Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Ser uma pessoa afetuosa e sensível não é um ato de fraqueza,ou seja,desmostrar afetividade e sensibilidade é ser humanista.Logo,é um ato de coragem.
A enfermagem é um curso de maioria feminina.Por isso, pessoas misóginas e machistas não valorizam essa profissão.
Logo,a união é algo que deve ser mútuo para construirmos uma
enfermagem mais
democrática,altruísta e humanista
Prece em tempos de pandemia
O isolamento social
Produz um lamento
Desalento sem graça
Parece que o colorido da vida
Apagou
Apartou
Arredou
É preciso esse jogo
Virar
Quebrar
E novamente encontrar,
Celebrar com os que amamos
Quando isso vai acabar?
Em que se agarrar?
O retiramento
Por hora é a solução
Resolução que temos em mãos
Vamos acatar
Colaborar
E se Deus quiser
Essa nuvem vai passar
Evaporar
E o milagre da cura
Vai se concretizar
Deus, de nós vai zelar!
A luz que brota da ressurreição
Vai nos iluminar
Amém!
Celina Missura.
Pandemia:
Tempos de dor e aflição
Morre gente, falta pão
Um quer ir
Outro ficar
Confusão se alojou,
O povo se separou
O hospital saturou
A morte se apresentou
Vidas ceifou
Mas a vacina chegou
Uma luz no tunel brilhou.
Vacina para todos já!
Brasil do avesso
Brasil mudou de roupagem
Roubou nossa coragem
De ser um povo hospitaleiro, Fraterno, afável, amável
Agora viramos inimigos
Adversários
Pregamos o armamento
Para ceifar o contrário
O Brasil se reduziu
A privilegiados marcados
Enquanto a maioria ridicularizada
A fome sente amargada
Até o papa é xingado
Desacatado, odiado
Por pregar fraternidade
Onde reine a solidariedade
O Brasil virou do avesso
Grotesco sem compaixão
De gente roubando gente
Na dignidade, sobriedade
Negando a partilha do pão
Mas a Esperança não pode sucumbir,
se inibir, se calar mas gritar
Para um Brasil desempobrecido
Renovado, amado, prosperado
Há silêncio necessário
Parece as contas de um rosário
Passa uma por uma devagar
Para não ferir e vacilar
Há silêncio doloroso
Que provoca inquietação
Tira a alma do seu prumo
Provocando solidão
Há silêncio de amargura
Por falta de ternura
Que deixa a alma despida
Desprovida, insegura
Há silêncio gritando
Entre vales e colinas
Que seu eco trás na alma
Lembrança mais querida
O silêncio vale ouro
Nos momentos de aflição
A palavra vale tudo
No diálogo é construção
O ANO FINDA
O ano finda
Se vai à história
Para nunca mais voltar
Deixando nessa travessia um rastro de
Conquistas e derrotas
Umas experiências vencidas
engrandecidas, lindas.
Outras amargas, dolorosas e frustradas
Nem sempre superadas
Ano novo se apresenta
O que vai mudar?
Será que seremos capazes
De reagir, viver, protestar para o mundo melhorar?
Talvez o caminho
É ser presente, diferente
Compreender e perdoar
Pedir desculpas e continuar
É se curvar e acolher
Compreender
Sem se cansar nem desanimar
Enfim, sorrir, ter compaixão e amar
A saudade aperta no peito
Provoca um efeito
Que escorrega
na alma as lembranças cheias de esperança,
De sorrisos e suspiros
Aí eu espiro e inspiro uma dança na alma embalada pelo vento,
Sinfonia que acalma o tempo que vai passando
Voando
Era janeiro, já é setembro
Logo chega novembro e o dezembro da vida se aproxima
Sem rima, só saudade e cumplicidade.
A vida tem prazo
de validade
e é um campo minado.
De repente, quem amamos
se vai, de repente
já não estamos.
Ninguém se importa!
A velhice vem acompanhada da indiferença, de um "tanto faz", como se o idoso não tivesse valor
Numa sociedade exclusiva o desprezo é sutil, vil, como se a trajetoria de uma história tivesse sido em vão.
De forma alguma!
Pelo contrário, a velhice trás lembranças e emoções, e o "tanto faz" não altera as conquistas e realizações.
Na jornada da vida,
há instantes em que é
necessário afirmar um sim
e outros em que o não
deve ser a resposta.
É fundamental ter firmeza e tranquilidade para não
se permitir ser influenciado.
"Na beira do campo alegre.
A coisa agora indireitô.
Fizéru um cumércio novo.
Qui o Custódodio inventô.
Lá em cima, mais ô meno.
Pra baixo do Bem Bueno.
Bunita qui vale a pena.
Ela chama Santa Helena"...
(Antonio da Dica - 1939)
Que nunca nos falte:
O pão de cada dia.
A ceia do final de ano.
A sabedoria de um pai.
O amor de uma mãe.
O valor de uma amizade.
O calor de um abraço.
E o amanhecer de um novo dia...(Patife)
Um certo dia, em um conto de fadas, um personagem disse a um menino:
quando de repente você procurar por mim, ou tentar saber de mim,
e não tiver nenhuma noticia, e você esgotar todas as possibilidades,
Cartas, Telex, Pombo correio, mensagem em garrafas ao mar, sinais de
fumaças indígenas. Não se desespere! me procure entre dois túmulos,
eu posso estar descansando na eternidade...(Patife Mario Valen)
Querendo
um abraço,
traga-o e alivia-me.
Essa é a minha vontade.
Que bom, mas que seja uma abraço de verdade...(Patife)
Me perdi no meio de tantas letras,
me acovardei entre muitas palavras,
o certo é ser um herói ao expressar,
e me tornar um vencedor por meios de,
virgulas, pontos, acentos e travessões.
Saul Freitas
23 de maio de 2014 às 15:26 ·
(Saul Belezza - Aprendendo um novo ABC)
Sentindo renascer uma nova vida.
Imbuído em querer saber mais de ti.
Lutando por um ideal que é da gente.
Vitorias, muitas vitorias terei.
Impossivel deixar de acreditar no que diz.
Aprendendo contigo os ensinamentos dele.
Garantindo um lugar no paraiso.
Aprendendo sobre alma e espirito.
Refletindo em tudo que ouço de ti.
Criando novos horizontes, amando.
Indo de encontro ao ceu, em preces.
Adorando tudo o que se passa com fé...
(Sapetas 2014**)
Idiotices cometidas pelo homem:
Desmanchar uma cerca para substituir o arame velho por um novo, e depois guardar esse arame velho e dizer que ele pode servir para fazer uma cerca nova...
Patife)
"Perder-se é um passo para se encontrar de novo.
Respire fundo, olhe em volta,
E descubra o que seu coração deseja.
Às vezes, o caminho certo está à nossa frente,
Mas precisamos de tempo para enxergar.
Você vai se encontrar, não se preocupe,
A jornada é parte da descoberta."
(Saul Beleza)
