Poemas de amor para namorado
No fragor da noite
Percebi uma ausência
Dissolvida na constância
Do hoje
Move-se em latência
O silêncio
E eu calei
Aquietei-me
Por fim
Não quero atrapalhar
O barulho que o
silêncio faz.
Quisera eu
Poder te olhar nos olhos
E dizer tudo aquilo que sinto por você
Sentir o calor do teu corpo
Em um abraço caloroso
E te provar que todo meu amor é seu...!
Você, sempre te admirei de longe
Nunca pensei que teria essa chance
Eu gosto de você, e isso é concreto
Mas sempre foi discreto, com o ar de incerto
Nunca pensei que sentiria o que senti você.
Ciúmes!? É uma coisa que eu nao consigo entender
Ainda tenho muito que amadurecer
E aprender, mas de uma coisa é certa eu não consigo parar de pensar em você
Tenho muitos sonhos
E sempre você está lá
Com olhar sereno e sempre a me abraçar
Espero que esse seja o primeiro de muitos poemas que lhe escreverei
De um Cara quaquer
pra uma dama que eu me apaixonei
Minha flor
Quero ir com você,
Aonde quer que você vá.
Numa cabana,
Numa fogueira a beira-mar.
Ver teu sorriso,
Então dormir feliz.
Viver a vida na paz
E o amor que eu sempre quis.
Quero estar com você,
Sempre que o dia amanhecer.
E ao anoitecer,
Dormir com teu cafuné.
Amar um pouco mais
A cada dia que eu viver.
Plantar mil flores
Pro nosso jardim crescer.
Venha, minha flor.
Quero sentir o teu perfume.
O luar espera por nós dois.
Amar sempre foi algo abstrato,
Amores anteriores vieram pra me ferrar.
Mas você veio, e me fez ser grato
Pois finalmente alguém de verdade veio me amar.
Oh Mar!
Será que eu poderia evitar, fazer boca boca sem lhe tocar, sentir o seu hálito e não beijar?
Oh Mar!
Será que valeu a pena sonhar;
Eu era a lua, você o mar.
Olhar as estrelas e nos amar?
Oh Mar!
Onde foi que eu errei? Se fui muito lento ou procrastinei? Eu certo ou errado, eu juro lhe amei.
Oh Mar!
Sentir que eras vasto e de cabeça me joguei, mas seu amor foi fluido, líquido, raso.
E de tão raso o teu perigo
não atinei e enquanto lhe amava me afoguei.
Oh Mar! Vê se transborda sem me afogar.
amor_in_versus
Toc"ar-te"
Am"ar-te"
Beij'ar-te"
Amar é arte
E se é arte é inspiração
Inspirar e ação
É sentir com intensidade, agir e se fazer chegar a um coração.
Seja pois minha vida, minha arte minha inspiração.
A musa que inspira minha ação.
Prometo-lhe com devoção todos os dias dedicar-lhe uma canção.
Cuidar, proteger e AM"AR-TE"
amor_in_versus
Empatia
A verdade é que ela se cansou de "sentir" por tanto ver violência e por só viver relações afetivas curtas e desinteressadas. Hoje, ela prefere ser fria internamente, está desacreditada. Porém, mesmo que as pessoas ao seu redor vejam a frieza como solução e digam para ela que tudo bem em ser assim, ainda há um vazio naquele coração. Vazio que não se cura com remédio ou com o se ir a terapia, mas com o se deixar a própria mente gritar: "e se fosse comigo??".Quando ela imagina se fosse com ela, sente ao invés do frio, a dor. "Dói, deve ser difícil para ele e poderia ser comigo!"-ela diz, então entende que não é porque o seu coração está machucado que precisa ser fria com os outros. Isso é empatia! Acredite, o “e se fosse comigo?” é algo forte! Teste e creia, porque um pequeno movimento ainda pode sim provocar um tsunami.
@keylak.holanda
Será que você sente a minha falta,quanto eu sinto.
Sera que você me deseja,como eu te desejo.
Sera que você suplica pelo meu toque,como eu suplico.
Sera que você me ama,como eu te amo.
Se sim,por que você não demostra?
Se não,por que ainda estar comigo.......
Você é a saudades que eu gosto de ter...
Sinto falta de alguém
Alguém que preenchia meus sentimentos
Que me ouvia como ninguém
E completava meus desejos
Tempos se passaram
Mas ainda me faz falta
Pessoas me apoiam
E nunca me completa
Quando estou pela rua,
Vejo casais se amando
Imagino nossas mãos apegadas pela rua
Enquanto olhares ficam se trocando
Meus pensamentos variam
Mas sempre retorna até você
Meus sentimentos almentam
E nunca esqueço você
Lembro de nossas mensagens
Percebo seu amor e carinho
Me apresso pelas passagens
Até você irei sozinho pelo caminho
Ela precisa descansar.
Descalçar os pés e caminhar na areia da praia.
Ela precisar se arrumar.
Organizar os pensamentos e sentimentos que tiram o sono.
Ela precisa transbordar.
Esvaziar o suficiente para se encher do que que faz bem.
Ela precisa amar.
Apreciar cada detalhe de sua própria história.
Eu tento não reagir as emoções que me trazem ao passado. O que passou passou. O passado trouxe cicatrizes, sonhos desfeitos, mágoas, ressentimentos, mas trouxe também o lado feliz da história do qual não quero me apegar.
Então, como eu me sinto? Eu me sinto com pressa, com vontade de experimentar tudo que ainda não vivi, com uma louca sensação de acreditar que eu devo e mereço viver a intensidade de uma grande amor.
A regra número um é não deixar a carência tomar conta, não se deixar influenciar pelo fato de você está solteira a tanto tempo, não permitir que o coração diminua o seu juízo.
Tento manter a atmosfera de que ainda não chegou a hora, de que mesmo que eu me sinta pronta, talvez eu não esteja tão pronta assim, talvez eu precise curar feridas que acredito estarem curadas.
Quando você acordar
Estarei aqui prá você
Se comigo a noite sonhar
Não deixe de me dizer
Como foi o sonho?
foi bom?
Como foi o sonho?
foi lindo?
Como foi o sonho?
meu bem?
Me conta,
Que eu já estou sorrindo!
A Área Cinzenta
Nunca fui daqueles que se apaixonam pelo brilho imaculado das virtudes. Tampouco daqueles que abandonam ao primeiro sinal de falha. O que me move, o que verdadeiramente me atrai, é outra coisa — algo menos visível, mais sutil, quase indizível.
Aprendi — talvez a duras penas — que ninguém ama só o que é belo. Que ninguém desiste só do que é torto. O amor real, aquele que sobrevive às estações, não floresce apenas no jardim das qualidades, nem morre no pântano dos defeitos. Ele nasce ali, entre um e outro, em um terreno silencioso e inquieto: a área cinzenta.
Essa terra estranha, onde não há garantias nem perfeições, onde convivem a luz que aquece e a sombra que assusta. Um lugar onde o olhar não se detém apenas no encantamento — mas ousa seguir adiante, até encontrar aquilo que dói, que desafia, que expõe.
Ali, os olhos não brilham apenas pelo que fascina, mas pela coragem de ver o que é humano demais.
É nessa zona imprecisa que o amor se revela como ele realmente é: imperfeito, sim, mas imensamente verdadeiro. Porque ali o outro não precisa performar, não precisa provar, nem esconder. Ele apenas é. E isso basta.
Não me interessam os amores de vitrine — polidos, artificiais, à prova de mágoas. Nem os romances descartáveis, que se desfazem diante do primeiro tropeço. O que eu procuro — mesmo sem saber exatamente como chamar — é esse tipo de vínculo que se assenta entre a admiração e o desconforto, entre o que me eleva e o que me testa.
Na área cinzenta, o amor é trabalho e escolha. É entrega que não exige perfeição, mas inteireza. É quando olho o outro, cheio de falhas, e ainda assim digo: "sim, eu fico." Não por cegueira, mas por compreensão. Não por carência, mas por coragem.E ali, nesse ponto onde o ideal cede lugar ao real, que mora o amor que me interessa: aquele que vê tudo — e ainda assim, permanece.
No jardim do tempo, há flores raras,
E entre tantas, te encontrei,
Doce encanto, brisa clara,
Meu destino, minha lei.
Seja estrela na minha estrada,
Sol que aquece sem tardar,
Que esse sentimento -AMOR- seja jornada,
E jamais deixe de brilhar.
Só queria mesmo era te dizer e mostrar como pode ser bonito o olhar do mundo sobre você. E que
você é bonito "Double-face" quando você quer ser. Daqueles que a gente quer só ficar
ouvindo e vendo sorrir pra sorrir também.
Perdão
Sou o teu perdão
A tua voz na imensidão
Sou a brisa leve
E o que atreve
A te agradar
Pra você que tem medo chuva
Esqueça que o pingo molha
Se atreva a vida, ao agora
Não se importe com o se molhar
A vida tem dessas é breve
Perde tempo
O que não se atreve
se perde só no que se deve
E vive tentando pagar
Por algo que dá vida é troco
Subindo e descendo o morro
Encantado com o desafogo
Só pra dor da vida enganar
Ilusão que te tira do agora
O amor que te cobra te adora
Põe teu pé no chão e firma a hora
Da a chance pra tu acordar
Sou o teu interperio
Ponho concreto
No teu pensar
Constrói a paz
O que te faz
espairecer
Sou o teu perdão
A tua paz
Na imensidão
Sou brisa leve
O que te atreve
A se animar
Quando nós conhecermos, senti-me sobrecarregada por gratidão, senti-me presenteada, como se uma prece fosse atendida.
Ao partir sem se despedir, senti que todas as orações de agradecimento tivessem se perdido.
Será que é por isso que te foste tão cedo e sem se despedir?
Será que é por este motivo que tive que reaprender a viver sem você?
Para aonde vão às orações perdidas?
Ainda me recordo de você e continuarei recordando-me. Descanse em paz!
Os poemas que líamos juntos, foram escritos por nós dois.
Fomos autores da nossa própria história, e quando você partiu, tornei-me um livro incompleto, uma narrativa sem fim.
As pessoas tentam-me ler, mas as páginas estão incompletas e as que ainda existem, eles não intendem. Talvez ninguém nunca saberá ler-me da forma que você me leu.
