Poemas Cristãos
Jesus morreu na cruz por amor a você. Ele levou o peso dos teus pecados para que você tivesse perdão, liberdade e uma nova vida.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)
Voltar não é vergonha, é coragem e fé,
É dizer: “Jesus, sem Ti não dá
Ele abre os braços, limpa a ferida,
Te dá nova veste, nova vida.
Jesus,
meu Noivo, meu Rei, meu Cordeiro,
ensina-me a esperar com vestes limpas,
com lâmpada acesa,
com coração inteiro.
Prepara-me para Teu banquete eterno,
onde não há dor,
onde só reina o Teu amor.
Jesus,
prepara-me como Tua noiva.
Tira de mim todo orgulho,
lava-me no Teu sangue e enche-me do Teu Espírito.
Que minha lâmpada esteja acesa,
que meu coração Te espere em fidelidade.
Vem, Noivo amado…
Vem buscar a Tua Igreja. Amém.
Senhor Jesus,
ensina-me a viver com saudade do céu.
Que meu coração esteja pronto,
que minha alma esteja cheia do Espírito.
Dá-me o clamor da Noiva,
a chama viva da Tua espera.
E quando ouvires meu sussurro dizendo “Vem”,
responde com Tua glória:
“Eis que venho sem demora!” Amém.
Senhor Jesus,
eu anseio o dia das bodas eternas.
Prepara-me com vestes brancas,
dá-me azeite para que eu brilhe na escuridão.
Que meu coração seja Teu,
e meu amor, sincero e fiel.
Reina em mim desde já,
pois Teu é o Reino que jamais passará!
Senhor Jesus,
me ensina a caminhar olhando pro Céu,
a suportar as lutas com os olhos na coroa,
a viver como quem já Te vê.
Quando chegar minha hora,
que eu entre com louvor,
não por merecimento,
mas pela graça do Teu amor.
E que minha história cante no Céu:
Valeu a pena viver por Ti.
Amém.
Pois amor assim, firmado em Jesus,
É farol na noite, é chama com luz.
Que venham os dias, bons ou difíceis,
Caminhemos firmes, fiéis e gentis.
Pois em cada passo, de mãos entrelaçadas,
Deus vai escrevendo nossas madrugadas.
Abraão cresceu quando saiu,
Rute floresceu quando seguiu,
e até Jesus precisou se retirar
pra cumprir o propósito do Pai.
Mesmo na dor, na ferida da alma, tua fé grita uma verdade eterna:
Jesus venceu!
E se Ele venceu, você também vence com Ele.
Por que desestabilizar o seu irmão?
Se Jesus morreu por ele;
Por que não orar para o bem dele?
Mesmo diante da decisão que tomou?
Não adianta torcer para apagar a luz de alguém; e se você não se sente bem vendo seu irmão firme servindo ao Senhor, então há outro espírito operando dentro de você.
Fonte de amor,
De PAZ e de luz.
Olha só a flor,
Que plantou Jesus.
Com todo amor,
Carregou a cruz,
Nunca reclamou.
Sempre nos ensinou,
O valor da vida,
Do grande amor.
Da alma sabida,
E da simples flor
Então posso falar.
Jesus quis ensinar.
Agora vc sabe,
O sentido de amar.
O que Jesus mais quiz falar.------------
Que vida passa de pressa.---------------
Precisa aproveitar.---------------------------
Pra aprender o que interessa.---------
Por que, poderá lhe faltar.
As vezes penso,
Que sou luz,
Entro em consenso,
Com Jesus,
Na via Láctea,
Tem buraco negro,
Em sua protuberância,
Nos tira o assossego,
E nos faz ver,
Que tudo até a luz,
Pode desaparecer,
Fazendo como uma cruz,
Toda criação,
Que mormente,
Vive uma interrogação,
Do que sente,
O infinito a se agitar,
Engole tudo,
E faz pensar,
O absurdo,
De agir assim,
Criando e descriando,
Vai se fantasiando,
Em seu jardim.
Até o fim-------------------------------
-----------------------Da eternidade,
Que não tem fim-------------------
-----------------------É a verdade,
Isso pra mim!-----------------------
-----------------------É só bondade.
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SOBRE AMAR NOSSO SEMELHANTE.
Disse Jesus, ao ensinar seus discípulos sobre o alcance do verdadeiro amor, que eles deviam amar seus inimigos e orar por aqueles que lhes perseguissem. Amar nossos irmãos deve ser algo provável para muitos, amar pessoas desconhecidas, talvez seja uma aventura prazerosa, um ótimos desafio para alguns.
Contudo, amar nossos inimigos, pessoas com quem não temos nenhuma relação nem afinidade, mas por quem temos repulsa e preconceito, é algo de fato inatingível para seres humanos imperfeitos, sobretudo para quem não consegue superar o medo de mar incondicionalmente seus semelhantes, independente da suas preferências ideológicas, etnias, costumes e crenças.
Pensando assim, a quantos anos luzes estamos distante do Cristo, e quantos caminhos ainda temos de trilhar na prática genuína do amor cristão.
Se hoje é natal para muitos que professam seguir as pegadas do Mestre, o nosso senhor Jesus Cristo, devemos nos perguntar: “As minhas ações refletem verdadeiramente a minha crença e o meu conhecimento teórico nesta seara?”
Sacrifício de Jesus
Neste dia tão sublime
Da morte do meu senhor
Eu relembro com carinho
Seu ensino, legado e amor
Por ele ter me amado
Antes de eu o conhecer
Por ter se desfigurado
Da ecelsa perfeição
Por deixar seu habitat
Sua vida junto ao pai
Por compaixão e piedade
Veio ao mundo por vontade
Pra salvar os seus irmãos.
Ao longo de sua vida
Cristo sempre ensinou
O amor, a paz, a justiça
Para todos ao redor
Mas foi no fim da jornada
Que mostrou sua bravura
Ao sacrificar sua vida
Pela redenção da criatura
Com a coroa de espinhos
E as chagas em seu corpo
Levou sua estaca de tortura
Sofrendo em cada passo
Mas mesmo assim, não desistiu
Não deixou o medo vencer
Ofereceu-se em sacrifício
Para nos fazer renascer
Seu sangue derramado
Lavou as nossas culpas
Sua dor nos trouxe alegria
Sua morte trouxe a salvação
E agora, em seus passos
Seguimos com amor e fé
Levando o seu ensinamento
Com coragem e permanente
Do ocidente ao oriente
Vou até o Rio São Francisco
pagar a minha promessa
ao Bom Jesus da Lapa,
Rezarei uma oração
no túmulo do ermitão
e vou me reunir com a multidão.
Como devota de Bom Jesus
de Pirapora vou fazer
o trajeto até o Rio Tietê,
Vou nos quatro dias
de festa lá na paróquia
para de coração agradecer,
Porque quando mais
a gente agradece melhores
bênçãos sempre irão acontecer.
O Filho Pródigo é talvez a mais conhecida das parábolas de Jesus, apesar de aparecer apenas em um dos evangelhos canônicos. De acordo com Lucas 15:11–32, a um filho mais novo é dada a sua herança. Depois de perder sua fortuna (a palavra "pródigo" significa "desperdiçador", "extravagante"), o filho volta para casa e se arrepende. Esta parábola é a terceira e a última de uma trilogia sobre a redenção, vindo após a Parábola da Ovelha Perdida e a Parábola da Moeda Perdida.
Esta é a última das três parábolas sobre perda e redenção, na sequência da Parábola da Ovelha Perdida e da Parábola da Moeda Perdida, que Jesus conta após os fariseus e líderes religiosos o terem acusado de receber e compartilhar as suas refeições com "pecadores".[1] A alegria do pai descrita na parábola reflete o amor divino,[1] a "misericórdia infinita de Deus"[2] e "recusa de Deus em limitar a sua graça".[1]
O pedido do filho mais novo de sua parte da herança é "ousado e insolente"[3] e "equivale a querer que o pai estivesse morto".[3] Suas ações não levam ao sucesso e ele finalmente se torna um trabalhador por contrato, com a degradante tarefa (para um judeu) de cuidar de porcos, chegando ao ponto de invejá-los por comerem vagens de alfarroba.[3] Em seu retorno, o pai trata-o com uma generosidade muito maior do que ele teria o direito de esperar.[3]
O filho mais velho, ao contrário, parece pensar em termos de "direito, mérito e recompensa"[3] ao invés de "amor e benevolência".[3] Ele pode representar os fariseus que estavam criticando Jesus.
Ó mestre, eu permito que tu me persigas.
“Jesus, ó meu Mestre, meu Guia, minha dor amada… eu permito que Tu me persigas, se for na direção da Tua luz.”
Há corações que já não pedem consolo, pedem apenas sentido. E nesse instante sagrado, quando o Espírito se ajoelha diante do invisível, nasce a verdadeira prece aquela que não suplica por alívio, mas por permanência na Vontade Divina.
Há dores que não ferem, purificam. Há lágrimas que não denunciam fraqueza, mas lavam o que ainda é humano demais dentro de nós. Quando a alma pronuncia esse “eu permito”, ela não se entrega à fatalidade, mas à consciência daquilo que a move: o Amor que corrige, que chama, que transforma.
Não é a perseguição do castigo, é a perseguição da graça. O Mestre não vem para punir, vem para fazer de cada ferida um altar, de cada queda uma oportunidade de renascer. A perseguição de Jesus é o toque suave da Verdade que não desiste de nós, mesmo quando fugimos do espelho da própria consciência.
Quem assim se entrega já não busca milagres, busca entendimento. Já não deseja o conforto do corpo, mas o repouso da alma em Sua presença. É o instante em que o “eu” se dissolve e resta apenas o silêncio luminoso de quem ama sem pedir, de quem serve sem pesar, de quem sofre sem revolta.
E nessa entrega sem nome, sem forma e sem recompensa, a alma descobre que a dor, quando amada, deixa de ser dor. Torna-se caminho. Torna-se luz.
