Poemas de Amor de Fernando Verissimo
Do cálice dos deuses o néctar de amor cairá sobre os acúleos que as relações fizeram brotar nas flores de sua alma, podando-os e florindo ainda mais seu âmago.
O amor aterra mesmo nas piores condições. O amor não exige benefícios, vantagens ou distinção. O amor não separa, aceita a separação. O amor é como tem que ser desejado e esperado. O amor não recusa, aceita ser recusado. O amor é estar, ficar e tornar-se. O amor é aquilo que é, na existência da vida do ser num nível mais elevado.
Que o vento traga alegria e leve a tristeza, o amor floresça e o ódio caia. Que o tempo passe e a vida seja naturalmente feliz. E os problemas nunca vençam o cansaço. Que nosso amor nunca apague a chama em coração.
O amor que foi negado, não teve a oportunidade de se expor e na espera saudável que possa ser acompanhado para conseguir demonstrar a alguém tanto amor.
O amor é uma coisa poderosa, mais poderosa do que o sangue, embora ambos corram através de nós como um rio.
O amor não é evidenciado através de discursos bonitos e sim através de ações. Porque quem muito fala, pouco mostra!
"Dizem que amor é um só, então já esgotei minha fonte do amor. Ofereci o melhor de mim à alguém que me deixou da forma mais trágica que alguém pôde. Mas dizem que a paixão é a essência que nos move à vida nos trás à liberdade. Portanto tenho esperança."
O amor é o encontro totalmente aleatório de dois seres que nem são completos nem incompletos, mas que, conscientes de seus pontos faltantes, não desejarão do outro aquilo que excede à capacidade humana. O amor salutar é reflexo da consciência da imperfeição humana.
Somos seres incontroláveis ou isso é só comigo? Porque a paixão sobrepõe o amor? Porque é tão difícil viver sem intensidade?
Os que entendem , como eu, o murmúrio do amor saberão que tudo é mistério que nenhum tempo saberá descobrir!
O amor que nasce de uma amizade verdadeira e tão subime que permite que a alma saia ao encontro do outra.
O maior erro do amor é a sua arrogância... por outro, e muito pouco, a pessoa esquece quem lhe amou primeiro (...).
