Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Um dia não serei mais
Mas antes de partir
Com as palavras tocarei
As melodias da Alma
Coisas que embelezam o mundo
Coisas que só o Silêncio profere
Vivi, sorri, chorei, ah como chorei, entre choros calados e lágrimas ao chão, contemplei a solidão e nela vi uma companheira.
É engenharia / é agrônomo, é medicina / é doutor, é direito / é advogado, é tudo muito lindo, é tudo muito admirável, é tudo bem sucedido pelo povo que estudô, sem botar defeito e sem reprovar os que lutô, mas com todo respeito...
Eu prefiro minhas " escritas " de escritor
Cá estou eu... Sem nada para fazer, nada de especial para comer, nada de bom ao meu ver... sozinho, sentado no sofá. Final de semana e um jovem está em seu tédio, não está triste nem nada, apenas tédio.
Sentindo grande tédio escrevia uma poesia, tem ideias, porém, não sabe delas e nem as coloca num papel, como sempre, não sai do projeto. Sou um poeta que escreve com tédio.
Não sou um escritor, não sou alguém incrível, não sou alguém nem tão pouco bonito, só sou alguém simples que queria matar esse tédio. Só podia ser você, para me deixar assim.
Asas da liberdade, tapas de fogo e ventos de tempestade, assim vive minha mente, pensando no passado e futuro iminente. Queria eu poder controlar tudo, mas tudo não está ao meu alcance, então deixo o filme rolar.
Eu quero voar, mas estou num casulo, sou uma borboleta apressada, que quer voar antes de hora, não é chegado meu tempo, sou um garoto lagarto querendo ser uma borboleta. Não aguento este tempo, quero sair desse casulo e voar por todo meu território com um rumo.
Na linguagem dos corpos, meus dedos traçam
Um caminho lento, explorando tua pele,
Enquanto me perco nos doces lábios teus,
Em doses sutis de um beijo que me embriaga.
Que a lua seja nossa cúmplice eterna,
testemunha silenciosa desta paixão ardente.
E que a noite, com seu véu de mistério,
nos envolva num abraço de desejos latentes.
Que meus dedos, como hábil pincel,
desenhem quadros de prazer em teu corpo, e que a arte do amor, em seu esplendor, quero te levar além do tempo, além da dor.
Assim, nesta noite de encanto e fervor,
Vivamos nosso amor, nossos sentimentos,
e que cada momento, seja ele como for,
seja eternizado neste poema de amor
será que você gostaria do mal?
será que o mal gostaria de você?
provavelmente não!
e o bem seria bom?
seria ruim?
claramente sim!
então faça o bem
para receber também!
O segredo da minha paz interior consiste em nunca discordar da voz de Deus em minha consciência e nunca esquecer das lições obtidas ao longo da vida!
Quando chorares pelo término do livro, anime-se, seque suas lágrimas e lembre-se de que a estante é composta por muitos outros!
Toda lágrima que cair por culpa da traição irá regar o fruto da vingança que o destino trará mais tarde!
Era de Amor que Falávamos
Imaginava ser de amor que falávamos,
Quando fitávamos-nos em olhares de profundo silêncio.
Assim como os sorrisos que surgiam das formas mais imprevistas...
Éramos realmente livres, de alma e coração,
Sempre com um cantar suave que brotavam em nossos logros...
Era de amor que falávamos,
Também lambiscávamos dos melhores murmúrios,
Em beijos alucinantes, deixando nossos corações em disparada,
Fazendo-nos abafar o trilho da estrada,
Assim o doce perfume fluía,
Na mais gostosa das excitações.
Jmal
2013-10-29
"Todos temos o bem e o mal dentro de si, mas o que realmente importa não são as semelhanças e sim as diferenças."
Por algum motivo, os homens agonizantes sempre fazem perguntas cujas respostas já sabem. Talvez seja para poderem morrer tendo razão.
Eu escolhi ficar isolado, sozinho. Escolhi me afastar para mergulhar em meus pensamentos.
(Shouya Ishida)
Olhou para o rosto sem vida, e então beijou a boca do seu melhor amigo, Rudy Steiner, com suavidade e verdade. Ele tinha um gosto poeirento e adocicado. Um gosto de arrependimento á sombra do arvoredo e na penumbra de coleçao de ternos do anarquista. Liesel o beijou demoradamente, suavimente, e, quando se afastou, toucou-lhe a boca com os dedos.
De todas as dificuldades que uma pessoa tem de enfrentar, a mais sofrida é, sem dúvida, o simples ato de esperar.
