Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Você pra mim é como um vício,
que laragar é quase impossível......
logo agora que eu me considerava limpo,
vem você pra me oferecer mais,mais,mais..
Eu não entendo a sua volta,
não entendo a sua indecisão,
num dia sou seu grande amor...no outro dia não....
Hoje quando me vi pensando em você, falei contigo, te disse um monte de coisas...
Falei de mim,da minha vida,contei histórias passadas...Rimos juntos...
Falei de ontem, voltei lá trás, andei na praia,molhei meus pés,senti o cheiro do sal,do mar...
me vi criança...correndo,rindo,dona de tudo aquilo,peguei conchinhas,fiz um colar,escrevi na areia...
Queimei meu rosto, meu corpo no sol,fiquei morena,queimada,rosada...sentei na pedra,olhei o mar...
Sabe te procurei, principalmente quando olhava aquele barco, bem longe dali, era pequeno,porque o mar era grande
Mas eu sentia que você estava lá.
Que engraçado eu olhava e te acenava, sabe,e você me respondia,que alegria eu sentia,como era bom estar ali.
Ah! Falamos de hoje, ai eu te disse que já no meu sonho,no meu acordar,quando abri os meus olhos,eu já via os teus,você me olhava,você me sorria,nossa que alegria,como era bom.
Falei dos meus planos, do que eu queria fazer... Ah,eu hoje só quero te ver,sentir o seu cheiro...sentar na varanda deitada na
rede, escutar as crianças brincando na rua...Quero ouvir uma musica,aquela que eu escolhi,pra virar como tema da nossa conversa,sabe aquela que você gosta,escuta...está tocando...é
linda...E fecho os meus olhos,por isso não quero nem me mexer,pra não quebrar esse encanto,de estar com você!!!
O urso e a panela
Um grande urso, vagando pela floresta, percebeu que um acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida. Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava. O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida. Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida. O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.
Moral: Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir. Tenha a coragem e a visão que o urso não teve. Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder. Solte a panela!
Não gostaria de pensar que um dia vai haver um momento em que vou olhar para trás e pensar que tudo passou e não dei o devido valor que deveria ter dado.
Não gostaria de achar que nunca fui importante e insubstituivel para alguem , por um unico momento....não tenho falsas pretenções, mas sei que alguem um dia me amou demais, me odiou demais, sentia demais a minha falta....e gostaria que esse momento fosse lembrado pelo que significou....um bom momento.
Não gostaria de passar por este mundo sem dizer o quanto gosto de voçes, o quanto me fazem falta e o quanto me doi estar afastada de muitos...mas também o quanto odeio alguns e o quanto os quero ver longe ....não sou hipocrita!
Quero viver cada dia como o ultimo, cada hora como especial, e dar o devido valor a cada pessoa que passa pela minha vida...
Quero ser a mesma de sempre, com um sorriso no rosto, e uma piada alegre mesmo quando por dentro meu coração sangra e doi....quero que me lembrem sempre por essa minha faceta...
Quero que lembre sempre das piadas parvas e das gargalhadas sonoras...das loucuras saudaveis e das parvoices ....
Quero que lembrem da menina de 15 anos que fez muita loucura , mas que nunca se arrependeu de nada ....pois todas essas loucuras a fizeram muito feliz...
Quero que saibam que a menina cresceu, mas que a mesma loucura e alegria da adolescencia premanece ca dentro , mas nunca se arrependeu de ser diferente de todos....pois essa diferença é que a faz unica e especial!!!
Um dia olharei para trás e vou ler estas palavras que escrevo....e vou ter orgulho em tudo o que fui, em tudo o que fiz, e em todas as marcas que deixei...
De mim.....para todos os que gostam de mim e tambem para os que não gostam... pois não tenho por hábito descriminar ninguem !!!!!
Eu saio e caminho por um momento
Cantando pela rua.
Eu sopro um beijo, eu dou um sorriso
Para todos que eu conheço.
Eu me compro uma cerveja ou duas
Só pra deixar meu peso para trás
Às vezes eu fico tão bêbado
Eu posso apenas cantar como uma criança, sim
Ooh, ooh.
Eu fico bêbado e rio muito,
Há algo que eu escuto.
Meu cérebro se perde, minha mente esquenta,
A música toca em meus ouvidos.
Eu escuto a música...
Eu quero mais
Um pouco mais
Depois do amor
Quero carinho,
um abraço,
Me dá por favor
No meu romantismo
Não vejo problema
Te faço um pedido
Me leva pro cinema
Você não vê, não consegue entender
Que eu quero atenção ao invés de prazer
Me pegue no colo
Diga que sou sua
Andar de mãos dadas
Caminhar na rua
Posso parecer frágil, mas só pareço.
Tenho em mim a força de um leão e
a garra de um lobo. Todas as vezes que
me derrubaram levantei mais forte. E hoje
olho de cima todos que um dia tentaram
me derrotar...
Quando não se reconhece um amor
Um grande erro é não dar valor a quem te ama,
Mas que não erra?
Perdoei.
Fiz o impossível para sempre manter seu sorriso,
Nunca fui reconhecido por isso.
Relevei.
Passava horas imaginando te encontrar, te amar.
Tinha o prazer em estar com voce.
Me importei.
Certo momento eu fazia de tudo e voce não via,
Me senti enfraquecido, te respeitei.
Mas me cansei.
Autor: Riller Diniz
Se não for...
Quer atenção?
Não implore.
Quer carinho?
Não peça.
Quer um colo verdadeiro?
Não corra atrás.
Quer ser amado(a)?
então se ame.
o resultado?
Se for natural,
fica.
Se não for,
Adeus com louvor.
Gostos
Gosto de viver em um mundo paralelo, onde tudo é do jeito que eu gostaria que fosse,
Gosto de imaginar, sonhar e acreditar
Gosto de coisas simples, mesmo sendo complicada
Gosto de momentos, gosto de lembranças
Gosto de companias, gosto de coisas sem valor
Gosto de estar presente quando ninguém mais quer estar
Gosto de manias, contradições, e loucuras
Gosto de irreverência e de ironia
Gosto do que sou e sou o que eu gosto.
Gosto até quando alguns não gostam de mim
Afinal gosto é uma coisa que não se discute não é?
Meu corpo treme...
um frio gostoso sobe pela espinha...
quero-te... agora...
neste minuto...
antes...e depois...
Quero tua mão buscando meu corpo...
teu cheiro...teu sabor...
teu corpo encostado ao meu...
quero tua boca se esfregando na minha
loucamente...sem pudor...
numa fúria sem limite...
Quero ouvir...meu corpo gemer por ti...
Quero ouvir-te sussurrar..meu nome...
Acho tudo isso uma hipocrisia, como a gente vive. Em um circulo social fechado onde você é obrigado a conviver, com algo sem escolha. E se você é atípico, você é isso, ou aquilo. Você é taxado, rotulado. As pessoas não têm criatividade nem originalidade. Preocupam-se com a sua vida, e esquece que tem uma vida, e que o tempo ta passando. Vivem de mentiras para adquirir um lugar ‘sociável’ na sociedade. Fazem infernos e brigas, e se sentem felizes com isso. Não tem amigos em que possam confiar. E eu não quero ser assim.
Pelo menos, eu aprendi uma única coisa. Aprendi o que é ser uma pessoa de verdade.
Se ele tivesse voltado para mim em algum momento,
Embora ele não tivesse um centavo para dar,
Eu ia esquecer todo este inferno que ele me causou,
E amá-lo, enquanto eu viver.
Fantasia adolescente
Preciso confessar o que sinto por você.
É um sentimento maluco nem eu sei bem como entender.
É uma mistura de admiração com paixão recolhida.
Começou à partir do momento em que você entrou na minha vida.
No momento em que te vi me envolvi por seu olhar.
Com seu jeito cativante conseguiu me conquistar.
Sei que isso não tem futuro, então não vou seguir em frente.
Não se preocupe com o que eu sinto, agora eu descobri...
Tudo isso não passou de fantasia adolescente.
Entre Silêncios e Vestígios
Há um peso que carrego, invisível aos olhos alheios, mas constante em cada batida do meu peito. Vivo entre olhares que não compreendem, sorrisos que escondem cansaço e palavras que jamais alcançam a profundidade do que sinto. A cada dia, tento organizar a mente, colocar sentimentos em ordem, enquanto o mundo espera uma versão minha que já não existe.
Não busco atenção, nem aplausos. Apenas a compreensão de que existir, para mim, é um esforço silencioso e contínuo. Já gritei em silêncio, já falei com o olhar, já tentei expressar-me pelo gesto, pela imagem, pelo texto, e mesmo assim muitos passam sem perceber. Alguns dizem que não sabiam, outros desviam o olhar, e o que resta é o eco de uma presença que luta para ser sentida.
Às vezes, desejo apenas descansar, me desligar do peso que se acumula sem solução, anestesiar a dor sem deixar de existir. Não se trata de desistir da vida, mas de sobreviver à intensidade de sentir tudo em excesso. É um cansaço que ninguém vê, uma batalha invisível que consome e exige resistência.
Sei que posso tocar alguém, mesmo que seja só um coração. Um gesto silencioso, uma mão estendida, um olhar que acolhe sem julgar. Isso é o que salva, mais do que palavras tardias, mais do que multidões de reconhecimento depois da ausência.
Minha existência deixa rastros em palavras, em imagens, em pequenos pedaços de mim espalhados pelo mundo. Cada fragmento é um vestígio de luta, de presença, de tentativa de conexão. E mesmo que jamais eu veja o impacto total, acredito que há propósito nesse caminhar, na honestidade de sentir e de me expressar, na coragem de permanecer sendo humana, apesar de tudo.
Porque, no fim, o que realmente importa não é ser compreendida por todos, mas ser fiel a mim mesma, ao meu sentir, e deixar que quem estiver pronto para enxergar, veja.
Dentro do Corpo
Há dias em que morar em mim é como habitar um corpo alheio.
O peito pulsa em golpes bruscos, como martelos sem compasso,
e cada batida ecoa por dentro como se o coração buscasse um rumo que perdeu.
O ar pesa.
Não é que falte oxigênio — é que cada tentativa de inspirar
parece empurrar contra um muro invisível.
O pulmão enche, mas a dor o esvazia antes do suspiro terminar.
Os músculos se tornam fios trêmulos,
sustentando um corpo que ameaça despencar a cada passo.
O cansaço não é sono; é um colapso silencioso
que pede desligar tudo, como quem reinicia uma máquina cansada demais para funcionar.
Por dentro, tudo treme.
Não é frio, não é medo — é um estremecimento que começa no centro e se espalha,
como se o corpo tentasse se desligar para proteger o que resta.
E, no entanto, permaneço.
Não por escolha heróica,
mas porque, mesmo perdido, o coração insiste em bater.
E eu sigo, acompanhando-o,
como quem atravessa a noite sem saber se haverá amanhecer.
O diálogo é, antes de tudo, um pedido sutil de cuidado. Mesmo quando parece banal ou corriqueiro, há entrelinhas pedindo presença, escuta, consideração. Quando o silêncio chega, ele já não é mais paz — é ausência. É o eco do que foi ignorado, negligenciado, esquecido. O silêncio, nesse contexto, não é escolha, é cansaço. É o ponto final de muitas vírgulas não lidas. Ele sinaliza desistência, mostra que o outro já não enxerga sentido em tentar se fazer entender.
E quando isso acontece, você começa a perder. Perde o vínculo, perde a confiança, perde a chance de fazer diferente. Porque quem cala já gritou demais por dentro. E aqui, neste ponto, deixo de cuidar. Não por falta de amor, mas por amor próprio. Deixo de cuidar de quem não soube cuidar da minha tentativa de permanecer.
Não adianta você arrumar um namorado engravatado que te trate mal, melhor um vagabundo que liga pra você no meio da noite so pra dizer "amor ta acordada ?
ela : tô.
- a sim é porque eu precisava muito ouvir sua voz.
te amo.
Crer sem ver é como dar um passo sem enxergar um palmo diante do nariz.
É caminhar sem visibilidade, sem clareza do que será o daqui a pouco, e ainda assim plantar algo no agora, acreditando que talvez, amanhã, você possa desfrutar.
Mas até para fazer o mínimo no presente é preciso força em meio à fraqueza, confiança em meio à dúvida, e fé — mesmo quando ela parece desfalecer, pequena como um grão quase invisível.
Ainda assim, digo: quem já foi alcançado pelo amor de Deus nunca se esquece de sua potência. Esses sobrevivem até no automático, como eu, que hoje sou sustentada pela fé e acolhida em um lugar que só Deus sabe explicar.
Passar pela escuridão da alma faz com que a luz do sol seja ainda mais preciosa. Faz parar para apreciar ou simplesmente revisitar imagens guardadas numa galeria de memórias únicas, que apenas meus olhos presenciaram.
Olhar uma fotografia é reviver cada emoção ali contida, congelada para sempre.
E ao mergulhar na magnitude de cada momento, percebemos, com delicadeza e dor, que o tempo… ah, o tempo… esse não volta.
