Poema sem Amor Madre Teresa
Ahhh, refletir... Como nos damos bem: esse eu e você; esse você e eu. Sinto que ainda teremos um longo caso de amor.
Esqueça o celular.
Reserve um tempo ao vivo, enquanto há tempo de poder abraçar bem apertado e dividir um sorriso.
Encantar a sua ternura me envaidece. É que todo poeta precisa de alguma forma encantar o que lhe encanta, e assim o faz através do poema. Este encantar-se, é uma espécie de gratidão.
Só devemos nos importar na vida com o que sentimos e somos, não interessa o que as pessoas pensam de nós. Devemos agir sempre de acordo com a nossa consciência.
A saudade é uma janela construída num canto secreto dentro de nosso coração. Quando queremos rever o que ficou no passado, a abrimos e temos à nossa frente todos os quadros que a vida pintou.
"Quando morre um Poeta, apaga-se uma luz no luminoso celeste. No entanto os Poetas vivos garantem com suas obras, a luminosidade do Universo(CCF)"
Se a vida e como uma roda gigante, hoje você ta em cima, amanhã ta em baixo mais você e quem faz o caminho, vai ficar com medo ou vai seguir sorrindo?
É em dias como esse que eu me perco. Cinza. Talvez seja por meu próprio descuido, por fraqueza ou por costume. Sempre caio demasiadamente fundo demais e quase não percebo que a queda me detona. Talvez me falte sensatez ou autoestima, no fim das contas eu culpo o cinza do dia, esse céu sujo e melancólico, que é duro e franco, que deixa os defeitos mais nítidos. Mas isso passa. No dia seguinte o sol vem e pendura uma máscara, encobrindo todas as feridas. Dores são todas passageiras. Ou eu posso estar delirando, e coloco a culpa num dia cinza inocente, comum e quieto, que é apenas mais um dia, sem poder controlar nada além dele mesmo. Quem sabe uma hora eu pare de culpar dias nublados e comece a ser meu próprio sol.
A maior luxúria de um homem não está na sua carteira, está em sua cabeça pois todos podem tirar tudo de você, menos o seu conhecimento.
No campo de batalha eu sou tudo, o morteiro a lança e o escudo, o cavaleiro de tunica, o barbaro com a força de mil,
O arqueiro de flexa hostil
Com gostinho de café com leite, ou que seja de hortelã, vale um beijo de qualquer jeito, porque já é nova manhã. Assim prossegue o sentimento, mesmo em correrias e tropeços, não podemos perder a sensibilidade, a quem temos apreço.
Quando as luzes foram se acendendo, uma a uma, coloquei minha alma para caminhar. Vagueou por ruas, sobrevoou casas. Mas encontrou mesmo abrigo, foi na melodia inspiradora daquele violinista emitindo suas notas de cima do telhado, sob a luz do luar. (Violinista do Telhado - Victor Bhering Drummond
Quando escrevo trago o passado e um futuro querido à tona : Lembranças do que vivi e saudades de possibilidades de vivência. É nesse momento que meu presente se torna a fusão desses dois tempos.
Rubros cabelos me roubaram o olhar, pensei roubar sua beleza mas preferi deixa-la onde está.Pensei em roubar a noite, e até mesmo as estrelas, pintar o silêncio, ser tua pele
Junto partículas em uma garoa e já não completo uma gota, e na minha crônica já não ti roubo um sorriso mas lhe derramo uma lágrima.
. Na sua vida sempre fui um livro fechado cheio de marcas ..mas fui um livro que nem fui lido por vc mais fui jugado pela crítica da capa ..kelvin Rodrigues
Os céus e os mares feito espelhos,refletem um ao outro sobre a face oceânica do teu olhar.De ponta-cabeça mergulho,numa tímida noite de luar.
