Poemas a um Poeta Olavo Bilac

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⁠Quem conhece o estado da Bahia
Fez pesquisa, esforços ou estudos,
Entedeu que a guerra de canudos
Pra o baiano foi pura covardia.
Quem viveu este inferno pressentia
O poder da ganância e insistência,
Extermínio, massacre e Incoerência
Morreu homem, mulher também menino;
É por isso que o povo nordestino,
Tem no sangue o poder da resistência.

Inserida por LeoPoeta

⁠Quando a mente te pede pra parar
É jesus cutucando a conciência,
Se você insistir, por resistência
Estarás a um passo de pecar.
Seu desejo não pode dominar
Pra não seres escrevo do pecado,
Feche a porta do mal a cadeado
Entregando a chave a ao criador,
Diga sim para o bem, pregue o amor,
Para ter redenção ao ser jugado.


Inserida por LeoPoeta

⁠A cultura nordestino
Eu trago no coração,
Escutando o Musicamp
Eu relembro meu sertão.
Ouvi vaqueiro aboiando
Zezinho comunicando
Ao som do rei do baião.

Inserida por LeoPoeta

Nós ainda somos amigos?
Era você quem deveria fazer essa ⁠pergunta, mas olha só! Não foi eu que despedaçou meu coração, foi você. Mas admito que foi eu quem se afastou de você, na real, parei de mandar mensagem. Acabou total com nosso contato pois você não mandou a maldita mensagem
"Nós ainda somos amigos?"

Inserida por umapoetaperdida

O Poeta e Escritor José Adailton da Silva Ferreira foi a primeira pessoa no Brasil e no mundo a escrever a palavra Marçalismo nas redes sociais.
O Poeta definiu o Marçalismo da seguinte maneira:
⁠"O Marçalismo é um movimento que não é de esquerda e nem de direita. Surgiu em São Paulo, em 2024 e pode conquistar o Brasil.

Inserida por joseadailtonferreira

⁠César Móveis e Gileno Oliveira
Para eles eu ponho o chapéu
Ponha o chapéu
É o chapéu da esperança
Está na cabeça do jovem, do idoso e da Criança
É o chapéu que está na cabeça dos mais pobres
E dos mais necessitados
Está nos quatro cantos da cidade
Na cabeça dos filhos de Martins
Que nunca tiveram oportunidade.
O chapéu que está na cabeça
Da dona de casa
Da empregada
E daqueles que não trabalham em nada
Está na cabeça do gari e dos estudantes
E das pessoas desempregadas
O chapéu que está na cabeça do médico
E do professor
Do taxista e do motorista.
Está na cabeça do desportista
E do jogador de futebol amador
Que sente falta do esporte em Martins
Que acabou.
Está na cabeça das pessoas que vêem no turismo o crescimento
E daquelas que moram nas ruas sem calçamento
Está na cabeça do engraxate de sapato
E daquelas pessoas que moram nas ruas cheias de mato.

Inserida por joseadailtonferreira

⁠Adoro quando a dança
Vai além de só passos marcados
Tem que ter swing, sintonia...
Tem que estar conectado.

Inserida por poetafuzzil

⁠Sou poeta
Adoro brincar com as palavras
Brincar com o sentimento dos outros
Não é minha cara.

Inserida por poetafuzzil

⁠Queria olhar, olhei
Queria tocar, toquei
Queria uma flor, peguei
Queria sonhar, sonhei.

Queria cantar, cantei
Queria dançar, dancei
Queria abraçar, abracei
Queria beijar, beijei.

Queria amar, amei
Queria chorar, chorei
Queria gritar, gritei
Ao desabafar, desabei.

Queria alegria, alegrei
Queria esquecer, não sei
Queria ficar, mas fui
Queria me perder, me achei.

Inserida por poetafuzzil

"⁠Falar de nós dois
É ouvir a sua voz
Mesmo que distante."
Poeta Adailton

Inserida por joseadailtonferreira

Adoro, adoro
Parques de diversões
Adoro, adoro
Brincar com meus irmãos.
Adoro, adoro
Comer algodão doce
Adoro, adoro
Brincar de esconde - esconde.
Adoro, adoro
O dia das crianças
Adoro, adoro
Balançar na balança.
Adoro, adoro
A casa de meus amigos
Adoro, adoro
Ficar se divertindo.
Adoro, adoro
Fazer lição de casa
Adoro, adoro
Bricar de fazer mágica.
Adoro, adoro
Meu pais, minha família
Adoro, adoro
Livros de poesias.

Inserida por poetafuzzil

⁠Casa de Papelão

Construí uma casinha
Todinha de papelão
A pintei de amarelo
Pra chamar bem atenção.

Minha casa ficou linda
Tinha até televisão
Pendurei alguns quadrinhos
Coloquei tapetes no chão.

Meus pais me ajudaram
Me deram orientação
Construí com tal carinho
Minha casa de papelão.

Prestei bem atenção
Nos detalhes da vivenda
Até janelas ela tinha...
Tinha portas e cadeiras.

Minha casa tava um luxo
Maravilha pode crê
Meus amigos adoraram
Todos correram pra ver.

Tinha fogão, geladeira
Armário e guarda roupa
Até bichinho de estimação
Um gato e uma cachorra.

Minha casinha tinha sofá
Muitos livros infantil
Uma arvore no quintal
Radio e disco de Vinil.

Construí uma casinha
Todinha de papelão
A pintei de amarelo
Pra chamar bem atenção.

Poeta Fuzzil

Inserida por poetafuzzil

⁠Vou levando poesia
Por esse mundão afora
Versando pelos os becos
Vielas e escolas.

Vou levando poesia
Pelas ruas que desfilo
Versos para todos
Que a travessam meu o caminho.

Vou levando poesia
Às vezes ela que me leva
Os versos que componho
São presentes pra galera.

Vou levando poesia
Pras crianças e idosos
Poesia sem fronteira
Versos cautelosos.

Inserida por poetafuzzil

⁠Denise,
Foi delírio,
Foi tão lindo!
O nosso amor.

O nosso amor
Foi tão lindo!
Foi delírio,
Foi tão
Bom.

Inserida por poetafuzzil

⁠Asreferênciassão tantas
Tantas referências potentes
Tantas mulheres pretas
Fazendo a diferença.

Inserida por poetafuzzil

⁠Essa mulher forte
Causa medo nos marmanjos
Essa mulher forte
Não se deixa balançar.

Essa mulher forte
Não aceita seus insultos
Teu machismo, absurdo
Teu olhar de cegar.

Essa mulher forte
Já não é mais a mesma
Que baixava a cabeça
E mostrava sua fraqueza.

Essa mulher forte
Encontrou o seu lugar
Sabe se posicionar
Aprendeu a se amar.

Essa mulher forte
Aprendeu muito na vida
Aprendeu a se valorizar
Hoje dá a volta por cima.

Essa mulher forte
Causa medo nos marmanjos
Essa mulher forte
Não se deixa balançar.

Inserida por poetafuzzil

⁠TRIANON

Longe das ruas de terras
Do Capão conhecido
Dos becos e vielas
Lugar onde vivo.

Longe do Parque Fernanda
Longe do gueto querido
Longe do Parque Santo Dias
Eis me aqui... Na Paulista.

Longe da amada. Ó
No Parque Trianon.

Cercado de árvores
Brisa na face
Enquanto escrevo meus versos
Os pedestres passam.

Inserida por poetafuzzil

⁠SUBI O MORRO

Subi o morro numa quarta
o bicho estava pegando
cheguei no sapatinho
cumprimentando as minas e os manos.

Tinha um samba rolando
uns poetas recitando
vi mulheres e crianças
capoeira ali jogando.

Já era de noitinha
um céu de brigadeiro
fiquei emocionado
na roda de partideiro.

Era um Samba Original
sarau na zumaluma
pessoas talentosas
valorizando a cultura.

Música de qualidade
várias letras contundentes
confesso pra vocês
que fiquei muito contente.

O morro estava em festa
coração batendo a mil
minha pernas tremeram
quando chamaram Fuzzil.

Inserida por poetafuzzil

⁠Breve Biografia de Fuzzil

Fuzzil é o pseudônimo de Levi de Souza, nascido em 27 de agosto de 1976, na cidade de São Paulo/SP. Filho de Edite Carvalho de Souza e Elio de Souza. Pai de uma linda menina de nome Shaira.
Morador do bairro Capão Redondo, zona sul. Aos 17 anos foi alfabetizado pela irmã mais velha.
Trabalhou como manobrista, serralheiro, segurança, vendedor de água e refrigerante em frente aos estádios, ajudante de pedreiro, auxiliar de juventude pela prefeitura municipal de São Paulo e assistente administrativo.
Tornou-se rapper e educador em projetos sociais.
Passou a frequentar Sarau por volta de 2005 e em 2007 publica seu primeiro livro de poesias, Um Presente Para O Gueto, editado pela Edições Toró. Ingressou no curso de letras da UNIBAN. Em 2010, lançou seu segundo livro, Caturra, pelo selo Elo da Corrente Edições e, em 2013, publicou o terceiro: Céu de Agosto pela A.P.L (Academia Periférica de Letras).
Começou a escrever seus primeiros versos em 2000 e publicava em fanzine, realizou oficinas de poesia com crianças e adolescentes em várias ONGs, trabalhou com Adolescentes em Cumprimento de Medida Sócio Educacional, em meio aberto (Liberdade Assistida e Prestação a Comunidade) no Parque Fernanda.
Desenvolveu alguns trabalhos na Fundação Cafu e Fundação Casa (Raposo Tavares).
É Idealizador do Projeto MAGOMA, dirigiu o documentário Valo Velho Direto.
Também é fundador da marca de roupas "Deeanto Moda", que trabalha com a temática afro e criador da A.P.L (Academia Periférica de Letras).

Inserida por poetafuzzil

⁠Sou mais tiroteios poéticos
Do que tiroteio entre polícia e bandido
Que venham os versos certeiros...
Deus me livre das balas perdidas.

Inserida por poetafuzzil