Poemas curtos que encantam em poucos versos
Ainda sinto aquele frio por dentro, mesmo estando longe e sabendo que não vou mais o ver, parece que a sensação de frio aumenta, é triste, mas fazer o quê?
Nada nunca é como queremos...
A verdade é q ninguém presta, nem nós mesmos. Vc pode ter o coração mais puro do mundo, mas ainda vai ter aquela impulsividade.
Somos imperfeitos, e procurar a perfeição é morrer em busca de algo impossível.
Ainda que as manteigas derretam e os leites azedem, faremos bom proveito da gordura e das sobremesas.
A decisão mais bonita ainda é aquela de sempre pedir a Deus que o melhor aconteça e floreça em nossas vidas.
A quem carrega o coração com bondade, que carregue também a certeza de que as curvas, ainda que sinuosas, levam sempre ao caminho do bem...
" Tenho pena das pessoas que acham que podem mudar o mundo, mas tenho mais pena ainda daquelas que acham que não podem mudar nada."
Mesmo sendo um homem livre me diz porque eu ainda sinto as correntes presas em minhas pernas, será mesmo que sou livre ou apenas carrego comigo a ilusão tola da liberdade .
“Façamos o seguinte concerto acerca de consertos: você conserta o que há de errado em mim, ainda que para tanto fique desconsertada ao fazê-lo. Aceita meu repto? Não sei o que é pior: u rapto da mulher amada ou sua fuga.
Apenas me cobre pessoalmente.
Os meus olhos precisam do espelho dos teus para saber que ainda estou forte.
O melhor caminho ainda é estudar, o sucesso não cai do céu, portanto, o segredo do sucesso é o estudo.
(...) Ainda prefiro sapear o momento cético do poeta Drummond que com sapiência dizia: " tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo", a parafrasear como um jurista dizendo: "tenho em minhas mãos sofrimento do mundo" apenas para integrar sofrimento a valores humanos...
Nada pode ofuscar a glória de Deus. Ainda que não possamos compreender, tudo o que acontece e todos os atos humanos já estão determinados (Salmo 139.16) para um único fim: o eterno louvor de Sua glória.
Somos teimosos ao ponto de fingirmos não sentir os ventos nos tocarem à direções opostas, e ainda queremos chegar aos lugares onde as estradas do hoje jamais não nos levarão, a menos que mudemos de rotas e evitemos os atalhos repetidos que já nos enganaram..
A gente sente quando o outro se ausenta, ainda em presença. Ele se torna opaco, feito neblina – ao encostarmos a mão para sentir, não tocamos em nada além do seu vazio.
