Poemas de Amor de Fernando Verissimo
Surpreenda-me
Eu quero receber amor e carinho
Eu quero que você surpreenda-me
Eu quero sentir o quanto gosta de mim
Eu quero que você surpreenda-me
Eu quero que escreva cartas, faça uma declaração
Eu quero que você surpreenda-me
Eu quero que me acorde com beijos e carícias
Eu quero que você surpreenda-me
Eu quero que me faça enlouquecer de paixão
Eu quero que você surpreenda-me
Eu quero sentir o calor do teu corpo no meu e você sussurrando no meu ouvido
Eu quero que você surpreenda-me
Eu quero que diga que me ama, que é meu homem e eu sou sua mulher
Eu quero que você surpreenda-me
Eu quero me agasalhar em seus braços e me sentir protegida
Eu quero que você surpreenda-me
Eu quero que me peça pra ficar quando eu disser que estou indo
Eu quero que você surpreenda-me
Eu quero um pequeno e singelo gesto de tudo o que sente por mim
Eu quero que você surpreenda-me
Eu quero que mereça o meu amor, por isso que peço tanto...
...que você surpreenda-me!
Aprendi que quando se ama não existem regras!
Nada padroniza o amor.
O momento faz a metamorfose de como deve ser o amor, sem padrões..sem certo..sem errado..
O amor moralismo nenhum limita, frase pronta nenhuma define.
Aquilo que é precário ou que é excessivo no amor se ajeita, e se completa de algum jeito.
Amar é ser avesso! Nem melhor, nem pior...
é descobrir que “somos muitos mesmo sendo dois”.
Aprendi que quando se ama, ama-se e pronto!
Amor não se justifica, sente-se!
...amar é querer bem! ..
amar é
querer de perto...
Ame =))
Carta ao meu amor (Resposta a Renato Russo - Via Láctea)
Durante todos os segundos desse tempo
Você é a segunda coisa que eu mais quero
Mas se o seu comportamento muda como o vento
Amanhã é outro dia e é por isso que eu te espero
Já estou acostumado a lutar por meus amores
Pois sempre existe um caminho quando tudo está perdido
Sigo firme esse caminho sem pensar nas minhas dores
Pois não quero morrer como se nunca tivesse vivido
Eu já disse e repito
Não me importo como, quando e onde
Me importo apenas em andar ao seu lado
Mesmo que às vezes eu não me sinta acompanhado
Fazer você se apaixonar
Fazer você rir das desgraças da vida
Fazer você mostrar tudo o que sente
É tudo parte de um plano indecente o qual eu chamo de maligno.
E veio a despedida, a festa acabou
Aquela coisa linda, que se chamava amor
Deixou só a lembrança, não quis permanecer
Perdeu a esperança da gente se entender
E sem pedir licença, a solidão chegou
Com ar de inocência, nem mesmo se importou
Com a volta da saudade, não teve mais conversa
Nem uma amizade pra gente interessa
Mais um na madrugada, estrago a minha vida
Com a rapaziada, me entrego à bebida
Quem sabe te esqueço, na mesa de um bar
Ou então enlouqueço e te peço pra voltar
Passou uma semana, a raiva teve fim
No quarto a nossa cama, não quer saber de mim
Me culpa e me castiga, pela falta de amor
Acha que essa briga foi eu quem começou
E na realidade, sinto falta de você
Você é a saudade que não dá pra esquecer
Quando o amor é de verdade dispensa até procura
Você é a felicidade que eu não encontrei na rua
E o amor se fortalece, o sonho renasceu
Quem ama não se esquece, de tudo o que viveu
Assim é a nossa estória, contada pelo avesso
A estória de um amor do fim ao recomeço
E o amor se fortalece, enfim sobreviveu
Quem vê até parece, que nunca se perdeu
Assim é a nossa estória, contada pelo avesso
A estória de um amor do fim ao recomeço
Um amor de verdade
É aquele que surpreende com seu carinho cotidiano e matutino.
Ele sempre me acorda com beijos e abraços bem apertados, como se quisessem dizer algo além do alcance de suas palavras.
É aquele que liga pro que eu sinto, pro que eu penso, pro que eu quero, e me liga várias vezes no dia, pra dizer que me ama, pra saber se já almocei, pra saber se está tudo bem, e outras vezes, quando vem de mansinho, eu já sei que é pra me pedir favores.
Favores esses nem sempre dignos de serem feitos, mas com aquele jeitinho que só ele sabe, convence qualquer um de satisfazer suas vontades, muitas delas, vaidades.
É aquele que enlouquece com sua paciência inquietante. Que se esforça para agradar a todos que o cercam, mesmo contra a sua vontade.
É o verdadeiro cavaleiro, jamais conheci outro igual e acho que jamais conhecerei.
Não poupa gentilezas e confortos para me mimar, desde fartar a minha fome de algo novo: um prato diferente, um cheiro inovador, um clima encantador, até o simples fato de saciar minha sede (de água mesmo) pela madrugada.
Ele, sempre presente em todos os momentos da minha vida, desde os mais turbulentos aos mais simples, no entanto, inesquecíveis, desde que ao seu lado.
Ele é sensível, se permite chorar e virar menino nos meus braços, porque sabe que aqui ele vai encontrar todo abrigo necessário para esperar qualquer tempestade passar.
Ele é infinitamente mais do que eu mereço.
É um garoto disfarçado de valente.
É uma carência disfarçada de suficiência.
Simplesmente o amo de verdade!
Menina: Amor, você me ama?
Menino: Claro, meu amor, te amo mais do que qualquer coisa =)
Menina: Então prova, grita pro mundo inteiro que você me ama.
Menino: (fala no ouvido dela ) Eu te amo!
Menina: Não entendi.
Menino: Você é meu mundo inteiro s2
Preservar memórias é um gesto de amor com o tempo.
É recusar que os dias importantes se dissolvam no esquecimento apressado da rotina.
A fotografia revelada carrega um peso diferente. Ela atravessa o toque, o olhar demorado, o silêncio que se cria diante de uma imagem que permanece. Não depende de bateria, de senha, de um arquivo perdido entre tantos outros. Ela existe. Está ali. Respira junto com a casa.
Os passeios registrados não são apenas lugares visitados — são estados de espírito vividos. O riso que escapou sem aviso, o vento no rosto, a mão que segurou outra com força. Quando essas imagens ganham moldura, deixam de ser apenas lembranças pessoais e passam a fazer parte do ambiente, da história cotidiana, da identidade de quem habita aquele espaço.
Uma fotografia emoldurada não é decoração.
É presença.
É memória que se recusa a ser esquecida no fundo de um celular.
É o passado caminhando suavemente ao lado do presente.
Há algo profundamente humano em passar por uma parede e ser atravessado por uma lembrança. Em parar por alguns segundos diante de uma imagem e sentir o coração reconhecer aquele instante. Como se a vida dissesse: isso foi real, isso foi seu, isso valeu a pena.
Emoldurar fotografias é escolher o que merece permanecer visível.
É dar honra aos dias que nos moldaram.
É permitir que as memórias nos acompanhem, não como nostalgia, mas como raiz.
Porque algumas lembranças não nasceram para ficar guardadas.
Elas nasceram para serem vistas, sentidas e revisitadas — todos os dias.
Por Jorgeane borges 8 de Janeiro 2026
Somente por amor a gente se arrisca.
É por amor que caminhamos em direção ao que não sabemos explicar, como quem segue uma miragem no meio do deserto. Sabendo, no fundo, que pode não ser real — e ainda assim indo. Porque o amor não pede garantias, pede entrega.
O amor nos ensina a decifrar silêncios, a escutar o que não foi dito, a tocar mistérios com mãos trêmulas. Ele nos faz acreditar em promessas que ainda não existem, em destinos que só se revelam para quem ousa permanecer. É uma música que começa baixa, quase imperceptível, mas que cresce dentro da gente até não caber mais no peito.
Há algo de miragem no amor: ele cintila à distância, nos chama, nos ilude e nos salva ao mesmo tempo. Às vezes é engano, às vezes é esperança. E mesmo quando descobrimos que não era água, seguimos adiante, porque a travessia também nos transforma.
Amar é arriscar-se ao impossível. É atravessar desertos internos guiados apenas por uma melodia que insiste em tocar. É escolher sentir, mesmo sabendo do cansaço, da sede, da queda. Porque só o amor nos convence de que vale a pena ir além do que é seguro, além do que é lógico, além do que é visível.
E no fim, mesmo que a miragem se desfaça, algo permanece: o som da música que nos moveu. A coragem de quem ousou. A certeza de que só por amor a gente vai tão longe.
Por Jorgeane Borges
- O Amor é Filme - Cordel do fogo encantado
O amor é filme..
eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a
gente ama
eu sei por que sei muito bem como a cor da manhã fica
dá felicidade, dá dúvida, dor de barriga
é drama, aventura, mentira, comedia romântica
um belo dia a gente acorda e hummmm...
o filme passou por a gente
e parece que já se anunciou o episódio dois
é quando a gente sente o amor se aboletar na gente
tudo acabou bem, agora é o que vem depois
o amor é filme
eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a
gente ama
eu sei por que sei muito bem como a cor da manhã fica
dá felicidade, dá dúvida, dor de barriga
é drama, aventura, mentira,
comedia romântica
é quando as emoções viram luz
e sombras e sons, movimentos
e o mundo todo vira nós dois, dois corações bandidos
enquanto uma canção de amor persegue o sentimento
o zoom-in dá ré e sobem os créditos..
O amor é filme e Deus espectador!
Para o Guerreiro não existe amor impossível
Ele não se deixa intimidar pelo silêncio, pela indiferença ou pela rejeição. Sabe que -atrás da máscara de gelo que as pessoas usam - existe um coração de fogo. Por isso o guerreiro arrisca mais que os outros. Busca incessamente o amor de alguém - mesmo que isso signifique escutar muitas vezes a palvra não, voltar para casa derrotado, sentir-se rejeitado em corpo e alma.
Um guerreiro não se deixa assustar quando busca o que precisa. Sem amor, ele não é nada.
Um amor do passado
Com você aprendi o que é amar e ser amada ...
Aprendi a dar valor aos pequenos momentos ...
Aprendi que com o tempo o amor se torna cumplicidade, amizade..
Aprendi que mesmo amando ninguém pode por a sua felicidade nas mãos do seu amor..
Aprendi a dar risada de coisas banais, superficiais mas que me tornou mais feliz..
Aprendi que ao acordar devemos sempre dizer Bom Dia...
Aprendi a ser mais persistente, como você..
Aprendi a ouvir musica alta no meio do nada...
Aprendi como é ser amada, desejada...
Aprendi a falar mais..
E a dialogar ...
Aprendi a conviver com todos os tipos de pessoas desde a mais simples a mais sofisticada...
Conheci lugares indescritíveis que se tornaram mais maravilhosos ao seu lado..
Aprendi que ninguém muda outra pessoa por mais que a ame...
Aprendi que sempre alguém deixa algo a desejar..
E que os dois contribuem para o fim...
Aprendi que com o passar desses 10 anos você mudou ...
Aprendi que você já não me amava mais como antes...
Meses se passaram e nunca mais ti vi...
Mas por acaso ouvi sua voz que estava com um ar tão frio, assustado, indiferente..
Que me fez confirmar que você ficou no passado..
Aprendi que independente dos rumos que a nossa vida tenha tomado, me sinto muito grata por ter sonhado, vivido e ter conhecido alguém como você
Que alem de ter me feito feliz de todas as formas de que um homem pode fazer uma mulher feliz
Serviu de lição para eu ter mais cuidado da próxima vez...
Desejo muito que você seja feliz...
Pois para mim tudo foi um sonho lindo ..
Você ficou no passado..
Vou viver minha vida...
APRENDI QUE VOCÊ ERA UMA PESSOA MUITO ESPECIAL MAS QUE SE TORMOU APENAS UMA LEMBRANÇA
Feliz aniversário, amor! Que seu novo ano seja repleto de lindas conquistas e novos aprendizados. Que você se aproxime cada vez mais de realizar seus sonhos, pois sei o quanto batalha para torná-los realidade. ✨
Tenho muito orgulho de acompanhar seu crescimento e ver a pessoa linda que se torna a cada ano que passa. Saiba que eu sou a pessoa que mais torce pelo seu sucesso e pela sua felicidade. Te amo!
Sonhos de verão
Sonhos de amor e de paixão.
Sem culpa, sem perdão, além do sim e do não.
Sonhos de esperança.
Sonhos de criança.
Mundo colorido, carrossel.
Sonhos dos sonhos.
Vidas que cruzam.
Amizade, carinho e satisfação.
Sonhos de verão.
Carta de um amigo para um amigo especial
Tirei esse tempinho para te dizer o quanto você é especial, talvez no nosso dia a dia estamos correndo tanto e esquecemos realmente o que nos importa.
Corremos atrás de sonhos, de objetivos e ficamos cegos ao mundo que polui nossa mente com metas sem sentido. O importante pra mim hoje é te dizer o quanto você é especial...
O quanto você é importante. É te pedir perdão pela minha falta de capacidade de administrar o meu tempo e compartilhar minhas alegrias e dificuldades com você. Não temos muito tempo nesta terra, talvez com tudo que está acontecendo, nós nem nos vejamos mais. Por esse motivo, vi a importância de te lembrar o quanto você é especial.
Não podemos guardar nenhum tipo de mágoas, ódios, e nem sequer ressentimentos insignificantes. Pois talvez seja tarde para dizer o quanto você é especial.
Ao dormir, lembre-se: você é especial.
Ao acordar, lembre-se: você é especial.
Ao trabalhar, lembre-se: você é especial.
Sempre foi e sempre será especial para mim!
Todos os dias
Eu gostaria de aprender a envelhecer
Se está tudo indo bem
É porque ontem encontrei você
Episódios se repetem
Novas chances aparecem
E a eterna dúvida do que virá depois
Não vem dizer o que eu devo ou não fazer
Você não honra suas promessas
E não muda suas atitudes
Depois não vem dizer que eu nunca te avisei
Melhor tomar cuidado com o que diz
Minha casa são muitas, uma só todas elas; o morar é a casa
com varandas, janelas.
Obs.: trecho adaptado. Texto original "Essa casa são muitas", do poema "Memória da Casa" de Walmir Palma e Fernando de Oliveira.
Entrelaços duplamente eternos
Sob a lua prateada, tão serena e tão casta,
No princípio se eleva a imagem que contrasta.
Por entre estrelas de um azul profundo e frio,
Deus traçava o infinito, seu divino desafio.
O mármore do tempo, tão polido e sem falha,
Ressoava na cidade, na vida que trabalha.
Em ouro e prata, brilham as máquinas de ferro,
Álvaro vê Bilac, no reflexo do espelho.
"Amarás!", dizem versos em rimas bem medidas,
Mas o grito da alma, nas ruas e avenidas,
Se perde na turba, na frenética canção
Da máquina e estrofe, pulsação e coração.
Porque Deus, em seu esplendor e perfeição,
Ofertou ao mundo um Filho, a salvação.
Mas na esquina de Lisboa, em um olhar de contraste,
Campos busca o seu ritmo, antes que sua alma se desgaste.
"Eis que estou!", exclama o poeta, em pulsação,
Na busca pelo eterno, pela exata expressão.
A beleza parnasiana, na técnica e na arte,
Se funde com o grito, rasga a alma, parte a parte.
Na metrópole do ser, onde o sonho e o real colidem,
Bilac e Campos dançam, e suas vozes decidem:
O eterno e o efêmero, juntos, se entrelaçam,
Em versos e máquinas, que o tempo não deslaçam.
O Véu de Lete
Antes do alvorecer, fui tudo.
Rei e réptil, mãe e mártir,
ferro e flor.
Fui punhal e promessa,
fui incêndio e oração.
Mas ao nascer, bebi do rio.
E esqueci.
O nome da lâmina que me cortou.
O rosto da alma que me amou.
Os juramentos murmurados entre dentes
na última noite de outra vida.
Tudo se perdeu.
Como areia entre os dedos do tempo.
E no silêncio do não saber,
floresceu o saber maior.
Não o saber das lembranças,
mas o saber do instinto,
da escolha que pulsa sem porquê,
do medo que avisa, da paixão que chama,
do erro que retorna como mestre.
Esquecer foi meu pacto.
Minha chance de ser novo
sem me ferir do antigo.
Pois se eu lembrasse…
ah, se eu lembrasse!
Perdoar seria impossível.
E amar, um risco repetido.
Cada gesto se tornaria prisão.
Cada encontro, um julgamento.
Mas neste esquecimento sagrado,
a alma dança.
Livre de correntes de glória ou culpa,
ela ousa errar de novo.
E ao errar, aprende —
não com a mente, mas com a essência.
No final, quando o corpo dormir
e o véu se erguer,
voltarei à margem do rio.
E saberei.
Mas por ora, bendito seja o esquecimento.
Ele é o ventre onde renasço.
É o chão fértil do esquecimento
que guarda a semente da eterna sabedoria.
