Poemas de Amor de Fernando Verissimo
Por que insistir em chamar de amor aquilo que se esconde em aparências dentro de um porta-retrato? O que ali viveu já morreu, está enterrado junto com a vergonha esquecida. Fingir é enganar a si mesmo, é viver uma realidade sem alma, enquanto o verdadeiro amor habita apenas na liberdade do ser.
A propósito, o que realmente é o amor — esse sentimento que tanto evocamos e do qual aprendemos a viver a essência da vida?
Talvez o amor seja a força que nos sustenta, o elo invisível que une o sentir ao existir.
O mundo se fez névoa; o amor se refugiou nos corações esquecidos, e o povo perdeu a força de procurá-lo.
Se você não conseguir cuidar de si com amor, não poderei seguir ao seu lado nessa jornada o teu exemplo.
Enquanto houver esperança, viva com dignidade.
Afinal, o amor, a paz e a própria vida são fontes que alimentam a esperança daqueles que, por algum motivo, já a perderam...
Somamos muitos, mas poucos desfrutam da simples recompensa do amor. Afague-se na imensidão do vazio e reponha sua ideologia; descubra do que é feito, qual é sua composição química. Ela pode até tentar induzir, mas busque a paz e o amor, pois o espírito já chegou completo — basta apenas se adequar.Não é preciso ir além; esteja presente no tempo que lhe é próprio para viver. E se cair, levante-se. Aprendi que os passos servem para levar o corpo, não a alma.A erraticidade, como costumamos dizer, é uma passagem que aprimora o espírito, onde o verdadeiro argumento é a vontade de vencer. O fardo do ontem deve ser mais leve hoje, não brigue com o amanhã se está bem agora.Entenda que a vida é para ser vivida — não um caos lamentável de queixas. Reflita novamente: não é preciso ir além; esteja presente no tempo que lhe é próprio para viver..
Não me julgue pela distância — quando o amor é verdadeiro, ele permanece presente mesmo estando longe...
Não,não tem razão o coração que nao amou a solidão. Não,não tem amor o coração que nunca sentiu dor. É uma história nesta vida a gente sofre com a vitória. É lamentação o coração que não amou multidão. É uma triste poesia do amor.
Se eu te confessar que és o meu amor, talvez não compreendas a lógica da minha verdade — uma verdade tão intensa, tão sincera, que só o coração é capaz de decifrar. Mesmo quando se encontra em silêncio, mesmo quando pulsa entre os cacos de um amor em pedaços, ele ainda reconhece um coração despedaçado.
O meu amor por ti é fiel, justo e verdadeiro; nasce da pureza do meu coração e cresce a cada instante como uma chama que nunca se apaga. É um amor que não conhece limites, que se mantém firme estável diante das dificuldades e que floresce na alegria dos nossos dias. Em ti encontro paz, esperança e razão, e é por isso que te amo com sinceridade, lealdade e intensidade, hoje e sempre.
Este amor que sinto transcende a compreensão, é poesia viva que pulsa forte dentro de mim, e portanto, viver longe de você é negar a essência do que sou. Quero ser o teu companheiro, amante e amigo nessa dança da vida, onde a felicidade se faz nossa companheira constante...
Todo ciclo na vida chega ao fim. Amor, trabalho, o poder, amizades, tristeza, pois nada é eterno. Hoje, alguns desses chegaram para mim. Isso não é derrota, é vitória, é o abrir dos olhos para quem me teve como oportunidade e me perdeu.
"A maior prova de amor que uma pessoa pode demonstrar para a outra é falar da salvação que só há em Jesus Cristo".
Afinal Amor e ódio, possuem a mesma quantidade de palavras, agora tudo dependerá da sua escolha, ambos possuem significados muito diferentes.
Quando um dia perceber que o seu amor está se acabando, recorde o motivo pelo qual ele começou e pense na saudade que vai sentir quando ele realmente deixar de existir.
No amor não há medo; pelo contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor.
"Ah, a doce lembrança de um tempo onde o nosso amor era a melodia constante... Recordo-me com ardente saudade de quando eu fazia do nosso romance uma narrativa diária, enviando-lhe novas histórias de amor, ou de quando a urgência do meu desejo me impulsionava a atravessar distâncias, movido unicamente pela necessidade irrevogável de a ter nos meus braços."
