Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Você sempre pode criar diferentes visões sobre a mesma coisa, as vezes os sentimentos tem papel crucial nas distorções da realidade, e nem tudo que parece ser, de fato é.
Se você pode ver as estrelas, isso significa que você pode ver o passado, mas se você ficar preso nisso, perderá seu futuro.
"Não lamentes o que se passou, pois, se assim fizeres, lamentarás no futuro o tempo presente desperdiçado."
E naquele lugarzinho perto ao mar, é tudo que eu preciso para relaxar, e assim então, minha alma se acalmar.
Não da para manter o lixo, no mesmo local de comidas boas, você acabará estragando-as, mesmo assim é com o coração, não da para manter sentimentos bons, junto a sentimentos ruins, o único prejudicado será você, preserve no seu coração aquilo que lhe traga esperança, se livre das coisas ruins.
O Poeta levantou sua guarda, e num esforço à gosto, fez inveja para Napoleão. Num copo Americano disse que tomou a Europa toda.
"O poeta vê a beleza, apaixona-se por ela, mas teme não poder tocá-la, por sentir que se o fizer, quebrará toda magia do que para ele é sublime. Por isso, disfarçadamente a revela com suas palavras". (Mauricio A Costa, em 'O Elo Invisível' - O Mentor Virtual - Campinas-SP)
Assim como a espada é a arma do guerreiro, a poesia é a arma do poeta.
A primeira atinge o corpo, a segunda, penetra na alma.
Nosso Jardim é um cemitério clandestino,
Somos dois lírios sem comunhão, fora do ninho.
Se bem quis assim o irrefutável Jardineiro,
Resta-nos chorar o que soa trágico: nosso destino!
Lamentos maiores guardaremos aos dias que virão...
Cada dia que acordo,vejo o mundo de uma forma diferente, incrível como tudo muda tão rapidamente e com tudo também o meu pensamento.
É o seu sonho? Te faz feliz? Então conquiste-o! O mundo é pequeno para pessoas sonhadoras... Nada é impossível!
“Morte, o fim, mas também o recomeço. A morte é o fim da Vida? O que é vida, se não a espera pela morte. Somos fadados a morte, mas também à vida…”
A alma grita por socorro, enquanto a mente se tortura com lembranças. O coração fica descompassado e acelera como um carro de corrida. O corpo se torna gelado como um iceberg. A boca força um sorriso, enquanto os olhos lagrimejam e dizem coisas que nem a alma, o cérebro, o coração ou até a própria boca têm coragem de falar.
