Poemas a um Poeta Olavo Bilac

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POSSUA
Um coração que nunca endureça Uma emoção que nunca pressione Um toque que nunca magoe

Um carinho que nunca envelheça Uma doçura que não estacione Um coração que, por vezes, perdoe

Uma paixão que não enfraqueça Um prazer que nunca relaxe Um silêncio que nunca destoe

Uma verdade que nunca encareça Um medo que não ameace Uma tristeza que não amontoe

Uma amargura que não amanheça Uma alegria que nunca entristeça Uma fantasia que não voe

Uma felicidade que não empobreça Um desejo que nunca se apague E um amor que te abençoe...

Cordel Umbilical

Unir as rimas ao papel
É o mesmo que uma gestação
Gerar com amor um cordel
Dar asas à criação
De letras, filhos, rimados
Criados com muito amor
Meninos nada mimados
Meninas com cheiro de flor

O Amor é como um fluido. Preenche fendas.
Preenche espaços vazios por sua própria conta.
Somos nós, são as pessoas que o impedem,
erigindo falsas barreiras.
E quando o Amor não pode encher
nossos corações e mentes,
quando estamos desligados de nossa alma,
cuja essência é Amor, todos enlouquecemos.

Já nem sei quem sou,
O que sobra a um romântico?
A não ser a dor do amor não correspondido
E o Coração acorrentado por um beijo que já não se tem

O Poder de uma mulher

Engana-se o homem que pensa mulher como um ser diminuido

A mulher é uma estrada com dois caminhos

Ela faz um bruto virar intelectual
Ela faz uma rocha virar açúcar
Ela faz um dia chuvoso virar um dia de verão

Ela pode aquecer o coração do mais frio e de fazer sorrir de uma forma boba o mais triste

Mas contrariando os poetas do antigo romantismo, é uma faca de dois gumes

A mulher pode ser uma solução ou uma desgraça na sua vida

Ela pode empobrecer o mais rico
Ela pode abusar do mais inteligente
Ela pode iludir o mais lúcido

A mulher é uma estrada com dois caminhos, o da sua felicidade ou o da sua desgraça, basta ela proporcionar o caminho e você a decisão de caminhar nele.

- Pedro Vinicius

Eu nunca quis,
ser um erro para você,
Isso é o que eu vim aqui para dizer.

Mas se eu estava errado,
Então eu sinto muito,
Eu não vou deixar isto ficar no nosso caminho.

Minha cabeça dói,
quando eu penso sobre,
as coisas que eu não deveria ter feito.

Mas, vida é para viver,
Todos nós sabemos,
E eu não quero vivê-la só.

Talvez um dia estaremos juntos e talvez tudo será esquecido…Talvez possa existir outros momentos e aí quem sabe…nem tudo estará perdido né...
hoje eu sou louco de vez, um pouco porque eu já era, um pouco porque vc me fez.
As vezes é preciso parar e olhar para longe, para podermos enxergar o que está perto de nós. Foi nesse instante que acabei te vendo. O beijo é um modo cômodo e muito agradável de se interromper uma conversa na qual as palavras não são suficientes,fácil é dar um beijo; difícil é entregar a alma.
e você pensa que não é ninguém para o mundo. Tenha certeza que será o mundo para alguém, se ficar comigo.
para falar ao vento, bastam palavras; para falar ao coração, é preciso obras.eu ouvir dizer q
não existe amor impossível; existem pessoas incapazes de lutar por ele.
o amor muitas vezes nos confude porque nos iludimos com coisas que, no ponto de vista de outras, são apenas aventura.a felicidade é uma palavra que tem 10 letras;a minha se resume em 4: Você!!!.

Não há nenhum ser humano que não tenha por um momento
desejado colocar uma máscara e vestir um personagem que não é.
E, ainda que não tenha colocado a máscara, desejando-o...
já mentiu para o seu próprio coração!
Ninguém é imune aos sonhos!

A fotografia é mais do que o instante congelado — é um pedaço de alma revelado em luz.
Ela não guarda apenas cenários, mas imprime sentimentos, desperta memórias e conecta olhares.
Quem vê além da imagem percebe: cada detalhe carrega histórias, silêncios e emoções que pedem para ser sentidas.
É nesse espaço entre a visão e a sensibilidade que a fotografia se torna poesia para a alma.


E você, o que sente quando olha através desses olhos?

O Direito ao Silêncio


Como explicar que não estar preparado para responder uma mensagem ou um telefonema também é um limite — um limite que deveria ser compreendido e respeitado?
Vivemos tempos em que o imediatismo é confundido com afeto, e o silêncio com indiferença.
Mas há silêncios que são apenas pausas necessárias para quem já está sobrecarregado demais.


Estamos cansados emocionalmente, mentalmente, humanamente.
E, muitas vezes, o motivo de não responder não é falta de carinho, é justamente o excesso dele.
É o medo de repassar o peso, de transbordar dores em quem queremos proteger.
É o cuidado disfarçado de distância.


Mas como se fazer entender num mundo que só reconhece o que é dito, e não o que é sentido?
Como dizer que o silêncio também é uma forma de respeito?
Que às vezes o maior gesto de amor é o recolhimento, é o tempo que se leva para conseguir dizer algo verdadeiro — sem disfarces, sem máscaras, sem a pressa de parecer bem?


O silêncio, quando nasce do cansaço e do cuidado, não é afastamento.
É um pedido de espaço para respirar.
É a pausa de quem ainda quer estar, mas precisa primeiro voltar a ser.

A anedonia é como um apagão silencioso dentro de mim.
Não leva embora apenas a alegria — ela leva o brilho, o impulso, o gosto das coisas que antes me moviam.

É estranho existir assim: lembrar do que um dia me fez sorrir e, ao mesmo tempo, não sentir mais nada.
É como tocar uma memória com as mãos, mas não conseguir alcançar o sentimento que deveria acompanhá-la.

Por fora, tudo parece igual.
Por dentro, é como se alguém tivesse apertado um botão e desligado a parte da alma que reage, vibra, celebra.

Não é falta de vontade.
Não é frescura.
É não conseguir sentir.

É olhar para momentos que deveriam me encantar… e não sentir absolutamente nada.
É querer participar da vida e, ao mesmo tempo, se perceber distante, apagada, desligada do próprio corpo.

A anedonia não rouba só o sorriso.
Ela rouba o caminho que leva até ele.

E é dessa prisão silenciosa que, todos os dias, eu tento me libertar.

⁠A Presença Que Salva

Setembro Amarelo deveria ser mais do que um convite para falar. Porque nem sempre conseguimos. A mente de quem vive com depressão é um labirinto de pensamentos desordenados, onde encontrar as palavras certas para explicar o que se sente é quase impossível.

Muitas vezes, o que precisamos não é alguém nos dizendo "conte comigo" e depois desaparecendo, mas alguém que fique, mesmo no silêncio. Que segure nossa mão, sem soltar. Que entenda que às vezes não queremos falar, só precisamos de um abraço, de uma presença que não exija explicações, que apenas diga: "Estou aqui, com você. E não vou a lugar nenhum."

É essa ajuda silenciosa que salva. Um olhar que acolhe sem pressionar, uma companhia que não julga o choro, a tristeza ou a vontade de nada. Uma presença que transforma a solidão em algo suportável.

A campanha não deveria ser sobre pressionar o depressivo a falar, mas sobre ensinar as pessoas a estarem presentes, realmente presentes. Porque o que salva, muitas vezes, não é a palavra, mas o acolhimento. E há um tipo de amor que não precisa de som — só de presença.

Há um lugar dentro de mim que não tem nome.
Não é sombra nem luz — é um silêncio que pulsa, como se guardasse o segredo de todas as respostas que nunca tive coragem de perguntar.


Ali, as memórias não se mostram em ordem, mas em fragmentos que se repetem como ondas. Cada lembrança traz um peso diferente, e cada peso molda um pouco mais quem sou. É um território onde o tempo não existe, mas onde cada instante tem o peso de uma eternidade.


Não é um lugar para visitas apressadas.
É preciso entrar devagar, com a respiração contida, aceitando que algumas verdades não se dizem — apenas se sentem.
Ali, o choro não é tristeza, é purificação. A dor não é inimiga, é guia. E a solidão não é ausência, é presença ampliada de si.


Talvez, no fundo, essa profundidade seja o que me mantém viva.
Porque é ali que encontro a mim mesma antes que o mundo me peça para ser outra.

Não me move, meu Deus, para querer-te
O céu que me hás um dia prometido:
E nem me move o inferno tão temido
Para deixar por isso de ofender-te.

Tu me moves, Senhor, move-me o ver-te
Cravado nessa cruz e escarnecido.
Move-me no teu corpo tão ferido
Ver o suor de agonia que ele verte.

Moves-me ao teu amor de tal maneira,
Que a não haver o céu, ainda te amara
E a não haver o inferno te temera.

Nada me tens que dar porque te queira;
Que se o que ouso esperar não esperara,
O mesmo que te quero te quisera.

⁠Cores de um Amor Transbordante

Em terra caída, cai de amores. Feito tela pintada à mão, em tons de azul e rosa, o amor transbordou através dos meus olhos e fez de cais meu coração.

Cada toque da vida, cada nuance do sentimento, pinta no meu peito uma obra única. O amor não se limita a um único traço, ele se espalha, se funde, se torna infinito como a combinação perfeita entre as cores do céu e da terra.

Nas cores que o amor me oferece, vejo a beleza de um coração que se entrega sem medo, que se permite fluir como tinta sobre uma tela que nunca foi tão viva. O que é o amor, senão um retrato de quem somos, pintado com os tons que mais ressoam na alma?

Cada movimento do coração é uma pincelada que a vida faz, e em cada cor, vejo o quanto posso me perder para depois me encontrar.

⁠Sem Reembolso

O tempo não espera troco,
não aceita devolução.
Cada segundo gasto
é um passo sem retorno,
um eco que some no vão.

Ou se vive, ou se perde.
Ou se lança ao agora,
ou fica contando migalhas
do que não foi.

A vida não se guarda em bolsos fundos,
não se deixa para depois.
É fogo que pede sopro,
rio que exige corpo,
vento que chama voz.

O relógio não faz acordos,
nem as horas dão desconto.
A urgência é hoje.
O tempo,
esse, já foi.

⁠Deixe Que o Amor Transborde

Deixe que o amor transborde,
como um rio que não tem fim,
pintando a vida de cores
que o coração nunca viu assim.

Deixe que cada gesto seja um traço,
cada palavra, uma cor no ar,
pinte a alma com o abraço
que só o amor sabe entregar.

Não tema as tintas que se espalham,
não tenha medo de se perder,
pois só quando o amor transborda
é que podemos realmente entender.

Deixe que o amor transborde,
sem medo, sem pressa de parar,
ele vai colorir os caminhos,
e ensinar a beleza de amar.

Todos nós viemos do frio
Nós descemos pelos fios
Onde todo mundo se aquece
Em um fogo diferente
Quando algumas vezes nos queimamos
Você pensaria que alguma vez aprenderíamos
Aquele que você ama é aquele
Que poderia te levar mais alto
Você não tem ninguém
Melhor você voltar e encontrá-la

Como crianças escondidas em um armário
Não podem dizer o que acontece do lado de fora
Às vezes estamos tão longe da trilha escolhida
Nós acabaremos tomando uma carona
Por um truque ou alguma palavra engraçada
Uma mão escondida sobre uma manga
Pensar que aquele que você ama
Pode te machucar agora
É um pouco difícil de acreditar
Mas todo mundo, querida, algumas vezes
Morde a mão que alimenta

Quando eu olho em volta
Todo mundo tenta me derrubar
Bem, são eles ou eu, bem, eu não posso ver
Mas não há paz para ser encontrada
Mas se alguém realmente se importa
Bem, eles terão tempo para gastar
Um momento para tentar entender
O desespero de outra pessoa
Lembre-se que ninguém disse que este jogo que chamamos de vida
Seria justo

Colapso
Me deixe ouvir agora
Colapso
Me deixe ouvir agora
Sim
Colapso
Me deixe ouvir agora
Colapso
Me deixe ouvir agora
Se derrube com o seu lado mal
Tudo certo

Eu cheguei a conhecer o frio
Eu penso nele como um lar
Quando não houver suficiente de mim para sair
Eu prefiro ser deixado só
Mas se eu te chamar apenas por hábito eu estou sem amor e
Eu tenho de ter
Você me daria se eu fizesse suas necessidades
Como quando ambos sabíamos que tínhamos
Mas agora o estrago está feito
E estamos de volta correndo
Engraçado como tudo eram rosas
Quando nos abraçávamos às armas
Apenas porque você está vencendo
Não significa que seja o sortudo

⁠Indiaroba, Terra de História e Afeto

Há um olhar que ultrapassa o óbvio, que enxerga além das paisagens e dos cartões-postais. Um olhar que se detém nos detalhes, nas expressões, nas mãos que trabalham, nas risadas que ecoam pelas ruas, no cheiro da comida que traz lembranças de casa.

Minha gente é feita de força e delicadeza. Das águas do Rio Real que nos banham e dos passos que marcam a terra. São rostos que contam histórias, vozes que preservam tradições, gestos que carregam gerações inteiras. E eu, com minha lente e meu coração, me faço parte disso tudo— registrando, contando, preservando.

Cada clique é um abraço na memória, um jeito de dizer: olhem para nós, para o que somos, para o que temos. Nossa cultura pulsa na feira livre, no trabalho dos pescadores, na dança que embala as festas, na fé que nos une. Indiaroba é mais que um lugar, é sentimento, é pertencimento, é raiz.

E quando alguém me pergunta o que me faz ter tanto orgulho de viver aqui, eu respondo sem hesitar: é a minha gente.

⁠Foco também é dizer não!

Dizer não é um ato de coragem. É traçar limites, proteger sua energia e manter o olhar firme no que realmente importa. Foco não é apenas sobre o que você escolhe fazer, mas também sobre o que decide deixar para trás.

Mantenha-se conectada àquilo que te faz crescer. Cultive uma visão positiva que te impulsione, que te leve além. Cada dia é uma nova chance de ser melhor do que ontem, de lapidar sua essência, de construir a melhor versão de si mesma.

Priorize-se.
Valorize seu tempo, sua paz e seus sonhos. A meta não é aceitar menos do que você merece, mas sim reconhecer o seu valor e se posicionar à altura dele.

E, no caminho, lembre-se: foco não é apenas persistência, é também saber quando é hora de soltar, de recusar, de escolher-se.