Poemas Bonitos
O historiador só percebe que está escrevendo história quando ele toma consciência do fazer história. Se um dia Kant disse que é impossível apreender toda a realidade mas apenas o fenômeno, ou seja, aquilo que aparenta aos nossos sentidos. Assim, o historiador ao falar de algo terá que lançar sua subjetividade quer seja num documento histórico, quer seja no bairro de sua casa, quer seja sobre sua história. Sendo assim sempre faltará algo nessa colcha de retalhos produzida pelo historiador.
Trabalhar as TDIC' s no ensino de história não é apenas reproduzir tal qual uma imagem num data show, mas é problematizar essa imagem levando o aluno a fazer conexões com o conhecimento já trazido de casa com a proposta de direcionamento do ensinar história proposto nos PCN's de história associado com a dinâmica metodológica do professor de história.
Qual a diferença entre historiador e professor de história? Sinceramente, não deveria haver tendo em vista que os dois foram formados para a pesquise, ensino e extensão. O professor de história em sala de aula tem toda autonomia para continuar seu trabalho na pesquisa e extensão. Não é só porque ele esta com um livro didático que este lhe tira o ser historiador. Muito pelo contrário, historiador e professor de história estão juntos, por estarem munidos do saber histórico adquirido na academia de ensino superior.
Conclui o curso de história na universidade federal do Piauí. Eba... Muita alegria e satisfação. E o que fazer agora? Cadê os concursos publicos? Onde estão as possibilidades para que o aluno formado possa desenvolver suas potencialidades? Muitas vezes o formado está fadado ao mercado de trabalho em lojas, mercados, industrias, justamente por falta de oportunidades dadas pelo governo. Poucos professores já formados em história trabalham em inúmeras escolas em diversos horários. Seria um inchaço de formandos em história?
Tudo pode ser tomado como análise de estudo e de reflexão. Em minhas aulas de história procuro estabelecer conexões entre o conteúdo de história com a realidade vivenciada pelo aluno, mesmo que essa realidade não seja próxima geograficamente do aluno. Muitas vezes estamos mais próximos daquilo que está distante de nós.
Os programas de pós-graduação estão cada vez mais acessíveis ao aluno formado, proporcionando um enriquecimento de saberes, contudo o estudo quem faz realmente não é apenas a instituição, mas sim o aluno.
O problema não esta na história que nos contam, mas sim na interpretação utilizada para se " fazer " a história contada.
O professor deve ter as ferramentas necessárias para direcionar o seu aluno ao conhecimento. Seria possível utilizar uma novela como ferramenta de construção ou desconstrução de um saber histórico? Creio que sim, e se o professor de história souber utilizar dessa realidade televisiva já vivencia pelo aluno em casa, melhor ainda será sua aula ao estabelecer conexões de saberes históricos com a realidade fictícia assistida pelo aluno.
Estar a cima do peso implica a problemas sérios de saúde, mas não apenas saúde física, até a saudade intelectual, pois ao dedicarmos horas, minutos para nos debruçarmos a leitura, o nosso corpo que agora fica mais pesado prefere por sua vez ficar na cama curtindo um belo sono.
Estudar uma outra língua assim como qualquer outro assunto requer dedicação e estudo sério. Horas de afinco e mesmo que você não consiga o importante é persistir positivamente dizendo a si mesmo: Eu vou conseguir.
O estudo DEPENDE DA INSTITUIÇÃO da qual se estuda, mas o elemento mais importante é o SUJEITO que estuda tal disciplina. Foi isso que aprendi nos cursos de FILOSOFIA e HISTÓRIA. Lembro que desde o inicio do primeiro curso queria ser escritor, mas agora aprendi que só se aprende escrever com um único elemento: ESCREVENDO.
Quando criança ao chegar no Piauí gostava de criar HISTÓRIAS FICTÍCIAS sobre o interior que morava. Utilizava minha máquina de escrever e passava horas do dia escrevendo, inventando e escrevendo. Hoje percebo o quanto a CRIATIVIDADE é importante.
Os CURSOS SUPERIORES alargam nossa visão de mundo. Apresentam "verdades", que norteiam os futuros docentes ou profissionais na sociedade, contudo percebemos um enorme distanciamento entre PROFESSORES da rede pública de ensino na rede básica com PROFESSORES universitários. As vezes, parece até mundos diferentes.
UMA VERDADE DEVE SER DITA: Provavelmente a educação no Brasil sentiria maior efeito se os PROFESSORES mestres e doutores começassem a ensinar na rede básica de ensino.
Você simplesmente acorda em um domingo de Páscoa comum a tantos outros domingos de Páscoa já passados em anos anteriores e de repente você percebe o imperceptível: " Jesus ressuscitou para dar o exemplo da capacidade de mudança ou passagem da morte para a vida do ser humano. Assim os nossos sonhos ressurgem com mais força e vigor.
O professor de sociologia do Ensino Médio deve estar em constante ATUALIZAÇÃO dos conteúdos. O livro didático traz muito conhecimento teórico, se colocarmos essas teorias com a realidade de Geminiano isso pode causar dois impactos: POSITIVO, onde os alunos agora podem exercer a capacidade de relacionar o conteúdo estudado com a realidade vivida. NÃO POSITIVO, MAS INTERESSANTE: causar provocações na mentalidade politica da cidade.
Uma ouvi dizer: " Qualquer pessoa não formada em História pode dar uma excelente aula da mesma disciplina". Penso que seja ledo engano e fico triste com algumas situações na escola Pública onde professore formados em determinadas áreas acabam ficando responsáveis por outras disciplinas. Não sou formado em sociologia e percebo que tenho que ler redobrado para poder dar uma aula descente aos meus alunos do ensino médio.
A HISTÓRIA RECENTE nos apresentou dois Papas interessantes. Um FILÓSOFO por natureza apresentava questões que das quais não poderiam ser respondidas, próprio da filosofia. Já seu sucessor TEÓLOGO por natureza apresentava respostas que não podiam ser questionadas, próprio da teologia. João Paulo II e Bento XVI dois grandes papas e bons amigos.
A FILOSOFIA NOS ENGANA, A SABER: Primeiro pensamos que esta veio para desbravar o pensamento mítico e estabelecer a valorização da razão, contudo quando começamos a aprofundar os estudos percebemos o quanto o mito é importante, valorizado e fortificado pela própria filosofia.
As regras sociais são importantes. Alguém pode dizer que regras existem para serem quebradas, contudo penso que mesmo ao quebrar uma regra você estabelece outra regra fortificando outro sistema vigente por ora, ou não.
