Poemas curtos que encantam em poucos versos
Não escrevo por escrever. Não tenho auto piedade. Não me comovo. Não me reprimo. Continuo, ainda que a vida me encha de pancadas ao longo do caminho, crendo nos meus passos e de mente erguida, consciente de que farei mais por mim do que qualquer outra pessoa faria.
Muita calma para sobrevivermos. É isto que algo ou alguém quer e pede nossa contribuição ainda que nanometricamente
O som da noite, ainda que calado ou inaudível seja aos meus ouvidos, grita alto em meus pensamentos.
Das infinidades de coisas que se prendem ao passado, poder enxergar o que se tem no céu, é ainda, umas das coisas mais prazerosas e antigas da vida.
“Alguns ainda acham que grandes estruturas significam status ou imagem organizacional. Mas, hoje o paradigma é outro: é fazer mais com menos, com menos insumo, menos pessoas, menos estrutura.”
A morte ainda é um mistério, mas a vida... Um pouco menos. Sozinhos vagamos pela terra, em silêncio... Nenhum de nós vai ser lembrado, o que tiver que acontecer vai. Mas tudo bem, porque vamos deixar o mundo melhor do que encontramos.
Um dos maiores erros do ser humano é achar que não vai errar, outro ainda pior é não aprender com os erros.
Desde os primórdios, o Ser Humano ainda não aprendeu nada sobre respeito ao meio ambiente.
Continua por egoísmo, cobiça e soberba, desrespeitando o meio, o ambiente, o seu semelhante e a si mesmo. Que pena!!!
Se ele tocar em mim denovo acho que vou me desmontar... Ainda bem que isso não vai acontecer mesmo!
Não devia ter provado seu sabor, ainda tenho na língua seu gosto, um gosto de mistério um tanto embriagante e vicioso.
