Poemas de Sol: versos inspiradores de grandes autores

sob o sol da meia noite eu caminhei nu,
sobriamente e sem parar.
afoguei um astro com a maré do meu pranto
encurralei em algum canto o vento que soprava o ar.
tentei prender a força de um fino grito e em um suspiro...
eu chorei.
pra minha alegria eu chorei.
porque vivia eu chorei
porque amava eu chorei.
e eu nem sei porquê chorei.

"tons de rosa-madrugada e seus nós na garganta"

Inserida por hempadinha

⁠Senhor do Astro


Sempre que o sol
Vier tentar apagar
As minhas lembranças
Da noite

Quando eu esquecer,
Peço que me faça recordar
Das coisas boas e amargas
Que desconheço

Realize de uma vez
Aquilo que idealizei
E torne-me menos dor
Mas sonhe, sonhe por mim

Quando notar, tenha apenas a mim
Quando a luz sumir, escape do laço
Vier iluminar, e me perder de novo
Na flor da pele, senhor do astro

Inserida por WalyssonLima

A Beleza do Amanhecer
O astro rei surge com seus raios a banhar a terra...

O resplendor do sol se reflete na relva, convertendo pequenas gotas de orvalho em joias cintilantes. As borboletas dançam entre as flores, embelezando o jardim.

É uma imensa felicidade para mim escutar as risadas das crianças brincando, trazendo-nos a esperança de um novo dia... E a magia de existir neste maravilhoso paraíso, adornado com flores de cores deslumbrantes a seduzir os corações enamorados.

Inserida por fluxia_ignis

MÁSCARA:

Sob sol a pino, em meio à multidão,
O astro de face dupla, feições interrogativas e sorriso pálido,
Em um ritual...
Em instantes nos transporta ao mundo surreal.
Mergulhados nos movimentos rítmicos do artista.
De tal forma a levitarmos, migrar à outra dimensão.
Regressei ao espelho onde meu pai extraia sua pele
No silêncio de repetitivos movimentos verticais da gillete.
Que me gritava indagações ao futuro!
Assim se ouvia à expressão corporal do mambembe
Que cantava, encantava e decantava sua alma.
Não ouvia-se o som de sua voz,
No entanto bastava para compreender suas palavras simplórias e silenciosas,
Que me transportara à àquele mundo de imaginações.
Ante a mimica que nos expressava explicita tristeza,
Nas exclamativas lagrimas que borrava sua pele,
Nas piruetas a expressar pérfida alegria.
Nos movimentos lentos e circulares das mãos
Encenando a mulher que carrega outra pessoa.
Naquele instante, todos nós, éramos um só,
Não se ouvia as agruras do realismo...
Em meio à multidão, me senti único, envolvendo-me visceralmente.
Ao fantástico mundo dos mitos.
Pois que o artista deixara seu corpo cair inerte nos sugerindo a viagem.
Ato continuo, com a sutileza de uma pluma, recobra a vida pondo fim ao rito.
Decido ficar um pouco mais e assistir ao encantado ato do mambembe...
Despindo-se, traveste-se de sua pele natural e segue seu mundo real na busca de novo ritual.
Suspendi meu olhar vislumbrando o iluminado ser em seu mais fútil personagem.
Um rosto a mais na multidão. Sem fala, sem cara e sem canto...
E definitivamente me perguntei: O que seriamos sem esses mitos e seus rituais?

Inserida por NICOLAVITAL

⁠Você é astro
que me ilumina
no espaço,
Somos poesia

(A Dança do Sol e da Lua)

Inserida por anna_flavia_schmitt

Que ao se abrirem as pálpebras do dia teu interior seja luz; tão branca e exuberante como margaridas desabrochando no campo ao primeiro toque do sol. E ao cair da tarde quando o dia já não for mais do que lembranças que o crepúsculo aquarele o teu riso com as cores da gratidão.

Eu sempre penso que o que precisamos é da luz do sol e de bom tempo e de ar azul como o remédio mais confiável.

Vincent van Gogh

Nota: Trecho de carta a Theo van Gogh, escrita em 29 de setembro de 1888.

Não antecipe os problemas, nem se preocupe com o que talvez nunca aconteça. Aproveite a luz do sol.

Mas qual luz abre a sombra deste balcão? Eis o oriente é Julieta, e o sol! Oh, e a minha mulher e o meu amor!
(Ma quale luce apre l'ombra da quel balcone? ecco l'oriente. E Jiulietta, é il sole, oh, é la mia donna, é il mio amore! Atto II, Scena II

Cada pensamento, cada ação tornam-se sagrados sob o sol da consciência.
Sob esta luz não existe fronteira entre o sagrado e o profano.

A sua é a luz pela qual meu espírito nasceu: - Você é o meu sol, minha lua, e todas as minhas estrelas.

"Os amigos vêm e vão, passatempos e feriados passam pela sombra da alma como a luz do sol em um vento de verão, e o anseio pelo afeto é cortado em cada ponto pelo medo do julgamento".

⁠Desembrulhei com carinho o dia
estava bem vestido e de branco
então vestiu o sol em quente fantasia
pela paisagem foi em rápido solavanco


Desceu ao vale subiu montanhas
no mar bem corajoso mergulhou
foi de uma coragem tamanha
por isso rei dos astros se tornou


Em 20/ 02/ 2.007- Trovas em proposital falta de acentuação

Inserida por neusamarilda

⁠Nas águas do mar me banhei ,pra renovar e vibrar .
O novo tempo chegou, com a bençãos da rainha do mar, com a força do astro rei, com a sutileza da areia, e toque do ar com cheiro de maresia.
Recarreguei-me deixando as bençãos chegar .
A natureza tão sábia com seus encantos e mistérios eu entrego e confio em dias ainda mais belos .
.

Inserida por Gabioliveira72

Sol, Lua
Céu, Terra
Dia, Noite...

Todos parecem ter alguém...
E eu fico feliz com isso.

Mas não sei se posso desejar o melhor
quando me vejo fora dessa soma.

Sou o que restou?
Apenas um numero a mais?

Tento não olhar
Poi ao ver essa cena
Tudo o que consigo
É sentir pena

Não do mundo
Nem desse amor
Porém de mim mesmo
Por aceitar essa dor.

Mas tudo bem
Sei que vai passar
Então por enquanto
Fico a esperar.

Pelo dia em que os planetas se alinhem
E nós possamos nos encontrar.

Viver

Em cada pôr do sol
Vejo o mundo a passar
Oportunidades perdidas
Que não tem como voltar.

Mas a vida é mesmo assim,
Nunca estamos preparados
É tudo imprevisível
Não podemos ficar parados.

É necessário viver um dia após o outro
Observando a primavera,
Que nasce a cada dia
Cada vez mais bela.

O tempo não volta atrás
Mas ser sábio é uma opção
Isso não quer dizer ser perfeito
Mas ser amigo da reflexão.

A vida é uma longa estrada
Que vejo depressa passar
Como se fosse uma rima
Que aos poucos se perde no ar.

Seca

A folha secou, a árvore murchou
o sol se pôs e o inverno chegou.
Lembranças inundam uma mente senil,
que dentro de alguns instantes
também as apagará.

Grito. Alguém ouve?
Você está bem. Logo supera.
A vida se supera, mas não reina.
Queima, mas apaga
com a enxurrada que vem com as lágrimas.

Onde estou? Para onde vou?
Caminho e não vejo fim.
Paro, respiro. Existo?
Nem sei para que
tampouco porque.

Sigo para onde não vejo.
Fico, pois o medo estagna.
A árvore já não balança,
fruto não deu.
Está podre por dentro. Seca viveu.

Inserida por VeraLuzVerao

Sou neblina quando o dia amanhece
E que desaparece quando o sol resolve brilhar
Sou solidão na multidão
Sou folhas de outono que caem no chão
Sou o vento que sopra
Pra acalmar
Sou a chuva que vem pra apagar
As preocupações
Que insistem em me desaquietar
Sou um inconstante ser humano
Que precisa de alguém pra pertencer e amar.
Sou flecha que parte sem ter para onde ir
Sou tristeza que se perde em meio ao sorrir
Sou nada mas sou tudo o que eu não deveria ser
Sou a vontade que preciso ter pra viver

Inserida por moniqueluz

O sol um dia perguntou à lua :
- Por quê há noites que você brilha mais
e noites que brilha menos ?
A lua respondeu:
-Depende da minha fase...
mais ainda que meu brilho oscile
continuo sendo necessária
para o equilíbrio daquilo que depende da minha existência.

Inserida por shirleyluz

A 8 minutos/luz está a estrela que entre milhões da nossa galáxia ilumina diretamente a Terra durante o dia e é responsável pelo brilho da Lua durante a noite. Sem o Sol, a vida como a conhecemos não existiria aqui na Terra.