Poema sobre Cultura
O brasileiro pede para ser enganado, implora por ludibriação, pois não tem muito apego à busca pela verdade e é viciado em ouvir apenas o que lhe agrada.
A classe governante nada mais é do que pessoas que dentre o povo chegam ao poder e, portanto, estão mergulhadas na cultura local e no poder, são constantemente influenciadas pela cultura nacional.
O máximo que o Estado pode oferecer a partes desiguais, sem se tornar um provocador de injustiças por meio de um processo, é a igualdade formal perante a lei. E convenhamos, o que empodera é o dinheiro, o que os negros precisam é de dinheiro, o que as mulheres precisam é de dinheiro, o que os homossexuais precisam é de dinheiro, o que os marginalizados precisam é de dinheiro.
Os aspectos culturais intrínsecos são de uma natureza mais geral, no sentindo de uma disposição, algo como uma concupiscência. São diretrizes pelas quais a nossa cultura funciona e nossa prática é guiada; os aspectos culturais extrínsecos são a prática reiterada e generalizada, mesmo que socialmente reprovada, das pessoas. A cultura intrínseca são os pilares ou o espírito do qual a cultura extrínseca emana, o primeiro é a disposição e o segundo é a práxis.
O multiculturalismo é o uniculturalismo. Qualquer esforço de criação de um cidadão global nada mais é que a sedição de um povo, não contra um sistema opressor, mas contra si próprio. Na ânsia da integração entre culturas, não se cria um mosaico cultural, mas uma massa amorfa e monolítica imposta de fora para dentro, que não é senão a anticultura, a desumanização.
O homem é um animal político, existem políticos eleitos que são ladrões e ladrões não eleitos que são políticos.
Qual a diferença?
Falar em Arte Marginal é redundância, porque a Arte só pode existir à margem, tudo o que se encontra no centro já é Cultura.
Você, pouco ou nada sabe; se pensa que “transhumanismo” é meramente a [ou uma] “evolução da raça humana” mediante a aplicação dos avanços tecnológicos [imposto pelo cientificismo religioso pagão], se não enxergar e entender que esse processo é também mental, social, cultural, que se aplica também na moda, estética e de forma digital, etc.
São poucos que possuem meu lado divertido, sorridente e nesse ano tornaram-se ainda mais raros. Como Saramago eu também não possuo o hábito de tentar colonizar o outro. Há certas fronteiras que considero inadmissível ultrapassar. Não há diplomacia quando a cultura do outro invalida a sua. Aceito experiências, câmbios, parcerias... mas jamais tolerarei submissão aos costumes dos outros. Há muitas pessoas de alma corrompida, mascarando com organização a sujeira que tem preguiça de limpar.
Não precisamos estampar em camisetas, nem tatuar na testa o nosso inarredável compromisso com a honestidade; quem nos conhece sabe do nosso amor a cultura da honestidade.
Ser cosmopolita não significa abrir mão de sua identidade. Cidades prósperas são cosmopolitas e não abandonam as suas tradições e a sua cultura. A tradição parte dos valores e dos costumes que são passados de geração em geração. A cultura fundamenta-se a partir do entendimento sobre os valores, crenças, línguas e linguagens desenvolvidas.
“A umbanda encanta através dos 6 sentidos.
O aroma da defumação, a melodia dos pontos e do atabaque, a visão dos pontos de força, o sabor do cafezinho e do bolo de fubá, o toque dos elementos e a profunda conexão com a espiritualidade”.
O poder do ambiente define por exemplo se o som de helicóptero te causa medo e alerta por algum criminoso estar à solta, ou alívio porque seu táxi aéreo está prestes a te levar pontualmente para uma reunião.
Em termos culturais, os antes invisibilizados estão tão visíveis que sua presença massiva (logo, e tome um absurdo ou uma redundância: opressora) já cria novos invisibilizados.
"Devemos amar ao próximo como a si mesmo, mas também devemos amar o distante, amar o diferente.
Não adianta amar quem se parece com você, segue sua cultura, religião, orientação sexual e odiar quem pertence a outros costumes, a outras religiões,culturas, tradições e outros estilos de vida"
Os tiranos não temem armas,temem ideias.
Os déspotas não receiam a miséria, receiam que se perceba por que ela existe.
Gostem ou não, a arte é uma instituição burguesa e o que chamam de “crise da arte” nada mais é do que uma crise do Habitus burguês.
O Manguebeat é o último grande movimento cultural brasileiro. A miscelânea rítmica entre o nacional e o internacional, projetou esse movimento pernambucano pelo mundo. A temática original do movimento é a sua maior riqueza. A década de 1990 viu o nascimento desse último grande movimento e toda a sua autenticidade.
