Poemas de Amigos
Amizade e seus encantos
❝ ... Amigo é flor perfumada
em dia de chuva é sorrir
mas também chorar juntos,
é sonhar os mesmos sonhos
juntos e querer dividir tudo com
o mundo. A verdadeira amizade
conhece nossa alma, sabe a dor
de um sorriso triste. Obrigado
por nunca ter desistido de mim...❞
--------------------- Eliana Angel Wolf
SOBRE AMIZADE
Já tive dúvidas, quanto a saber se meus amigos cabiam na palma da minha mão. Contudo, hoje tenho certeza que não cabem, minha mão não é suficientemente aconchegante para acomodar o amigo que almejo. Todavia ainda espero encontrar algum que caiba e queira morar dentro do meu coração.
UM AMIGO
Poetas em erros e acertos
tentam descrever a amizade,
fazem comparações
entre um amigo e outras coisas
com severa vaidade.
Quando a vida nos arrasta
para um vendaval profundo
é normal pensar que tudo é vazio,
sem importância no mundo.
Aí surge um velho amigo,
que nos conhece tão bem
simplesmente diz: estou aqui
estende a mão e nos puxa
daquele poço sem fundo.
Poetas sempre ficarão devendo
a definição perfeita de um amigo
é coisa que vem do alto
palavras serão sempre curtas
ineficazes, falíveis
posto que um amigo
é um irmão, um ser invisível
como um sorriso de criança
mesmo que esteja ausente
pela simples lembrança de que ele existe
pode nos tirar do abismo
e nos acordar com um fio de esperança
O Valor da Amizade:
Qual o valor de um amigo?
Qual o valor de um amigo fiel?
Qual o valor de um amigo sincero?
Qual o valor de um amigo verdadeiro?
Qual o valor de um amigo que te dá abrigo?
Qual o valor de um amigo que te dá proteção?
Qual o valor de um amigo que protege dos medos?
Qual o valor de um amigo que não te deixa na mão?
Qual o valor de um amigo que guarda segredos?
Qual o valor de um amigo pra todo momento?
Qual o valor de um amigo louco, mas leal?
Qual o valor desse amigo, afinal?
Qual o valor de um amigo que está presente na angústia?
Qual o valor de um amigo que te defende na ausência?
Qual o valor de um amigo que tem coragem de pedir perdão?
Qual o valor de um amigo que não abandona a missão?
Qual o valor de um amigo que deixa de comer pra dividir?
Qual o valor de um amigo chato, que briga pra não te ver cair?
Qual o valor de um amigo que fala o que você precisa ouvir?
Qual o valor de um amigo que não fala mal quando te vê partir?
Qual o valor de um amigo que luta ao seu lado e não tenta fugir?
Qual o valor de um amigo que arrisca a própria vida só pra te ver sorrir?
Será que é abençoado quem tem esse amigo?
E qual o valor de um “amigo” que trai esse amigo e se junta ao inimigo?
Na vida, existem muitos tipos de amizade,
Mas nenhuma inclui traição ou falsidade.
AMIZADE
Creio não existir coisa melhor e mais necessária, do que ter amigos.
Porém, devemos estar preparados para decepções. Pois nem sempre quem pensamos ser nossos amigos, o são.
Observe que uma amizade errada, pode colocar tudo a perder, e sua vida pode desmoronar.
Diante disto, tenha cautela ao se aproximar de alguém!
Dê valor às pequenas coisas, aos momentos, às amizades.
Conheça lugares, visite seus amigos, curta seus momentos maravilhosos.
Deus te proporciona eternamente a natureza.
Curta-a! Conserve-a! Viva-a!
Se não te empenhares assim, poderás sentir falta adiante.
Muitos de nós, pensamos termos verdadeiros amigos.
Amizade envolve mútuo comprometimento.
Cultive sua amizade como se fosse um lindo jardim.
Tratem os amigos da maneira que você gostaria de ser tratados por eles.
Conversem sobre seus interesses em comum.
Amigo de verdade deve se sentir à vontade para expressar suas opiniões.
Não sinta-se ofendido quando ele não concorda com você.
Fale sempre a verdade, seja realista.
“Todo homem tem de ser rápido no ouvir, vagaroso no falar, vagaroso no furor.”(Tiago 1:19)
Muitos de nós, pensamos ter verdadeiros amigos.
Amizade envolve mútuo comprometimento.
Cultive sua amizade como se fosse um lindo jardim.
Tratem os amigos da maneira que você gostaria de ser tratados por eles.
Conversem sobre seus interesses em comum.
Lembro como era bom compartilhar minha felicidade com os amigos, falar pelos cotovelos sobre alegrias que soavam até ofensivas àqueles que não entendiam o que se passava no interior de um corpo em festa. Eu costumava ser uma alegoria ambulante. Agora a festa terminou, os copos estão espalhados pelo chão, os pratos sujos, silêncio absoluto, ficou o vazio devorador de uma solidão impossível de ser contada.
E amai, amigos meus! Amai em tempo integral, nunca sacrificando ao exercício de outros deveres, este, sagrado do amor.
O que mais nos dá força em nossos amigos é saber que mesmo que não seja necessário, nós sempre podemos contar com eles!
Claro que sobrou um carinho, uma amizade, uma graça. O mesmo que tenho pelo resto da humanidade que julgo digno de alguns minutos do meu tempo. Mas tudo aquilo, meu Deus, tudo aquilo que era maior do que eu mesma, maior do que o mundo, que me soterrava, que me transportava pra outra realidade, que fazia meu corpo inteiro doer tanto de tanto sangue inchado que passava por ele, tudo aquilo, nossa, acabou. Já era.
Alguns amigos meus são os mesmos do passado e outros, não. Eu não tenho muitos, mas tenho bons amigos. Se eu contar, realmente, não devem passar de cinco. Mas têm outros.
Fiz muitos amigos nos últimos anos, gente do bem que posso contar a qualquer hora. E também conheci muita gente que se diz amiga e que só sorri quando quer, só empresta o ouvido quando quer, finge preocupação e na hora em que você vai desabafar diz que não quer confusão para o lado dela. Isso é amizade? Não, não é. Mas hoje eu sei, ainda bem.
Não passe muito tempo longe de seus amigos.
Não deixe eles perceberem como a vida é boa longe de você.
Então chegou o outro. Primeiro por telefone, que era amigo-de-um-amigo-que-estava-viajando-e-recomendara-que-olhasse-por-ele. Se precisava de alguma coisa, se estava mesmo bem entre aspas. Tão irritante ser lembrado da própria fragilidade no ventre do janeiro tropical, quase expulso do Paraíso que a duras penas conquistara desde sua temporada particular no Inferno, teve o impulso bruto de ser farpado com o outro. A voz do outro. A invasão do outro. A gentil crueldade do outro, que certamente faria parte do outro Lado. Daquela falange dos Cúmplices Complacentes, vezenquando mais odiosa que os Sórdidos Preconceituosos, compreende? Mas havia algo — um matiz? — nessa voz desse outro que o fazia ter nostalgia boa de gargalhar rouco jogando conversa fora com outras pessoas de qualquer lado — que não havia lados, mas lagos, desconfiava vago —, como desde antes daquele agosto desaprendera de fazer. Ah, sentar na mesa de um bar para beber nem que fosse água brahma light cerpa sem álcool (e tão chegado fora aos conhaques) falando bem ou mal de qualquer filme, qualquer livro, qualquer ser, enquanto navios pespontavam a bainha verde do horizonte e rapazes morenos musculosos jogassem eternamente futebol na areia da praia com suas sungas coloridas protegendo crespos pentelhos suados, peludas bolas salgadas. Respirou fundo, lento, sete vezes perdoando o outro. E marcou um encontro.
Perdi vinte em vinte e nove amizades, por conta de uma pedra em minhas mãos e aos vinte e nove com retorno de saturno, decidi começar a viver.
