Poema Sobre Solidão

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Meu Mundo Escuro

No instante em que te vi
me apaixonei,
sorri,
enlouqueci. . .
Seus olhos fixos nos meus me diziam o quanto você me queria.
Minhas mãos moviam-se sozinhas,
soberanas,
em busca de contato.
Me aproximei,
te senti. . .
Sua voz rouca sussurrando palavras incoerentes em meu ouvido,
me fazendo revelar meus segredos mais profundos.
E foi ali que eu me entreguei. . .
Minha boca em sua boca;
Nossas línguas em uma dança louca,
única. . .
Não dissestes um "Eu te Amo"
Mas sim um "Eu te Quero"
e era somente isso que eu precisava ouvir naquele momento.
E ali,
deitada na relva fria,
eu me entreguei a ti. . .
Me despi de meu sofrimento,
deixei que a escuridão que habitava meu peito se transformasse em uma grande explosão de fogos de artifícios.
E do mesmo modo que nos encontramos,
nos despedimos...
Não senti mais seu perfume,
seus toques,
sua boca na minha. . .
Também não pude dizer o quanto significou para mim,
porque,
no fim de tudo,
você simplesmente se foi
e eu voltei ao meu mundo escuro e vazio.
Mais uma vez....

Trágico...
nunca amei tanto
tentei chorar e arrancar o coração,
ainda sentia tanto amor...

PAPO RETO, VIDA TORTA

Não é seu? Vaza!
Não te quer? Larga!
Deixa essa vida rasa
De bem me quer, mal me quer.

Pois, pessoa enganada
Sempre erra a estrada
Põe a culpa no caminho
Mas esquece o próprio pé!

Me admira a mentira dos que lêem, na verdade dos que escrevem.

Escrita é vento, é nuvem, é quebra cabeça!
Cada um interpreta de um jeito, cada um ignora de um jeito
Cada um esquece de um jeito...

Me admira a verdade dos que lêem, na mentira dos que escrevem.

Escrita é chuva, é tempestade, é queda de cabeças!
Cada um julga de um jeito, cada um nega de um jeito
Cada um morre de um jeito...

Somos livros cujas capas não condizem com o conteúdo.
Se me lerem, a capa não julgarão
Minha capa é forjada no aço, é escudo
Meu conteúdo é alma e coração!

Estou na mente do esquecido
Na fome do sepulcro
Estou na cinza do fogo
Também na boca do lobo.

Estou no inicio de todo desfecho
Num ciclo que jamais se acaba!
Eis-me aqui amigo remoto.
Me chamo despedida, cicatriz da alma!

Me vejo perdido no meio de tanta gente
Éh, estou aqui novamente
Sim sou eu, o mesmo de sempre
Porém não com os sentimentos de antigamente, infelizmente

Não sei como começar
Mais tenho que escrever para me aliviar
Nada mais justo do que deixar meu coração falar
Porque há um tempo ele não bate, só lhe convém apanhar

Me diz por que estou esperando por alguém ?
Alguém que não dava a miníma para mim ?
Não consigo me isolar e ficar sem ninguém
Mais também não precisava ser assim.

Enfim, te fiz especial em meu coração
Mas você recusou sem nenhuma emoção
Mas não te culpo, foi a sua decisão
Mas se acha que com isso eu iria ficar sozinho, bom, então,
Minha companhia hoje é a solidão

Não guardo magoas de você
E você não é culpada do que aconteceu comigo
Desejo que você encontre alguém bacana e que goste do seu jeito de ser
E que você permita que ele seja teu abrigo. S2

jogos de amor
lagrimas são farpas de uma boa noite,
as regras são livres, sobreviver é bom
está viva até o anoitecer...
bem querer são momentos,
tudo soa unicamente o amor...

porque? você não é boa...
não posso esconder...
o que senti...!
quando estava voando
ninguém perguntou se te amou...
apenas a submissão....
destrelada entre meio fio
estremece, vulgarmente...
expressa um desejo incontrolável,
não se o que não é impossível,
diante as sombras do teu corpo suspenso...
linhas transparentes focam abstinência,
das tuas cavas úmidas escorrem prazeres
numa imensidão seus gemidos são contidos
com um amordaça tem delírios que adquiridos
na sonsa forma de alucinações pois as drogas
mais comuns estão num processo que se desfaz sua nudez...

Teu corpo era meu naquele momento;
Eu te tinha em minhas mãos, e também em meus lábios.

Tu era minha.
E eu era teu!

Se eu soubesse que tu iria;
Não construiria minha casa em teus braços;
E não plantaria meus sonhos, em teu sorriso.

No calendário vejo
O dia está próximo
Eu digo aos céus
Obrigado
O cafune do destino
Me acalenta
Me encanta
Canta a alma
O desejo grita
Ínfimo raciocínio
Recupero a sensatez
E só

O amor,
o amor modifica todos,
até mesmo os mais
fortes.

Ele chega como um tiro,
um tiro de shotgun,
se espalha em nosso
corpo e fica.

Fica como uma cicatriz
que ainda não fechou,
fica em aberto e
machuca.

Ele é mais forte
que todos os outros
sentimentos que o homem
é capaz de suportar.

Na maioria das vezes
é
insuportável.

Sente-se demais.

tentei ouvir seu silencio
senti tantas coisas com suas imagens
me vi em cada instante até quando te conheci,
tudo parecia um sonho,
então mergulhei profundo e vi que sofria
com a humanidade daqueles que se dizem humanos,
tão pouco compreendo sua linguagem,
mais se expõem por simples relação visual...
sendo até uma nova patologia
sem mesmo um a relação
apenas um momento final feliz dizem
moralmente repugnantemente,
sua alma imaculada atravessa tudo
e toca meu coração perdido em trevas.
tento sentir um ponto de luz apenas sinto a escuridão.

entre em enigmas que a paixão
seja momento de compreensão,
sem razão da sua existência...
tudo resta recomeçar a amar
ou viver na solidão plena,
em tantos temores descobertos.
nos fatos mais impuros da alma.
o recomeço uma busca de espirito...
desvendando em si o ser aprisionado
por amar deixa viver por si mesmo
se vive pelos outros sem saber
que a vida um pequeno momento...

Não compreendemos a beleza do universo mesmo assim
encontramos sentimentos desencontrados,
para momentos únicos continuamos com nossas vidas
sem dar verdadeira importância que nos cerca,
independente do seja o tempo torna se inadequado
pois suas vidas são uma gota num imenso oceano.

Eu Lhe encontrei amor, nos sonhos de um Menino louco

Hoje eu lhe encontrei amor,
Nos sonhos de um Menino louco,
Lá nos Beijávamos com Fervor,
Mas na vida o Frio me acordou...

Fui a Rua ouvir os Uivos dos Lobos,
Mas quando percebi eram só Cachorros...
As estrelas estavam Tão Baixas...,
Mas eram só as luzes dos Postes,

Estou confuso e um pouco Tonto,
Estou Caindo de um lado para outro...
Sinto gosto de Vinho em minha boca,
Agora não sei se bebi ou foram seus lábios que me doaram

Hoje eu lhe encontrei amor,
Nos sonhos de um Menino louco,
Lá nos beijávamos com Fervor,
Mas na vida o Frio me acordou...

Estava Chorando em um Lugar estranho,
E as árvores em minha volta me disseram Por favor senhor...
Não derrame suas lágrimas no chão sujo,
mas sim em minhas raízes que o Homem queimou,

Nada conseguia dizer, Mal conseguia pensar
Minha visão se Apagou...
E quando abri meus olhos era de manhã,
Não Havia mais Cachorros, nem postes e também vinho,
Perante tudo isto o que mais senti falta foi Conseguir de tudo aquilo Lembrar...

Mas apagado tive um sonho,
E neste sonho me Falavam que Deus era o Homem que me salvou,
Mas Como... se foi a escuridão que me adotou ?
Então onde estava este Deus neste momento ?

Poucas Vezes sabia o que passei na noite anterior só tinha Dela Histórias,
De quem você me pergunta ?
De quem me Possuiu claro!
A Escuridão não ia Me ter atoa, Ela sempre toma meu corpo de Noite para Colocar os prazeres...
No Peito Do Menino que falta amor.

Eu nunca me senti tão fora de mim quanto agora. Queria saber pra onde foi aquele espírito jovem, alegre, espontâneo. Juro que já tentei encontrar, porém acho que deve está nos escombros daquilo que já fui um dia.

Os olhos marejam, almejam, pelejam, esbravejam por algo que um dia pulsou radiantemente como um lindo nascer do sol.

Hoje, olho para trás e tento perceber quais caminhos percorri para chegar ao marco que me encontro. Não obtenho respostas, a não ser lutar e relutar com os monstros que pairam sobre uma mente coberta por um oásis criado por mim e para mim.

Enquanto durmo fora da caixinha, tento encontrar o espelho para eu me despir daquilo que ainda consigo, tento encontrar a porta que me levará a outra direção.

Percebo que a porta está fechada, e não conseguirei abri-la sozinho, a chave está comigo, mas preciso de um feitor para acabá-la para mim, para poder funcionar.

Enquanto durmo fora da caixinha, tento encontrar-me; está difícil, sei que está difícil, mas consigo.

Enquanto durmo fora da caixinha, tento descobrir que fase da minha vida estou a jogar, espero encontrar um coringa no meio deste jogo.

Enquanto durmo fora da caixinha, eu perco-me para me encontrar; eu encontro-me para poder me perder; eu acho-me para poder saber que reflexo de mim estou a olhar no espelho; eu sinto-me sem o prazer do toque.

Enquanto eu durmo fora da caixinha, eu me encontro, me renovo, me fortaleço, me entrego, me acho.

Queria devir, devir eu, devir a mim!

Tempo

A tristeza assola essa terra
Tristeza sem fim, sem trégua
Nostalgia outonal
Saudade condicional

O vento sopra a poeira do que restou
Trazendo consigo lembranças de um tempo...
Lembranças que vivi...
Lembranças que sempre sonhei...

Tristeza e saudade de tudo
Recordações doces de uma vida amarga
Tempo que não volta...
Tempo que não para...

Com Dor No Coração

E pensar que...
Nunca disse a ela o quanto ela era importante em minha vida
Que desde que a conheci sempre fui apaixonado
Por aqueles olhos que me prenderam
Que sua presença me fazia feliz.

Hoje a culpa me consome um pouquinho por vez
Logo serei apenas arrependimento
Apenas mágoa, apenas tristeza.

Ainda serei o mesmo por fora
Mas meu coração já não será como foi
Quando um simples sorriso dela me enchia de alegria.

Pulsa coração... Enquanto pode
Pois logo a tristeza, a dor, raiva e culpa lhe tomará
E a cada pulso sentirá a dor
Do amor que não soube amar.

Queria um dia ser como o poeta
Poder falar de amor pra você
Rimar as palavras com doçura
Fazer seu coração me querer
Te dar toda paz e ternura
Sentir seu corpo estremecer
Quando receber com candura
O beijo que vou dar em você!

A paz que você me levou de graça

Eu quero paz, quero viver mais sem mim, assim, por ser, eu mesmo. Viver isto, cansar de estar com um sorriso só. Compartilhar a solidão de ser um sol à morrer. O que? Isso é muita depressão? Então terei que segurar essa minha indagação. Isso é ser feliz, ser bom de coração? Felicidade grita nas asas da solidão. Terei de ser eu mesmo, infelizmente sei bem como o fazer. Eu tenho muito a dizer. Mas será que serei o que quero ser? É triste aguentar esse eu que ganhei. Não pedi para ter essa vida estragada, preciso de mais alma enlatada. Espero que entendam que isso é verdade. Minha vida, sua casa, nosso parque de diversões. Nossas divisões. Entendam, sou eu. Esqueçam! Sou meu. Eu queria escrever algo que fizesse sentido. Organizar minha mente em uma linha, como um metido. Sério, serei aquele que a levou. Acertei que este te amargou. Matou o pouco que lhe sobrava. Avenida transformada em uma grande estrada de vazias duplas faixas. Trazia a tua paz, a paz que eu pedi. Pois quis viver sem mim. Agora sou assim, sem saber se sou quem seu, meu? Acho bem difícil. Farei questão do vício que tenho que levar. Terei de me afastar dessa falta de razão. Todos agora cantam sua canção. Serei seu, se meu amor lhe resguardar dessa gente estranha que só pensa em amar. Esses versos que eu tenho que levar nas costas junto com o que você não quis ficar, é tudo que me sobrou, exceto o que ficou faltando me levar acima do que eu tenho que carregar, em cima do que eu já não sei cantar. Cantei para sua paz, embora já não há mais sentido eu ficar querendo te guardar. Se nem mais me insiste que você não existe. Terei que enfim sorrir e cantar, para que, no fim, eu volte a sonhar...