Poemas Ausencia Presente
O que aprendemos do passado, em termos de tecnologia, biologia, medicina, química e física, é apenas um pouco de combustível para acelerarmos o tempo presente em conhecimentos e experiências e avançar em novas descobertas para o futuro próximo.
Antes de inserir um pensamento agradável na conquista do seu amor, preencha primeiro o seu coração com desejos enaltecidos do bem, a sua mente com palavras sinceras e ambas as mãos com um simples presente, que promovam a felicidade alheia.
"O passado era um futuro jovem que toda vez que usava os sonhos para desafiar o tempo ganhava o presente".
"Pensar demais no passado causa depressão; pensar demais no futuro ansiedade; e pensar demais no presente estresse. Portanto, pense um pouco em cada um, mas com bom senso."
Impossível esquecer este futuro que vem dum passado incerto. Futuro que teima em perseguir e consumir o meu presente, fazendo novo tudo aquilo que é velho, e que faz material o que surge apenas em meus sonhos.
Adoro sonhar os meus sonhos, até porque alguns se realizam no momento certo. Pois acontecem no presente, este sendo abraçado pelo futuro que insiste em passar o meu tempo, tudo para me presentear.
Nada escapa aos olhos atentos da espiritualidade, se o ontem foi visto com desesperança, o hoje sempre poderá ser um presente para o amanhã
Por mais que o passado tenha sido bom, ele jamais deverá ser levado para casa embrulhado como presente
A vida, como o clima, pode mudar de repente — mas é essa imprevisibilidade que revela sua beleza. Viva com fé, caminhe com esperança e receba cada dia como um presente único do propósito de Deus.
Um dia bem vivido não é aquele cheio de realizações, mas aquele em que cada oportunidade foi recebida como um presente e usada com sabedoria.
Quando amadurece, percebe se que não poderemos realizar todos nossos sonhos nesta breve existência terrena, da mesma forma que percebemos, o quanto é importante ter esperança no futuro melhor, viver feliz e intensamente o hoje, valorizar entre os sorrisos o passado que ao seu jeito livre e rebelde nos ensinou alegremente, ainda mais a sonhar.
O ser humano nas maiores cidades e periferias do mundo, acorda no seculo XXI em uma gigantesca crise cotidiana existencial. A hiper exposição digital mesmo que ficcional lhe trás diminutivos que não conhecia , avança então em uma desigual possibilidade tecnológica que o atrofia e distancia da realidade, de funil desce aquosamente para uma invisibilidade social própria dos que sofrem calados e não demonstram dor. Os resultados disto são catastróficos em termos de uma vida que sonha, que quer ser, dentro dos limites possíveis vazios e meios inadequados do que não é e fecunda ser isolado, até o desesperado momento que se implode, por alguns minutos tudo pode mudar, de vitima contumaz a ser eloquente protagonista da virada em loucura, sem volta e começa o inicio da revolta, não mais escarnecer e caminhar a deriva para o seu triste fim.
Distante da humildade não há a verdadeira amizade do mesmo modo generoso que distante do perdão não há o verdadeiro amor que a tudo transcende e completa, só ilusão.
Pensamos sempre que antes era bem melhor mas esquecemos de pensar que éramos bem mais crédulos e menos exigentes.
O mercado de arte universal tem o péssimo habito de super valorizar, divagar sobre a grande importância e valor das criações geniais do artista morto.
Um mercado é insólito permissivo e especulativo desonesto, quando o atual valor atribuído a um bem é menor que a soma dos valores dos materiais empregados, adquiridos hoje.
A permanência da existência por vida e por voz nesta dimensão é efêmera. Logo é imperativo que antigas palavras e questões existenciais, amorosas, familiares e amistosas estejam sempre bem resolvidas. Uma das maiores frustrações, é ter que posteriormente falar no vazio e viver na cruel incerteza da duvida do perdão.
A sustentabilidade cultural é importante para que o modo de fazer evolua e torne se registro para as próximas gerações. A inovação ocorre com base no passado, passado presente e futuro é uma coisa só, perante a cultura. O tempo, ele é insólito, as referencias sempre dialogam com os movimentos.
