Poemas de Amor Perdido
Com os cuidados corretos, podemos nos restaurar. Mas, ao nos perdemos nos pensamentos sobre o que éramos e não que nos tornamos, surge uma dúvida, o que será de mim depois de tudo?
Nós começamos, na verdade, a morrer quando perdemos aqueles a quem amamos"
A FÚRIA DE CALIBÃ, pág. 193
Amar não é curtir uma foto no Instagram, nem se perder em gestos rasos que evaporam na superfície do dia. Amor é uma história escrita com a tinta invisível do tempo, um enredo com início, mas sem fim. É resistir às tempestades, manter promessas em silêncio e carregar no peito uma memória que jamais se apaga, mesmo quando a vida toma caminhos opostos. Amar é viver além da presença, é sentir além da ausência — é eternizar alguém dentro de si.
O que você fez bem hoje, pode ser que amanhã desapareça como uma lágrima que se perde na chuva, mas continue fazendo bem hoje, pois o foco está no valor do que é feito agora, independentemente do que acontecerá depois.
O bem que você faz hoje pode desaparecer amanhã, como uma lágrima que se perde na chuva. Ainda assim, continue a fazê-lo, pois seu valor está no presente, independentemente do que virá depois.
Cansei de lutar contra a maré. Cansei de sonhar sonhos perdidos. Cansei. Prefiro abraçar a realidade nua e crua. E a realidade é linda! Muito melhor do que jamais sonhei. O resto... Mas o resto é resto...
Perdoar 70 X 7, significa que mesmo que a morte chegar primeiro que o que te difamou, você não deve nada.
O medo da rejeição é um sentimento um tanto irracional — porque é como perder uma corrida onde você tem 50% de chance de vencer, por nem tentar.
Quando Jesus Cristo é o centro, quem erra pede perdão, quem sofre o agravo perdoa e Deus é o Juiz;
Ele era um homem perdido... sua mente estava enredada em labirintos de pensamentos e emoções, entrelaçada intimamente com os mistérios do coração.
Nenhum dinheiro pode restituir a vida perdida na busca por riqueza. Não troque sua vida por dinheiro. No entanto, se você viver amando o que faz e ainda conseguir ganhar dinheiro por isso – algo que faria de graça por tanto que ama – então, receber mais dinheiro e, eventualmente, receber novamente na aposentadoria, é um bônus extraordinário.
Da um Bom dia a alguém, você não vai perder seu tempo.
Mas vai fazer pessoas feliz, por lembrar e deseja um belíssimo dia!
Não adie para amanhã o que o coração deseja hoje.
Ore, perdoe, agradeça, demonstre! O tempo é efêmero e o amanhã, incerto. Expressar os bons sentimentos e o cuidado não te torna frágil; ao contrário, enriquece-te e fortalece aqueles que os recebem. Já o arrependimento... ah, meu amigo, este pode consumir a alma e tornar-se um companheiro eterno.
O sofrimento egoísta pela perda de um ente querido surge quando nos concentramos mais na ausência que sentimos do que na libertação e continuidade do caminho daquele que partiu. É natural sentir dor, mas o apego exagerado demonstra uma visão limitada da vida como um todo. O verdadeiro amor deseja o bem ao outro, mesmo além da matéria, compreendendo que a morte é apenas uma passagem e que o espírito segue vivo, amparado e em evolução. Transformar a dor em resignação e prece é a forma mais elevada de honrar quem amamos e de contribuir para sua paz e progresso espiritual.
Às vezes, quem não sabe o que quer se perde nas próprias incertezas e, sem perceber, afasta o que mais desejava. A falta de clareza transforma momentos valiosos em lapsos de dúvida, e quando finalmente percebe o que perdeu, já é tarde demais para voltar atrás. O destino, muitas vezes, apenas observa, dando espaço para que o egoísmo ou as inseguranças tomem a dianteira, enquanto aquilo que poderia ter sido eterno se desfaz.
O egoísmo, ao se concentrar apenas no desejo próprio, impede o compromisso, e ao olhar para trás, a dor não vem da perda em si, mas da constatação de que o que sempre quis estava bem ali, ao alcance. A indecisão e o egoísmo fizeram com que não enxergasse. O que restou foi a lição amarga de que, às vezes, o que não sabemos valorizar é exatamente o que mais desejamos.
Por muito tempo o silêncio foi a companhia mais leal à minha boca. Dela a palavra se perdeu. Engoli e com força o vômito, o suspiro, o choro, o rancor, a dor, a raiva. Às vezes, até mesmo a alegria. Esse medo bobo de desagradar que implantaram dentro de mim. E nesses movimentos caóticos me perdi dentro de mim mesma. Me afoguei no mar de palavras que permaneceram em tempestade, me puxando para dentro, não permitindo emergir. Esse mar que me tira a liberdade e que me faz muda diante, principalmente, daquilo que me fere a pele. E venho escolhendo todos os dias a desaprender o silêncio. A reencontrar a palavra, a não mais engoli o que me tira o sono. O que deixa na boca um sabor amargo.
