Poema sobre agradecimentos
Pois derramarei água na terra sedenta, e torrentes na terra seca; derramarei meu Espírito sobre sua prole, e minha bênção sobre seus descendentes.
Eles brotarão como relva nova, como salgueiros junto a regatos.
Isaías 44:3,4
Aos cães que ladram sobre meu corpo:
Fiquem e se regozijem com meus ossos.
Lambujem-se com minhas carnes
Matem sua sede com meu sangue,
Mas deixem meus sonhos em paz!
Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças, contudo nós o consideramos castigado por Deus, por ele atingido e afligido.
Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados.
Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho; e o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.
Isaías 53:4-6
Admito, as vezes me pego pensando sobre se ‘aquela viajem’ realmente tivesse acontecido.
As vezes me perco no tempo, esqueço que não estamos mais juntos, penso em mandar uma mensagem de bom dia, desejar uma excelente semana, perguntar sobre o tempo, ou se você anda acompanhando a queda de valores das passagens aéreas.
Mas daí me lembro, que já não é mais possível.
Afinal, não estamos mais juntos.
Prefiro acreditar que a culpa foi de setembro; mês corrido, frio e sem graça. Aumentou a nossa ansiedade, o nosso desejo e nossos níveis de estresse. Faltava tão pouco. Já estávamos no sexto mês, só precisávamos aguardar por mais três meses. E então, aquela tão esperada viajem viria à acontecer, enfim eu poderia realmente lhe conhecer. Poder te tocar, notar que a perfeição realmente existia, além da tela do celular. Poderia te abraçar forte, te beijar, e olhar no fundo dos seus olhos e dizer que TE AMO. Mas não deu. Eu realmente não sei o que aconteceu. Não consigo compreender onde foi que todo aquele nosso amor se perdeu. Prefiro acreditar que a culpa foi de setembro. Pois foi a partir dele que o caos começou à tomar conta da minha mente. Os dias já não eram mais os mesmos sem as suas mensagens de bom dia. As semanas já não eram as mesmas sem as suas ligações. A vida já não era mais colorida, apenas cinza.
espírito imaculado
Tudo aquilo que muitos dizem sobre Deus, qualidades e poder
E não se vê de verdade como uma imagem, do espírito
Só se conhece o lado teórico da coisa
E eu nem aconselho a eternidade como pensamento
E traços visíveis tão impalpável aos de fora daquela realidade espiritual,
Experimentada ali por aquela pessoa um tanto quanto, além
Das sensações normais para os mortais
Porém, aquele ali no transe acordado parece até que voltará no passado
Ou já esteve antes num tempo passado e agora futuro presente
Se tudo o que Deus é não se manifesta no crente,
Ele não conhece a Deus em sua essência ou na prática
Quem conhece a Deus na verdade, é portador de um algo mais
(edson cerqueira felix)
Viagens pra que te quero!
Em cada porto algo novo se apresenta
um cais de saudade,
pedra sobre o mar
cheiro de marés que se repetem
no vai e vem de diferentes ondas.
O mar com seus bateis,
místico ao por do sol
ou nas noites lunares.
Em mim, embrenha-se o desejo de aventurar-se.
Sobre trilhos viajo nas probabilidades
prados, paisagens,
janelas para o extraordinário.
Descortinam-se as possibilidades...
Comboios sempre partindo,
pessoas sempre chegando,
meu coração serpenteia e,
em cada estação
se deixa ficar, resolve partir
inquieta_mente!
Do alto, as cidades parecem brinquedos
e as nuvens
desejos infantis de algodão doce,
alvas, sensoriais, inalcançáveis.
A nossa pequenez agiganta-se!
Através do vidro nos debruçamos para o infinito.
Somos tão efêmeros!
O escuro asfalto abocanha
minhas fantasias.
O velocímetro mede os quilômetros .
Quais caminhos nos levarão ao destino?
As curvas sinuosas abraçam a paisagem
E meus olhos vagam desassossegados.
Esta mesma estrada foi percorrida tantas vezes.
Somos meros viajantes.
Em cada canto apalpo a cultura
Os olhos enchem-se e guardam
o encanto.
Por esse Brasil afora
junto os meus vitrais, colores, fotos, impressões.
Toco a madona, viajo em telas,
vivo malabares.
Sob os dedos recrio a sabedoria
da minha gente.
Cultura, fé, beleza
ciência
aprendizagens sem fronteiras
Muitas são as possibilidades!
Em cada viagem deparamos com o inusitado
Queria te escrever sobre coisas extraordinárias.
Viagens que nunca fiz.
Poemas clichês que os outros adoram,
mas você acha um pé no saco.
Queria te impressionar com palavras bonitas, talvez interessantes.
Mas o que ando fazendo ultimamente não é grande coisa... nem mesmo pra mim.
Talvez seja a última vez.
poeira sobre teu ador, sobriedade
terror, silencio, no mar de desilusão...
tentar fingir, sorrir poço sem fim, ser tão feliz,
tudo está escondido no profundo da alma,
os espaços, se tornam maiores,
covardia...sendo forte sem ter forças para viver.
Não espero que compreenda meu olhar sobre as estrelas antigas pois de mim só se vê estouros,luzes inacessíveis,marés altas e inconstantes,a falta,o estimulo,o incessante,o maremoto,a perca,os demônios,os pesadelos,a história,o mal feito,a queda,e tudo que nele exista.
Não sou feita do abraço que estive esperando,nem dos passos que foram dados antes do nascimento,nem quando o nada se formou através de mim,nem quando me tornei por ele.
É fácil ver luar por baixo do cobertor quando estamos privados da verdadeira liberdade? O que mais excita e te dá prazer,te preenche,te envolve? Será que és o paraíso perdido dentro dos teus próprios medos?Ou consequência dos teus atos,infortuno a vida que levas?Não sabes responder,ou não te deixam falar? Digo,quem são teus verdadeiros amigos no silêncio,quando pedes? Para muitos minha poesia é uma loucura,uma criação anormal das coisas que almejei,mais esquecem do que acredito,da pura verdade.
Meu corpo existe por um simples momento,ninguém é eterno ou se transpõe sendo,mais eu por forma elevada não me encontro aqui,não me encaixa o mundo com suas tendencias e movimentos aos quais retraem qualquer pensamento do pequeno ao grande,e até os meus momentos.
Quando estou com uma câmera capturo o lado ruim das pessoas,digo;capturo sua solidão inerte,aquela que todo mundo faz questão de não conhecer,de não importar pois o momento do outro não traduz muito do seu ou do nosso momento,pois do meu traduz muito.
Eu queria muito escrever sobre o amor, sobre felicidade, sobre fazer bem a alguém ou apenas sobre sentir-me assim. Mas como faço isso sabendo que aquele amanhã que o famoso tempo me ofereceu pode não se tornar real?
Mais uma vez essas perguntas sem respostas. É que não posso usar os pontos finais ainda, e se for para usar pontos eu quero reticências ou aquele ponto diferente, aquele ponto que continua, que na escola a professora ensina que é apenas o fim de um pensamento, mas que o parágrafo ainda não acabou; se bem que eu prefiro vírgulas, elas dão mais certeza, você sabe que a história não vai acabar mesmo não sabendo o que vem depois; pontos confundem.
Mas é como eu já disse: Toda história tem pontos, assim como, para todo começo é preciso um ponto. Não necessariamente um final, pode ser um recomeço ou uma simples continuação.
Ainda, assim, eu prefiro, vírgulas;
#RIP
Quando eu partir encontre-me em uma breve leitura, em um pensamento distante sobre aquele argumento perdido que não poderei mais concluir.
Quando eu partir encontre-me olhando o mar, pés na areia, vai e vem das ondas sobre aquele momento de perfeito enquadro que não será mais registrado.
Quando eu partir encontre-me entre os corredores da vida, na euforia de um gol ou no ataque daquela partida que não estará mais ali.
Quando eu partir encontre-me no maior dos seus sonhos, mesmo o mais louco dos sonhos, que você seja capaz de exprimir.
Quando eu partir seja simplesmente vida por mim.
"Ainda sobre a beleza e sua razão de existir. Ela existe porque a notamos, contudo toda beleza se desvanece quando a tocamos, com mãos imperfeitas e cruéis...
Para que o encanto persista e nos conceda vida e certa medida de paz, deixemo-a em seu trono, inexoravelmente distante dos nossos íntimos afetos e contatos carnais e profanos, não a toquemos, para que sua majestade nos conduza ao mundo perfeito da ilusão do possuir..."
SOBRE A BELEZA, NA ARTE DE CRIAR E DE VIVER
"É quase impossível conciliar razão e emoção, especialmente para um artista. Isto acontece pelo fato de que o poeta quer se apoderar de tudo o que é belo, e quando não o encontra o inventa, com sua arte, o mesmo ocorre nas suas relações com as pessoas...
Ainda sobre a beleza e sua razão de existir. Ela existe porque a notamos, contudo toda beleza se desvanece quando a tocamos, com mãos imperfeitas e cruéis...
Para que o encanto persista e nos conceda vida e certa medida de paz, deixemo-a em seu trono, inexoravelmente distante dos nossos íntimos afetos e contatos carnais e profanos, não a toquemos, para que sua majestade nos conduza ao mundo perfeito da ilusão do possuir..."
Primavera de ilusões
Desce o sol sobre o solstício da mãe primavera
Um anjo palhaço voa, à anunciar novos sonhos
Ilusões para empurrar, no mar o barco à vela.
Utopias e devaneios de poetas tristonhos...
Terras do sem fim, ai de mim que as conheço!
Ai do meu poema que viu, e ouviu as verdades...
A dor que ignoraram, as senti e sinto__ Padeço!
Quando a ventania usurpou-me, má, as vontades
E de todas as incertezas desta vida. Sã loucura...
Das solidões que invadem as almas nas madrugadas
A minha é aquela que para a qual não houve cura.
Mas danço ainda o bolero dos que fingem alegria
E fingindo permito que a noite abra suas asas...
E a noite não tem luar. Eu, nem amor ou poesia.
pecadora
Oh [...] me permitiu pensar, oh! Enquanto a noite caiu, enquanto
Sobre os pensamentos afora
E eu pela razão tomo oh posição
Pra dizer, que a perfeição e a eternidade, vale muito mais
Que 1.000 mulheres
2.000 / 3.000 / 10.000 / todas as mulheres
A eternidade, a perfeição e a beleza, valem mais que todas elas
(Mulheres)
A beleza de uma flor e de muitas flores
Na primavera do meu coração, valem mais
A primavera do meu coração vale mais
Do que suas velhacarias putrefatas disfarçadas pra roubar
Meus perfumes
Junto com a perfeição, a eternidade e a beleza
(edson cerqueira felix)
Sobre um céu colorido,
Os pássaros voam sorrindo,
As nuvens choram, o que
[estou sentindo].
Sobre o mar azul,
os golfinhos pulam,
as baleias suspiram,
os peixes nadam,
E meus sentimentos,
[se apagam].
Entre o céu e o mar,
as gaivotas sobejam,
as nuvens choram,
E nossos amores vão
[embora].
A lua está cheia velas acessas
Eu e você um drink sobre a mesa
Você Brinda olha para mim e sorrir
Em suas mãos macias acompanha um lindo anel de rubi
Meio tímida você abaixa a cabeça
Está apaixonada mas não quer que eu perceba
O dia amanhece você mim convida para um mergulho
Está tudo calmo sem muito barulho
Saio da água sento na areia e fico pensando
Isso é mesmo real ou será que estou sonhando
Da janela do quarto vejo o céu azul com nuvens que parecem algodão
igual a nos dois uma perfeita combinação
Deitado na cama em sua companhia
Vejo a lua e as estrelas em perfeita harmonia
Você pega um incenso e acende como de costume
Mas que em seguida e ofuscado pelo cheiro do seu perfume
Assim faz o Pai...
jorra Seu divino amor
sobre Seus filhos do coração
como gotas de chuva
para abençoar todos
aqui no chão.
Pessoas sábias
Ideias paradas
Pessoas sem malhas
Cabeças fechadas
Falam sobre o bem
Falam sobre o mal
Querem viver bem
Mas vivem como um animal
Não julgo ninguém
Não quero os seus bens
Me perguntam, o que fazeis?
Na verdade nem eu sei
Penso, leio, escrevo, esqueço
Nasci comum, comum não morrerei
Você acha que sabe o que está falando
Você está errado!
Você só sabe falar sobre o que todo mundo fala
Você só sabe falar sobre você.
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