Poema Sobre Solidão
O ser que não suporta a solidão está condenado a viver entre a tristeza e a dor da própria existência.
A solidão é como uma sombra persistente, sempre ao nosso lado, mesmo nos momentos mais movimentados. Às vezes, ela se torna nossa companheira silenciosa, nos lembrando da nossa própria essência. Mas não é necessariamente um lugar de tristeza; é onde encontramos a nós mesmos, onde refletimos sobre nossos sonhos, medos e desejos mais profundos. Na solidão, descobrimos a força da nossa própria companhia e a capacidade de enfrentar os desafios da vida. É nesse espaço solitário que aprendemos a valorizar ainda mais os momentos de conexão genuína com os outros. A solidão pode ser um mestre severo, mas também um aliado na jornada do autoconhecimento e do crescimento pessoal.
Na Maternidade Atípica, a solidão pode ser uma sombra constante, mas encontramos luz nos laços que criamos com aqueles que compreendem nossos desafios e a nossa jornada única!
Nem todos têm a capacidade de perceber o quão saborosa é a solidão, uma vez provada, nada a pode substituir...
Medo da sensação de solidão, de desamparo, de tristeza, de vazio de estar sozinho vem do fato de sermos seres relacionais e funcionais.
Me diz o que é que eu faço com essa solidão. Tentei te esquecer, briguei com o coração. Foi tudo inútil. É bobagem insistir. O meu coração quer você aqui.
A solidão é a escuridão que a luz de uma companhia não consegue iluminar apenas com a presença física.
Solidão, na maioria das vezes, não é uma questão de estar distante de pessoas que talvez você desejasse compartilhar momentos de sua vida, mas de sentir falta mesmo estando acompanhado por uma multidão.
A solidão não tem fonte física ou espiritual, mas um meio termo entre eles, ou seja, se origina na mente.
Hoje me é ser, próprio, romântica, porque um dia experimentei a solidão, essa me fez aconchego, mas não me fez bem, digo, ela é tão deliciosa em certas partes e tão odiosa em outras, quem me dera lembrar do vil escarlate de seus olhos ainda cedo depois de tomar café, me diga, minha amada, se ainda lhe sou suficiente? Então por que não te bastei, minha flor graciosa? Me fiz jardim para ti, me fiz adubo, água, sol, jardineiro para ti e do que adiantaste? Ó tenha pena de minha alma, minha querida, eu lhe amo tanto que faria de mim quem sabe lá o quê? Fique comigo, te imploro, pois sei que a solidão amarga me fará perturbação, mas não digo tudo isto como reclamação por ficar só, mas por estar se esvaindo de meus braços, querida, como me é doloroso ver diante de minhas pupilas já cansadas e marejadas seu espírito junto de teu corpo sumindo aos poucos, na verdade, digo que tão depressa, para quê? Não gostas do que fui? Não gostas de meu solo, meus cuidados? Por que me fez sofrer desta forma? Sou um pobre rapaz que se apaixonou por uma dama que não estava preparada para amar, ó que confusa ela está! Pobre homem também será o próximo, até que a vil dama se torne mulher, desabroche suas flores e frutos do amadurecimento junto da juvenil paixão, te é próprio ser má com bons rapazes? Jogue fora todos os meus presentes para que nem por um segundo se lembre de mim, assim farei com a doce lembrança do teu amor e de teus beijos. Em algum dia, se nos esbarrarmos, já não me lembrarei mais de ti e nem me faça questão de não lhe falhar-lhe à memória, esqueça, basta!
É bem verdade que não é bom estar só, em seus momentos sozinho, as tarefas diárias é solidão, sua mente precisa ser resiliente e aceitar a situação imposta. O abismo que há em sua mente é reflexo do seu coração! Estar cheio do Espírito requer renúncia todos os dias, sozinho você não consegue, peça ajuda a Jesus, nosso Senhor, tudo é possível ao que crer.
O silêncio da solidão não é o problema; o problema é o que ele revela. Ele nos força a confrontar as perguntas que evitamos, as partes de nós que escondemos. Preenchê-lo com vozes externas é só um band-aid para uma ferida que nunca se fecha. Talvez o verdadeiro desafio da solidão seja descobrir que o que falta não é companhia, mas aceitação do que somos.
A solidão é o lembrete cruel de que, no final, estamos todos presos dentro de nossas mentes. Ninguém pode nos alcançar por completo, por mais que tentem.
