Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Nada mais somos do que um sopro, que como o tempo toma seu rumo por becos, vielas mas também por grandes campos.
Não me sinto sozinho e não me sentirei, porque não estou... não estamos! Temos um ao outro - sempre juntos!
E mesmo de longe, um cuida do outro, um pensa no outro, um está com o outro, um ama o outro sem medidas...
Perdi o meu amor a outro nao porque sou um fracassado mas sim porque fui tao forte que deixei de pensar na minha felicidade para a felicideda dela.
Se a beleza fosse um crime, podes crer que eu estaria em fuga ou seria preso por ser bonito, e a pena seria maxima.
Uma ânsia, um desejo, uma vontade de estar perto, um chamego, um bem.. É o ciúme, é o sorriso, é ir de encontro ao paraíso. É cantar, é rir, é brincar, é se entregar, é sentir, é saber inconscientemente como o outro está... É amar, ah amar, é agir de maneiras antes improváveis com o coração na boca e a alegria estampada, é sentir coisas diferentes, é saber que a vida nunca mais será a mesma... É amar, ah amar.
A minha paixão perdeu-se nas velas de barco, a minha alma afogou-se na areia e a minha tristeza é um deserto estéril.
A cada dia uma nova informação sobre o que um dia alguém lhe disse que era um bom negócio. Pra começar “o convite” cuidado eles sempre farão você se sentir envolvido no assunto
Já disseram que o amor é uma bela flor à beira de um precipício. E que é necessário ter muita coragem para a ir colher. Mas tem que ser muito mais corajoso e forte pra continuar subindo tudo de novo e tentar colhe-la mesmo depois de cair centenas de vezes!
Não creio que o mesmo Deus que nos deu a vida, nos deu a terra, um pouco de conhecimento, muita capacidade, Intelecto, sabedoria, nos vai impedir de conhecer tal terra, tal vida, e usar tal conhceimento, tal intelecto e tal sabedoria.
Nunca pensamos que somos futeis,mas sempre olhamos para o próximo com um certo olhar de desprezo e mediucridade!
Ora, todos sabem que os amantes têm um prazer indizível em matraquerar os ouvidos dos que os atendem com uma história muito comprida e mil vezes repetida que, reduzindo-se à expressão mais simples, ficaria em zero ou, quando muito, nos seguintes termos: “eu olhei e ela olhou”; eu lhe disse “pode ser, não pode ser".
Assim como o grito tem o eco, a flor o aroma e a dor o gemido, tem o amor o suspiro; ah! O amor é um demoninho que não pede pra entrar no coração da gente e, hóspede quase sempre importuno por pior trato que se lhe dê, não desconfia, não se despede, vai-se colocando e deixando ficar, sem vergonha nenhuma, faz-se dono da casa alheia, toma conta de todas as ações, leva o seu domínio muito cedo aos olhos, e às vezes dá tais saltos no coração que chega a ir encarapitar-se no juízo; então, adeus minhas encomendas!...
Amor é um menino doidinho e malcriado que, quando alguém intenta refreá-lo, chora, escarapela, esperneia, escabuja, morde, belisca e incomoda mais que solto e livre; prudente é facilitar-lhe o que deseja, para que ele disso se desgoste; soltá-lo no prado, para que não corra; limpar-lhe o caminho para que não passe; acabar com as dificuldades e oposições, para que ele durma e muitas vezes morra.
