Poema sobre verdade
O país somente se tornará uma NAÇÃO de verdade quando os governantes se comprometerem com a EDUCAÇÃO de verdade, contudo eu não acredito que isso aconteça tão cedo - talvez nunca aconteça pelo desandar da carruagem.
Acreditar no inacreditável não faz com que a mentira se torne verdade.
A lógica ilógica dos discursos enfadonhos regurgitados pelos defensores do indefensável demonstram a decadência da razão humana.
Pessoas tóxicas são na verdade pessoas infernais, são meros serviçais, que servem para manter o inferno na terra…
A decepção mora no limite mais tênue entre a ilusão e a verdade. Neste hoje, meus pés descansam sobre a verdade.
Ignorante, não é aquele que não sabe. Ignorante é aquele que diante da verdade tendo uma oportunidade de aprender e saber, por ignorância, falso poder e vaidade burra continua preferir viver no acomodado erro.
O mais incrível na vida dos buscadores da verdade é que quando começamos a compreender os verdadeiros valores, o que importa, a alegria de amar e o amago das coisas naturalmente inter-relacionadas conosco, está quase na hora de ir embora.
A verdade de um ungido cavaleiro rosa-cruz amortece a força na pétala de rosa flor por amor e caridade.
O pior cego no pensamento e na intelectualidade de verdade não é aquele que não consegue ver mas sim aquele que quer sempre ver da forma tosca e pré-definida da sua distorcida realidade.
No Brasil a politica e a policia em um estado democrático de verdade deveriam ser fiscalizadas pelo estado, pela imprensa, pelas sociedades civis e pela população.Os arregos, os acertos e a corrupção tem que acabar para que a nação seja livre, justa e soberana outra vez.Faltam sim politicas publicas de segurança apropriadas nas principais cidades brasileiras mas também faltam transparências, ética, moral e princípios profissionais por parte dos vários setores que deveriam oferecer as prestação constitucionais dos serviços públicos.
O dia amanhece e eu percebo que está noite outra vez esqueci de dormir.Na verdade não foi sinceramente esquecimento pois o sono bateu a porta por vezes mas o pensamento ainda agitado da noite passada dando cambalhotas e piruetas dentro da minha cabeça não interrompeu o devido prazo de pensar e calar.Para que eu conseguisse, em paz, adormecer.
Quem conjugou em verdade o verbo amar, não sabe conjugar o desamar.Apenas negocia a união de almas que sempre se completam.
Não existe hoje analfabetos de verdade. Existe sim uns poucos letrados que por egoismo e comodidade não querem ver e nem saber.
Nunca ajudamos de verdade em qualquer situação se ouvimos, olhamos e julgamos um acontecimento que não é nosso mas seguindo segundo nossas pessoais perspectivas e nossos movimentos particulares de solução.
Quem ama de verdade e livre não se engana, sabe que por amor vai sempre um doador, de mais dar e se importar sem esperar trocar, mensurar ou receber, de volta do mesmo modo ou na mesma intensidade que ofertou um dia.
Na verdade o que a cultura carioca, amazonense e brasileira não sabe é que veio de Lisboa a ideia de todo o calçamento feito com pedras portuguesas, as mesmas que vemos no Brasil, equivocadamente e não originalmente na praia de Copacabana na zona sul do Rio de Janeiro e em Manaus. Mas para quem achou ate hoje que o desenho das ondas, foram feitas pelo contraste das pedras brancas e pretas que seriam exclusividade do calçadão de Copacabana, e que representam as ondas do mar da famosa praia e bairro carioca, ou mesmo na praça em frente ao Teatro Amazonas em Manaus, representando ponto alto turístico manauara que é o encontro das águas de duas cores ocorrido naturalmente entre do Rio Negro com o Rio Solimões, estão todos equivocados. O desenho original se encontra na Praça do Rossio, ao final da Rua Augusta, em Lisboa, Portugal, que é historicamente comprovadamente muito mais antiga que as localidades brasileiras. O que sei é que a calçada de Copacabana, foi realizada um pouco depois de 1922, pois o Hotel Copacabana Palace não ficou pronto a tempo para o aniversario do primeiro centenário da independência do Brasil, 1822 - 1922, como queriam os Guinle e tempos depois um engenheiro discípulo de Francisco Franco Pereira Passos que foi um engenheiro também e político brasileiro, prefeito do então Distrito Federal que era o RJ entre 1902 e 1906, que concebeu a ideia não original de fazer o mesmo desenho lisbonense em Copacabana já que tinha importado as pedras portuguesas. Diante disto fica registrado então para toda cultura brasileira que não conhece o Brasil, a minha humilde homenagem a quem teve a original criatividade da majestosa obra emblemática e por conseguinte ao original criador português, de fato e de direito. Falta me elementos fiáveis para pesquisa mas pelo que acho que sei o desenho original português é alusivo ao fato histórico do Grande Terremoto de Lisboa.
Amo o Brasil, amo na verdade todos os Brasis só lamento que ainda sejam tão distantes em realidade, igualdade e oportunidade, uns dos outros.
