Poema sobre Existência
A pior saudade é aquela que não podemos matar, pois o motivo de sua existência já deixou de existir!
Se apenas um único de teus sorrisos ilumina toda a minha existência, porque tu insistes em exauri-los com aqueles cegos que preferem morar em eterna escuridão?
(...) uma das principais características da existência humana está na capacidade de elevar acima de suas condições, de crescer para além delas. O ser humano é capaz de mudar o mundo para melhor se possível, e de mudar a si mesmo para melhor se necessário.
Ele me preenche de tudo. Preenche-me de existência. De Ser. Eu sou, eu nada sei, porque nada entendo. Às vezes busco entender, mas não compreendo, tento aceitar, às vezes aceito. Mas vivo, porque minha ânsia é viver. Tenho fome e os dias me alimentam.
Conforme Jean Paul Sartre, a existência precede a essência. Bem como René descartes, Penso, logo existo. Não obstante Sócrates, só sei que nada sei. :)
(...)"Simplesmente porque é assim que a gente faz com a nossa própria existência: não entendemos nada, mas continuamos insistindo."
O aprendizado é o significado mais límpido da vida, pois jamais se termina uma existência sem que se aprenda algo.
O ser humano é uma criatura em conflito e, em grande parte da sua existência, nem de perto é soberano de si mesmo, mas tem seus passos guiados pelo seu inconsciente, e sei o quanto passa a ser perturbador ter consciência disso.
Mergulhe de corpo, alma e espírito na existência do seu ser, conheça a ti mesmo, e irá entender o seu papel no teatro da vida.
A existencia e um enorme vazio se não tiver com quem partilhar a sua curta passagem neste mundo sem sentido.
Um quadro de minha existência mostraria uma inútil estaca de madeira coberta de neve, cravada, numa escura noite de inverno, inclinada e sem muita firmeza, num campo lavrado à beira de uma imensa planície.
Prefiro mil vezes uma existência dramática, atormentada pelo seu destino e submetida aos suplícios das chamas mais ardentes, à existência do homem abstrato, atormentado por questões menos abstratas e que só afetam superficialmente. Desprezo a ausência de risco, da loucura e da paixão. Que fecundo, pelo contrário, é um pensamento vivo e apaixonado, irrigado pelo lirismo. Que dramático e interessante resulta um processo mediante o qual os espíritos em primeiro que tudo atormentados por problemas puramente intelectuais e impessoais, espíritos objetivos até ao esquecimento de si, são, uma vez surpreendidos pela enfermidade e o sofrimento, fatalmente obrigados a refletir sobre a sua subjetividade e sobre as experiências que devem afrontar!
Você começa a questionar o motivo da sua existência, quando olha ao redor e percebe que ninguém precisa de você […]
" O sofrimento não é acidente periférico da existência, é a sua tessitura mais constante, porque desejar é carecer e carecer é padecer. "
