Poema Sobre Solidão
beijo...
amor...
demônios,
as coisas são diferentes nesse funeral...
passei por fronteiras que destino quis...
degradado sentimento...
amor suas cartas que se decompõem,
minhas lagrimas são sacrifícios
deixados cobertos por um sonho...
mesmo sabendo que desde do principio
estamos condenados...
nas profundezas...
o veneno corre minhas veias até seus lábios,
me deixe morrer em sonho de amor,
como naquela mensagem que deixou no meu coração,
que gravei em minha lapide...
Sua alma é livre ate que o inferno devora seus piores momentos,
com a falta de luz,
mundo se vê em chamas,
as labaredas são claras num coração cheio de magoas,
sem perdão para si próprio,
temores são apenas uma parcela do imenso
deslumbre que varia, das profundezas...
Vejo o extremamente seu olhar puro,
Em uma teia uma aranha de desejo,
olhar pela janela de tua alma..
partindo desse mundo...
caos da solidão transcende...
entre as estrelas...
Oportunidade para horizonte a tristeza.
Ofegante destino falta de ar...
Solitude apresente no profundo...
Entre brumas da dor.
O sentimento clama em lagrimas,
Pois profundo dessa existência
Floresce nos extintos sendo substituído,
Num extenso da essência da alma...
A vida passou para o mundo ausente.
Sobretudo nas profundezas da escuridão. Se abrange o vazio...
Sem ter vontade pelo desejo depressivo num ar comprimido..
Pelas emoções passadas...
Passarás as ostentações...
O túmulo do amor se torna distante...
Vampiros de alma,
reluto em acreditar...
preciosa, chamas da angustia...
somas do prazer,
que desvairam e desvirtuam,
na solidão ao primor a verdadeira...
nesse complemento o terror virtual...
Antes que termine o dia
Não reconhecerão o quão denso era a treva que pairava em mim.
É uma noite sem fim, apática à qualquer luminosidade.
Sou como o limbo a girar freneticamente numa bússola sem norte,
a carência de sentido encarnada em solidão.
Não me perguntem: "tudo bem?" Direi que sim.
E fingiremos todos acreditar um no outro.
Não diga que Deus há de me valer, ele não virá...
A minha solidão é um ermo habitado por pessoas alheias
que observam passivamente os vitrais foscos de um templo em ruínas.
Eu sou o templo em ruínas.
E tenho a carne lacerada pelos cacos dos vitrais.
corpo que caie sobre os mármores do tempo,
esqueço me nesse ardor da vida obscura,
diante sua face abdico com ternura profundamente,
se perde na paixão tudo parece ter um segundo de vida.
o infinito....
bem qualquer sonho revolto,
as operas das dores profundas...
num desejos do querer,
oprimo as vozes que deferi minha alma...
sobre as eras o meu infinito da escuridão...
sonhos que vejo no ínfimo atroz.
parador que sempre aparece nos
dias que tudo parece não ter sentido.
até parece ser almas que tem mesmo coração...
todos se despendem mais nunca compreende a grandeza do mundo,
ninguém sabe o que é sentir dentro do peito.
Da falta
Do improvável nasce o perturbador
Tomou dimensões insuperáveis
Massacrou enquanto pôde
Com o calor da sua presença
Partiu massacrando o que restava
Com o frio da sua ausência
Deixe Voar
Das imaturas lembranças
Hoje noites mal dormidas
Sonhos que nada valem
Das cinzas, renascença
Mas como é difícil ser Fênix
Com o frio da sua ausência
Deixe voar
Efêmeros, incontestavelmente
Da linha tênue entre amor e ódio
Você fez abismo
Lamentável avença
Que fez de mim passageiro
No frio da sua ausência
As pessoas que mais nos ferem são os próprios de nossa casa.
Se você nesse momento precisa de um apoio, de um abraço amigo, somente Deus pode ser seu apoio.
Pois todos se afastam nesses momentos.
Momentos que tudo que você mais deseja é ter o aconchego de sua família.
Nos dias de hoje os lares tem se divido, tem se voltado um contra o outro, por coisas tão pequenas.
Pais que esquecem que tem seus filhos, que se preocupam com o próximo, mas esquecem de sua família. Afinal esse não foi o amor que Deus ensinou, amar uns e esquecer outros.
O mundo em que vivemos a violência e o ódio tem reinado.
A depressão tem levado famílias a perderem seus entes queridos, por falta de amor e companheirismo.
As pessoas se preocupam com tudo, menos uns com os outros, e isso tem levado muitos a atentarem contra sua própria vida.
Depois que a morte chega a pessoa vê a importância que a outra tinha em sua vida. Mas tarde demais.
Mais diálogo e mais amor de pais para filhos, de filhos para pais, o amor se inicia dentro de um lar.
Onde é demostrado o amor, a violência não reina, as drogas não são necessárias, pois o amor completa o vazio, pois Deus é o amor.
Em um mundo tão conturbado, distorcido, racista e preconceituoso, falta mais amor, falta mais Deus na vida das pessoas. Pois quem conhece a Deus, tem o próprio amor em sua vida.
Deus é amor, mas também é justiça.
Que Deus se manifeste na vida das pessoas com esse amor tão lindo, que Ele deu a própria vida por nós.
Que Ele faça justiça onde há injustiça, a violência, maus tratos aos animais, onde o mal tem reinado e tomado o que pertence a Deus e não as trevas.
A família que deseja estar blindado desse mundo tão cruel, o segredo é estar unidas e alicerçada em Deus.
Há tanto desespero enteu olhos...
sentimentos mortos...
sem palavras...
deixo teu coração se ar..
nada expressa o terror em teus olhos,
sempre para o infinito
o amor devora teus lábios,
trêmulos pelo desejo profundo de um beijo.
Límpido espaço pra longe de céus além de palavras ao vento.
Espírito sem alma julgo por aonde passei.
A onde senti realmente foi que vi.
Sobre os ares do tempo escuro nos teores dessa vida.
Ares sobre luar do esquecimento profunda morte...
Relapsos seres doloridos, por tanto que clamei,
Foste se no que lembrei me, por lagrimas,
Repouso nos dizeres pois tudo que tive,
Nas arestas do tempo há poeira infinita,
Bem querer sob os teres do teu luar,
Bom do teu ser sois as profundezas...
Neste que o caos da escuridão espalha se...
Em tais sua voz espalha pelas estrelas,
Que conheço nesta vida entre outras
Palhas do sentimento, se doma
Nessa singularidade que passou a cada devaneio,
Espeço, meros tons de cinza,que se passam a...ilusão.
Desta, que a dor exclama o amor.
boa noite...
diga sangrando cada momento
que lhe desejo
sobre a morte te amo...
diga-me por um estante que esteve viva,
enquanto ainda sonho com o amor.
deslumbre de um mundo em destaque em teu coração...
por más recordações expulsa se o choro,
para poeira da estrada que deixa a voz do esquecimento,
abrangente em fatos relevantes te imagino no chuveiro.
Na Imensidão Vazia
A tristeza simplesmente me recobre e os olhos do gato alimenta a minha alma como o brilho das estrelas. E nada, nada poderia estar mais morto do quer cada pedaço de mim a vagar nessa solidão, tremulo. Em uma noite em que o meu corpo parecia estar frio, sempre frio, como um cadáver a descansar seus ossos em sua tumba junto de um silencio sepulcral ao redor.
E minha alma a viver por ainda sonhar com o brilho daquele olhar pela noite morta caída sobre mim com o céu cheio de estrelas. E a lua a mim olhar e não a mim julgar nessa imensidão angustiantemente vazia.
Estou vivo em meio a morte e a essa deusa chamada solidão a me seduzir ao tomar a forma de minha amada Carolina. Se formando na coisa mais linda que meus olhos já viram desde que se abriram nesse mundo doente.
E a tristeza recobre a minha alma como um cobertor frio e molhado e ao mesmo tempo quente e morno me deixando ainda mais angustiado naquela imensidão vazia a onde no solo nada se via a não ser o vazio que ali havia.
Então restava-me abraçar a solidão e foi o que eu fiz naquele vazio claro e silencioso cujo eu sentia-me perdido no espaço a vagar numa constante dimensão a onde a única coisa que me dava força era a luz do sol e a lembrança do brilho dos olhos de minha amada.
E nessa dimensão dela mim afastava e então perante as estrelas durmo pensando nela.
Senhores das nuvens
Sois o vento.
Que ecoa pela pelas planícies.
E sussurra entre as florestas.
Se desprende no amor.
Dissipar-se tornou se o desejo.
Tão expressivo no alento.
Que diria o amor.
Puro e translúcido.
Para onde deixou cair em uma paixão.
Breve na surdina da escuridão.
Um cálida de desilusão e desejos.
Espalhadas de tantas vezes o amor.
dissipou se nas estrelinha do teu coração.
