Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Música fingindo que esqueceu
compositor Poeta Adailton
Guarde seu amor
Que eu guardo o meu
Se alguém lhe perguntar por mim
Diga que me esqueceu
Se alguém me perguntar por você
Vou dizer que lhe esqueci
Só não vale chorar olhando as fotos no celular
Só não apagar as mensagens que me escreveu
Só não vale ficar fingindo que esqueceu(refrão)
Quando o dia amanhecer e alguém perguntar a você
Como passou a noite.
Diga que dormiu bem
Diga que estava frio
Diga que o lençol lhe aqueceu
Mas o amor no peito não adormeceu
Só não vale chorar olhando as fotos no celular
Só não apagar as mensagens que me escreveu
Só não vale ficar fingindo que esqueceu (refrão)
Quando o dia amanhecer vou falar que sonhei com você
Vou dizer que a noite virou dia
Aquela cama vazia
Ainda espera por você
Só não vale chorar olhando as fotos no celular
Só não apagar as mensagens que me escreveu
Só não vale ficar fingindo que esqueceu (refrão)
Poeta Adailton
De que serve a vida se o Vivente é incapaz de compartilhar ela em sua plenitude com os seus iguais.
Sem isso não adianta ser humano?
Sem isso de que serve um profissional? Sem isso de serviço o amor? De que serve um sorriso?.
A arte de compartilhar a vida comporta muita reciprocidade.
Leo poeta
D2
Sinto a felicidade emanar
Só de te sentir perto
Causa alento sem pesar
Causa frio sem esfriar
É causa, efeito, reflexo
É simplesmente me ver no seu olhar
Amo tudo, falo tudo em um minuto
Pois é simples meu modo de amar
E não é difícil, posta sua pessoa
Imprevisível e sensível
É impossível não me apaixonar!
Passado é história bonita
Na versão que a gente conta,
Quem vence a guerra explica
Na versão que lhe encanta,
Se o presente é objeto
O futuro é um projeto
A se tornar um passado,
Vá vivendo e pensando
No presente planejando
Como ele será contado
Léo Poeta
Amor que envenena!
Ah...
Como é estranho amar
pois esse amar faz sofrer
e quando faz sofrer...
também me faz chorar
chorar de raiva e pavor
Pavor desse amor que envenena
desse maldito amor que não vale a pena
Quero morrer!
Morrer desse amor que condena...
Música
Compositor Poeta Adailton
Eu só volto para você se você prometer morar comigo no sertão
Se você voltar para mim eu prometo lhe dar meu coração.
Fazer muito amor.
O galo é o nosso despertador.
Cedinho já estamos de pé.
No fogão a lenha fazemos o café.
Eu só volto para você se você prometer morar comigo no sertão
Se você voltar para mim eu prometo lhe dar meu coração.
Lá no Sertão a natureza é bela
No cavalo eu boto a sela
Deitar na rede
com a água do pote matar a sede.
Eu só volto para você se você prometer morar comigo no sertão
Se você voltar para mim eu prometo lhe dar meu coração.
Lá no Sertão o nosso amor não fica para depois.
O Rancho é pequeno, mas no meu coração cabe nós dois.
Eu só volto para você se você prometer morar comigo no sertão
Se você voltar para mim eu prometo lhe dar meu coração.
Poeta Adailton
PENSANDO EM VOCÊ
A Menina Dos Cabelos Grandes E Sorriso Estonteante.
Não Sei O Que Fez Comigo, Porque Quando Estou Ao Seu Lado Fico Totalmente Perdido.
Ah E O Que Falar Do Seu Sorriso Que Mexe Bastante Comigo?
Queria Poder Te Dizer Que A Cada Milésimo Meus Pensamentos São Sobre Você.
Não Sei O Que Fazer Pra Esquecer Você, Pra Ser Sincero, Não Penso Em Nenhum Minuto Em Te Esquecer.
Eu Só Queria Dizer Que Não Paro De Pensar Em Você.
Música Nosso Rancho no Sertão
Compositor Poeta Adailton
Assim como o João-de barro
Vou fazendo a nossa casinha
Teto de palha
Chão de barro batido
Sem ferrolho na porta
Nada disso para nós importa
Eu não sou engenheiro
Sou um vaqueiro
Tenho muito amor no coração
Eu não tenho carro
Com as mãos cheia de barro vou construindo nosso "torrão".(Refrão)
Assim como o João-de- barro
De raminho em raminho vou fazendo nosso "ranchinho"
Fogão a lenha
Panela de barro no fogão
Muito amor no coração
Eu não sou engenheiro
Sou um vaqueiro
Tenho muito amor no coração
Eu não tenho carro
Com as mãos cheia de barro vou construindo nosso "torrão".(Refrão)
Assim como o João-de- barro
De raminho em raminho vou fazendo nosso "ranchinho"
Água do pote
Copo de alumínio
Tudo bem limpinho
Eu não sou engenheiro
Sou um vaqueiro
Tenho muito amor no coração
Eu não tenho carro
Com as mãos cheia de barro vou construindo nosso "torrão".(Refrão)
Poeta Adailton
Música JESUS está de braços abertos pra te abraçar
Compositor poeta Adailton
Quando alguém quiser destruir teus sonhos, acabar com a tua felicidade, rir dos teus fracassos, enganar teu coração e tua verdade de viver..? Lembre-se que Jesus morreu de braços abertos por mim, por você, e quando ninguém mais quiser te ouvir, te abraçar, te ajudar, te guiar pelo caminho certo.
Ele está de braços abertos pra te abraçar, te guiar, te proteger e fazer de você mais que vencedor!(REFRÃO)
Enquanto o mundo te diz não, Jesus te diz agora nesse momento sim, você pode, você consegue, você não está sozinho eu estou contigo, eu te honro e te faço mais que vencedor, vai em frente e não olhe para atrás.
Ele está de braços abertos pra te abraçar, te guiar, te proteger e fazer de você mais que vencedor! (REFRÃO)
Que eu não venha a perder a fé e a esperança, que eu não enfraqueça diante dos desafios e das provações, ao contrario, que eu tenha determinação para caminhar contigo lado a lado, convicto da minha vitória.
Ele está de braços abertos pra te abraçar, te guiar, te proteger e fazer de você mais que vencedor! (REFRÃO)
Sustenta-me Senhor com tuas mãos, enche-me com Teu Santo Espírito, e com Teu poder, derrame sobre a minha vida o balsamo que cura toda e qualquer enfermidade, o balsamo que renova, que cicatriza e purifica, assim eu te peço, em nome de Jesus.
#Reflexãododomingo
Por Adailton Ferreira
#Humildade
Aconteceu em Olho d'Água do Borges-RN, no final da década de 80.Seu Antônio era um rico fazendeiro e Dona Maria uma pobre cidadã.Para fazer o café da manhã Dona Maria acendia o fogão a lenha.A tardinha, Dona Maria ia "quebrar maravalha",-uma expressão popular, que naquele lugar muito se usava."Dona Maria não roubava, tirava a lenha sem o dono ver.
Quando de repente, lá vinha Dona Marinha com o feixe de lenha na cabeça.No mesmo instante,seu Antônio no carro possante, pelo retrovisor observou Dona Maria,que largou o feixe no chão e correu.Seu Antônio que tem bondade de sobra, apanhou o feixe de lenha colocou no carro e fez uma manobra: deu uma marcha a ré e foi a procura da pobre mulher.
Foi uma história que comoveu toda aquela pequena cidade: "Seu Antônio encontrou Dona Maria,-A coitada se tremia e chorando dizia, eu não roubei-Seu Antônio disse eu sei!.Estou aqui para lhe trazer outro feixe de lenha ,e, quero lhe dizer : "quando a senhora vier com a lenha da minha propriedade e por acaso me ver, não precisa correr.
A humildade é a única base sólida de todas as virtudes.
Confúcio
Essa estória de ex
Música- Sertanejo modão
Título-Essa estória de ex
Compositor poeta Adailton
Eh!Essa estória de ex é muito complicado
A gente liga e o celular está ocupado
A gente olha o face e está bloqueado
Eh!Essa estória de ex não tem explicação
A gente lembra dos bons momentos e rasga o coração
A gente toma umas no bar tentando afogar essa paixão
Eh!Essa estória de ex parece que não tem cura
A gente fica largado na rua da amargura
A gente toma umas para adoçar essa amargura
Eh!Essa estória de ex é um caso sem jeito
A gente sente como uma faca furando o peito
A gente só ver as qualidades e não ver os defeitos
Ah! essa estória de ex... me mata de uma vez!
poeta Adailton
poeta Adailton
Música Onde tem vaquejada tem forró
Compositor poeta Adailton
Sou vaqueiro, onde tem vaquejada estou no meio
Sela,espora,arreio e gibão.O forró arrasta a multidão(refrão)
Mulher bonita dançando forró ao som do paredão,cavalo na pista e boi no chão.
Sou vaqueiro, onde tem vaquejada estou no meio
Sela,espora,arreio e gibão.O forró arrasta a multidão(refrão)
Gente bebendo cachaça,outras achando graça e levantando o chapéu.Tem vaqueiro na pista disputando o troféu.
Sou vaqueiro, onde tem vaquejada estou no meio
Sela,espora,arreio e gibão.O forró arrasta a multidão(refrão)
Tem moço na saudade bebendo e lembrando da amada que se foi.O locutor grita valeu o boi!É festa de apartação.
Sou vaqueiro, onde tem vaquejada estou no meio
Sela,espora,arreio e gibão.O forró arrasta a multidão(refrão)
Tem muita camionete com o som ligado E o vaqueiro espera o gado sair do jiquí. o melhor lugar pra dançar forró é aqui.
Sou vaqueiro, onde tem vaquejada estou no meio
Sela,espora,arreio e gibão.O forró arrasta a multidão(refrão)
poeta Adailton
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 14/06/2019
Código do texto: T6672681
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Onde tem rodeio estou no meio
Música Onde tem rodeio estou no meio
Compositor poeta Adailton
Sou peão, onde tem rodeio estou no meio
Laço,espora e arreio.O modão arrasta a multidão(refrão)
Mulher bonita dançando modão ao som do paredão,cavalo e boi na pista da arena.Segura peão que o prêmio vale a pena.
Sou peão, onde tem rodeio estou no meio
Laço, espora e arreio.O modão arrasta a multidão(refrão)
Gente bebendo cachaça,outras bebendo quentão. O moço ao ver a moça levanta o chapéu.Tem peão na pista disputando o troféu.
Sou peão, onde tem rodeio estou no meio
Laço ,espora e arreio.O modão arrasta a multidão(refrão)
Tem moço na saudade bebendo e lembrando da moça amada que se foi.
O locutor faz um verso:"moça do sorriso lindo e de olhar sedutor, a sua calça apertada e o seu corpo perfeito, moça, toda vez que te vejo passar meto pinga no peito"Oh!..!É festa de peão.
Sou peão, onde tem rodeio estou no meio
Laço ,espora e arreio .O modão arrasta a multidão(refrão)
poeta Adailton
poeta Adailton
Gosto por demais de me descobrir...
Pois só assim, terei mil razões...
Para não deixa de existir.
junho/2019
Música Até ontem
Compositor Poeta Adailton
Até ontem te procurei pela casa vazia
Até ontem eu não dormia
Até ontem eu não sorria
Até ontem eu sofria
Refrão:
Até ontem te esperei
Até ontem te liguei
Até ontem te amei
Mas você não entendeu
Até eu chorava e não comia
Até você não me amava e eu não sabia
Até ontem de madrugada eu senti frio
Até ontem meu coração era vazio
Refrão:
Até ontem te esperei
Até ontem te liguei
Até ontem te amei
Mas você não entendeu
poeta Adailton
Poesia
Quando eu vim morar em Martins
Por Adailton Ferreira
Agora foi que a ficha caiu. No ano de 1995, aparelho celular quase ninguém tinha.Caso a mãe ou o pai quisesse falar com um filho ,que morava distante,ia na casa da vizinha que tinha uma "linha telefônica ". O dimingo era o dia de mais movomento: era muita gente com o cartão na mão na fila do orelhão.
Eu lembro do orelhão localizado em frente a agência dos Correios. Existiam outros espalhados pela cidade, mas para a nossa comodidade, lá na "Lanchonete de seu Chagas" a gente comprava um cartão e corria para o orelhão.Lembro de uma senhora que sempre dizia: "o cartão tá acabando, vou desligar. Outro dia a gente volta a se falar".
Muitos jovens ficavam, à noite, na calçada dos Correios.Encostavam a bicicleta e iam conversar.Era só o orelhão tocar alguém ia atender:fulano é para você! Para mim? Dizia a jovem.Quem será?Chegue mulher atender!
Foi um tempo muito bom.Caso você viveu esse tempo, é bom relembrar. Caso você não viveu foi um prazer para mim lhe contar.
Poeta Adailton
O têmpo pinta a vida
Numa aquarela encantada
Quanto mais ela é pintada
Mas a estrada é comprida
A cor é maís percebida
Quando aquarela desbota
Quanto mais Muda se nota
Que o quadro segue mudando
As cores vão se apagando
E o quadro segue a rota.
Não há pincel ou retoque
Capaz de lhe restaurar
O tempo a lhe valorar
Sua fortuna um estoque
Pra cada ação um reboque
Com muita delicadeza
O tempo é sua fraqueza
A caixa é feita de taba
Um dia tudo se acaba
Não importando a grandeza
Léo poeta
O têmpo pinta a vida
Numa aquarela encantada
Quanto mais ela é pintada
Mas a estrada é comprida
A cor é maís percebida
Quando aquarela desbota
Quanto mais Muda se nota
O quadro segue mudando
As cores vão se apagando
E o quadro segue a rota.
Léo Poeta
Nós chamam de animal
Que somos ignorante
Farofeiro e migrante
Analfabeto e anormal
O idiota informal
Nos chamam comunista
Esfameado e bolsista
Cabeça chata limitados
Querem Levar no murro
Dizem que somos burro
Como eles são tapados.
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Nós oferecem capim
Nós acusam de burrice
Com um discurso tolice
São igualmente cupim
São bomba sem estopim
Chia mas não explode
Berra grita se sacode
Se exalta com euforia
Se orgulha do seu nome
Com ele morre de fome
Com ele nada Faria
