Poemas a um Poeta Olavo Bilac
A felicidade é um tanto pequeno demais para que eu espere, a minha esperança espera algo ainda não definível...
Tu não tens um corpo! Mas sim um pedaço de mau caminho entrelaçado com o pecado indecente e desejado pelos meus olhos...
Não gosto de um amor inventado... Como a vida inventada
Na hipocrisia da invenção, no qual vive a uma nação;
Nem um julgamento me importa, pois até beberei do veneno que me oferece...
Mas se não conseguir me enxergar pelas costas falar-te-ei o quanto incompetente és;
Pensei em escrever um verso no qual viva para mudar o impossível... Construa o possível de perdoar a quem precisa de um perdão;
Chamam-me de louco pelo jeito que enxergo a vida, mas se esqueceram de que vivemos em um mundo em que a vida não nos pede lucidez;
Como um grão de areia, eu me rendo a tua grandeza... Tão pequeno na minha sabedoria, quero me entrelaçar as tuas leis sobre a minha vida!
Na maioria dàs vezes não sabemos ler o medo, por medo de entendemos que o risco pode ser um aprendizado;
Tenho uma insuspeita em meus sentimentos de amar a loucura de um coração amado;
E dentro dessa clareza não me sinto menos, eu me sinto respeitado!
