voltou ao normal, até chegar outra chuva, ou, até um novo final.

Inserida por samara_sousa_3

⁠SOBRE A SAUDADE
Nem me fale da saudade
Que arrebenta com a gente
Neste tempo diferente
Que a ausência se firmou
Como alma penitente
Sempre ao lado do senhor.
A saudade roí sem pena
Fez morada aqui no peito
Nem por força vai embora
Já não tenho este direito
De viver as alegrias de outrora
Quando o mundo era perfeito.
Hoje só respiramos por sorte
Quando a dor não está presente
É a saudade dos amigos
Dos filhos-netos e de parente
Mas o que de fato doí é saber
E viver como indigente.
Desprezado sem um abraço
Já que somos feitos assim
De carne e osso, sangue e afeto
Precisamos de carinho, olho a olho
De um sorriso bem contente
De alguém que esteja perto.

Evan do Carmo

Inserida por EvandoCarmo

⁠Me permite ser quem você sente saudade
Eu quero ser a sua metade
Me deixa ser quem você sorri ao lembrar
Me deixa ser seu ar

Inserida por pensador

⁠Verso de saudade

A saudade é como ferrugem em ponta de faca velha. Aos poucos vai corroendo tudo.

Inserida por juliana_antero

⁠Invasão

A saudade quando invade
não escolhe hora, lugar ou idade.
Ela chega avassaladora e desmedida.

A respiração é um soluçar.
Quanto mais pensamentos,
mais vontade de chorar.

A saudade é traiçoeira.
Cabeça vazia é hospedeira
e nas noites solitárias,
sua amiga é a cabeceira.

Inserida por juliana_antero

⁠Ó SAUDADE QUE PASSAIS

Ó saudade que passais, ao sol poente
Pela estrada da lembrança, a suspirar
E na solidão vais em uma vertente
Sugerindo o aperto pra nos sufocar

Deixai-me, aqui, assim, indiferente
O sol que tomba, notando o pesar
O mesmo que já declinou contente:
- na graça, no vinho, no alvo luar...

Deixai! Deixai ir com as cantigas
Do entardecer, as dores sem fim
E contigo todas as ilusões antigas

Que eu quero dormir no descanso
Com anso, calmo e que nada digas
Adormecer num voo leve e manso

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
13/10/2020, 18’00” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠sinto saudade
ela pediu, eu concordei
dentro de mim, eu relutei.
Por muito tempo esperarei
e depois disso, mais conversas
que começam com um simples "ei"

Inserida por Pelufe

⁠Opção
Bem perto do amor estar
e desistir.
Passar a viver de sonhos,
ser vizinho da saudade.
Viver de esperanças que não
morrem, ver a quem se quer,
em todos os lugares.
Assim vive quem opta,
por querer o impossível.
Assim vive quem anseia
atingir o inatingível.
Assim vive quem espera de
suas entranhas nascer o amor
incomparável que brota,
com a força das coisas impossíveis,
mas com o calor de uma amor
indescritível
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E

Inserida por RoldaoAires

⁠RIMAR DUMA SAUDADE

Teve um tempo que mandava
Nas poesias que eu escrevia
Cada versar uma companhia
E em cada linha festa bordava

Com emoção, assim, andava
Nas mãos a imaginação ia
E em toda a obra que fazia
A ventura, ao lado, ajudava

Pobre a poesia, sem aquarela
Sem fantasia, um dia tão bela
E hoje, pedinte de qualidade

E, no amor, sem substância
Sobre o vazio da distância...
Só o rimar duma saudade!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
18/10/2020, 09’29” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Ainda ontem chorei de saudade
Foram várias lembranças de você
Sei que só me restou sua amizade
Juro que estou tentando te esquecer

Inserida por pensador

⁠Saudade que mesmo de longe parece perto
Saudade que mesmo não vendo te v ejo
Saudade de quando não falava mas eu ouvia
Saudade de saber que você existe e insisti
Saudade do que foi mais do que ficou
Saudade das perguntas mas nem se fala das respostas
Saudade disso tudo que ficou na saudade.
Caroldi

Inserida por CarolDi

⁠Quem sabe no caminho da saudade
os nossos pensamentos encontrarão
e falaremos das mesmas saudades
e das lembranças de um tempo bom...Liko Lisboa

Inserida por liko

⁠Saudade


A saudade não se explica,
É coisa de só sentir.
Não sei se é muito que fica
Ou tudo longe daqui...

Inserida por Claudetepsoares

⁠Mal secreto (soneto)

Se o vazio que sente, na saudade que mora
No peito, e sufoca cada gesto recordado
Cada olhar do passado, que a dor devora
Pouco será a imensidão do vasto cerrado

Pra que se possa ecoar tal tristura sonora
A sensação que chora, e a lágrima da face
Que escorre, e que chameja a toda hora
Na recordação, sem que haja desenlace

Se se pudesse, do ser a ventura recrear
Da alma só felicidade então aí dimanar
Tudo seria melhor neste amor inquieto

Mas, está cólera que espuma, e jorra
Da ausência, e a solidão que desforra
Nos cala, e estampa um mal secreto...

(2020, 01 de agosto)

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Desculpas à saudade
.
Oh! Saudade injustiçada
Rogo a te o teu perdão,
Pelas reclamações das noites
Nos cantos de solidão
Pois sei que és inocente
Te chamei de inclemente
E outras culpas que te dão.
Isenta de piedade
Causticante, e renitente
Devoradora de gente
E mãe da calamidade
Doadora de sobejos
Madrasta dos meus desejos
Matadora de vontade
És da dor a promotora
Outro adjetivo teu
Causadora de gemidos
Flechando corações feridos
Acerta ricos e o plebeus
Da angustia fonte perene,
Do desespero és a farra
Onde a tristeza desgarra
Mãe noturna dos gemidos
Amores desconstruídos
Inspiração da cigarra
Mas na verdade Saudade,
Tu não tens culpa de nada.
Sempre é a paixão safada
Que diz que só faz o bem,
Roubando de quem não tem,
Assim usando o teu nome
Cria sonhos e não mata a fome
Dos sentimentos guardados
Paixão e dor são aliados
No maltratamento de gente
E nós que aqui te sente
Atravessa a madrugada
E tu, pobre coitada
Nos abraça e acalenta
E o ser que te sustenta
Prova do bem e do mal
Desculpe os meus insultos,
Acusas e maldições.
Eu defendo os corações
Do desespero e a mágoa
Quando dos zói cai a água
Quem sente assim se comove
Quando as dores das madrugadas
Com carinho são lembradas.
Só tu, saudade, resolve.

Inserida por GenivalSilva