Poemas a um Poeta Olavo Bilac
* circo e pão fakes e deepfakes*
Um povo de barriga cheia nao tem *reclamações*
Dentro das verdade escorrem palavras...
As palavras jogadas meramente no vazio. Como degetos no banheiro.
A falta de médico e segurança são dogmas da politica social.
As prática do relativismo político é trama do passado e presente.
O circo está armado o palhaço faz discurso eleitoral...? Todos vão ganhar doces privatiza que sara.
Mais ilusões chinelo no pes de quem anda descalço... novos dilemas na otupia de deveria cuidar de seu povo* (...)
Um traços da existência contemporânea...
Mito antológico que ressurge na fogueira de vaidade...
Nas virtudes mais frequentes um mito ser que viveu na mitologia grega ou romana vivo anteriormente a era dos deuses...
Novos deuses como pneu de trator e detergente que esta podre...
A politica fede e os apoiadores sao cegos surdo e não tem senso crítico...
Árvore podre por seus frutos também estão podres...
Mais profundo sentido entre linhas da constituição o dever é rasgado...
Ser Brasil é simplicidade o abandonado moral.
Invulnerável o brasileiro massa de manobra, fruto da alienação social e religiosa...
Fervorosa as noção literatura o objetivo de liberdade torna se evidência da alienação as lágrimas veladas pela angústia de um momento irônico de perseguição...
`Vocês me marcaram`
Roubaram um pedaço da minha alma
Minha infância foi totalmente roubada, levada até o inferno e aprisionada.
Castigada por cada lágrima que eu derramava.
Sonhava todo dia com sua cara
Chorei lagrimas de ódio e magoa, por sua causa.
Eu nunca mais quero voltar para aquela maldita casa!
A melhor vingança que eu poderia fazer, é desejar que vocês sejam eu na minha infância.
Sintam o que eu senti
Chorem o que eu chorei
Carreguem os pesos e correntes dos traumas que eu carreguei.
Só assim entenderiam um pouco do que eu passei, e se arrependam do que fez.
*13/07/2025*
`Crueldade`
Ser um humano é ser machucado e machucar
Tolerar, aguentar, não surtar.
Saber que provoquei dores sem nem imaginar
Me faz perder o ar, sentir meu mundo girar
Me faz querer vomitar
Porque tenho que sempre que errar?
Fico chateada, enraivada, intristecida, magoada.
Sou mesmo uma bomba atômica que nunca será amada?
Serei sempre aquela que afasta com medo de ser machucada?
Machucar os outros por medo de cair em algum tipo de lábia?
Ser manipulada, usada, abusada, machucada, violentada?
Já não basta a minha mente me manter sempre calada
Mas por dentro estou completamente amordaçada.
Torturada, lembrada, castigada, silenciada, forçada.
Tentei tantas vezes chegar no amor, me forçando a várias coisas
E tentando agradar
Mas vocês se machucam quando eu abuso das minhas forças.
Passei a maior parte da minha infância cedendo a suas vontades
E quando faço isso, as dores da minha submissão vai para sua parte
PORQUE EU NÃO POSSO SER A ÚNICA A SE MACHUCAR DE VERDADE???
Apenas aceite sua felicidade, porque ainda grito e tento para-lo quando sinto dores por não dizer as verdades?
*23/09/2025*
A Gestação do Amor: do Útero ao Coração
O feto começa aos poucos a ser formado e um afeto grandioso passa a ser construído; ambos vão crescendo lado a lado e a cada mês, mais nutridos por um amor incalculável entre a mãe e o seu filho ou filha e a depender do caso, filhas ou filhos — um belo vínculo: forte e cheio de vida; sujeito a lutas e sacrifícios.
Todavia, e não menos importante, às vezes, a bênção da maternidade é gerada no coração e, num momento genuíno e emocionante, nasce na adoção, ao criar um laço que não é de sangue, mas que certamente é feito da mesma essência — a vontade constante e sincera de praticar a conjugação incomparável do verbo amar.
O papel materno é singular, indispensável; então, devido a certas circunstâncias, também pode vir a ser desempenhado por uma avó, por um pai ou por qualquer outro parente, distante ou próximo — aquele que decidiu ficar e assumir essa missão, essa responsabilidade, não uma substituição e sim uma honrosa proximidade.
Independentemente de qual seja a personificação materna, Graças ao Senhor, todas elas reúnem um amor repleto de vitalidade, incondicional, uma força que não se explica, que oferece colo, demonstra zelo, um esforço fora do normal, o alento especial durante as adversidades — a certeza de que o amor materno é descomunal entre formas e fases.
O passado é uma estação: você pode honrá-lo com um último olhar, mas não precisa permanecer onde os trilhos já não levam a lugar nenhum.
Marcilene Dumont
Londres 2023
O rugido da leoa é o ultimato do zelo e do cuidado um aviso de que o ataque silencioso pode ser feroz.
MARCILENE DUMONT
Na mente de uma nação que elege um politico corrupto, o vazio não é falta é excesso de ignorância ocupando espaço.
Marcilene Dumont
Você não vive um amor perfeito
porque perfeição não sobrevive à presença de alguém real ,nem à sua.
Marcilene Dumont
O problema não é o amor não ser ideal
é você querer um cenário onde você mesma não caberia.
Marcilene Dumont
Tem coração que é igual casa de vó:
porta aberta, cheiro de afeto…
e sempre cabe mais um mesmo apertado.
A vida não vem com manual,
vem igual bordado de joaninha…
um pontinho de cada vez até formar sentido.
Cada pessoa carrega um mundo, carrega uma história, uma forma única de existir.
E quando nos permitimos olhar com mais profundidade para as pessoas,
essas diferenças deixam de nos separar
e passam a nos enriquecer.
Porque, no fim,
não é apenas sobre chegar a um destino.
É sobre tudo o que acontece no caminho.
Sobre as pessoas que você encontra.
Sobre os olhares que se cruzam.
Sobre as histórias que se tocam, mesmo sem palavras. E, principalmente,
sobre quem você se torna
quando decide atravessar o mundo.
Vejo-me novamente a contemplar um passado de um estado anímico irrepetível para mim; em que se torna improvável voltar a ignorar aquilo que as palas dos meus olhos cobriam.
A ontologia do ser, o humano em demasia, ecoam numa mente que só sabia viver. Mente essa que aprendeu a viver antes de entender o que é estar vivo.
O episódio de 8 de janeiro foi amplamente rotulado como um crime, mas há quem sustente que ele também serviu como instrumento de exemplaridade seletiva. Sob essa ótica, o processo levanta questionamentos sobre a consistência dos julgamentos, a precisão das declarações apresentadas e a solidez das provas utilizadas.
Chama atenção o fato de que nem todos os envolvidos receberam o mesmo tratamento, o que alimenta a percepção de que a punição recaiu de forma desigual. Essa assimetria, por si só, fragiliza a confiança em qualquer narrativa que se pretenda absoluta.
No pano de fundo, permanece uma realidade social persistente: a desigualdade estrutural. A população mais vulnerável continua dependente de políticas públicas para suprir necessidades básicas. Programas assistenciais, como o auxílio ao gás, evidenciam não apenas a atuação do Estado, mas também a permanência de condições que impedem a autonomia plena de grande parte dos cidadãos.
Na vida, quem encontra um amigo verdadeiro descobre um tesouro, e talvez por isso ele pareça cada vez mais raro. Em meio a uma rotina acelerada e relações frequentemente superficiais, a lealdade deixa de ser regra e passa a soar como exceção.
Os sinais dessa escassez aparecem nos lugares mais inesperados. Em situações extremas, como na criminalidade, a ideia de “parceria” se desfaz ao primeiro risco real: quando tudo dá errado, prevalece o instinto de autopreservação. Também no cotidiano institucional, episódios de falha de apoio entre colegas expõem fragilidades que vão além do indivíduo, revelando problemas de preparo, confiança e coesão.
Esses exemplos, ainda que distintos, convergem para um ponto comum: a dificuldade de sustentar vínculos baseados em compromisso genuíno. Não se trata de romantizar a amizade, mas de reconhecer que ela exige algo que não se encontra pronto nas prateleiras, tempo, responsabilidade e presença concreta.
Em última análise, a amizade verdadeira não é produto de conveniência, tampouco mercadoria disponível ao primeiro alcance. É construção contínua, feita de escolhas consistentes e atitudes que resistem à pressão. E, justamente por isso, quando surge, merece ser tratada como aquilo que de fato é: um bem raro e valioso.
Nem todo ‘vida que segue’ é recomeço…
às vezes é só fuga...
Um fim que não se teve coragem...
De assumir.
Quando você olha pra dentro,
descobre que não está só.
Tem um amor aí… quietinho,
que sustenta e acolhe.
Até na solidão,
existe encontro.
E, quando você aprende a ficar bem com você,
o amor floresce ao redor.
- Edna de Andrade
