Poema que Fale sobre o Universo
Às vezes, o mundo fica tão sem sentido, estímulo e esperança, que 15 metros quadrados passam a ter toda dimensão do universo.
O ser humano acredita que pode dominar a sabedoria universal, mas não pode. É ele quem é dominado por ela a todo tempo.
Palavras podem definir o verso, e simples gestos podem mover o mundo. Somos "faíscas" do universo, mergulhadas em sono profundo...
Hoje fui à janela:
Peguei todas às minhas coleções de sonhos que guardava e joguei pros ares, o que for realmente meu, o universo me devolverá.
Pôr do sol pode ser triste para quem detesta a noite, mas por quem espera pelas estrelas é um abre alas maravilhoso.
Viver, conviver com o outro, é difícil quando se tem impertinência. Impaciência em não olhar com respeito para a pessoa a qual você acha - não tem direito a vida própria. Uma infinidade de relacionamentos acaba por puro egoísmo. Para muitas pessoas é impossível conviver. Parece que todos se colocam no centro do universo.
O corpo humano é tão perfeito que vai além da concepção maldita da explosão cósmica que formou o universo.
Hollywood ainda causa muita confusão na cabecinha de muita gente. Filme não é realidade...veja a vida como ela é...não mergulhe em abismos impossíveis.
O para sempre na vida nesta dimensão de constante envolvimentos não existe da mesma forma que da unica perfeita e acertada maneira também não existe pois tudo se movimenta em ebulição e densidade sub-atômica dentro das esferas que se movimentam sem cessar dentro delas mesmas. Vivemos sob varias direções resultantes das conjunções das esferas que por ilusão e manipulação costumamos chamar de tempo presente que não existe pois a vida permanece viva só no infinito. Passado, presente e futuro não existem são meras postulações temporais que o homem inventou para que constituíssem sua efêmera vontade diante do que pra sempre se movimenta, o indomável e imprevisível infinito.
Todo conhecimento evolui se sobrepõe, completa se indefinidamente. Aceitar como definitivo e absoluto qualquer definição é categoricamente mentir para si mesmo, acomodar se, iniciar se na morte temporal das possíveis infintas possibilidades do pensamento.
Os limites são demarcações inexatas do pensamento humano pois a vida é por si só plena e infinita sem objetivo e direção.
O que é foi, a um instante, o que será adiante, ainda não nos pertence. Vivemos sim oblíquos no vácuo infinito do intermediário.
Não existe mentira bonita por mais manqueada, multicolorida e fantasiada que seja que supere por convicção da verdadeira luz, a nua e transparente verdade.
A atmosfera índigo planetária avança de forma pontual nas novas dinâmicas sociais e comportamentais enfrentando as novas tecnologias de forma energéticas, tão mal vividas pela humanidade consumista e material na atual passagem deste primeiro quartel do século XXI. Distante da coloração azul, que deveria ser generosa e abundante muitos mitos inocentes algozes de si mesmo, auto capacitam se como autômatos, robotizados e cada vez mais insipientes fazendo o percurso vazio involuntário existencial a beira dos abismos e precipícios marginais da insanidade, do egoismo e da crueldade.
Um dos protocolos que a internet e a telefonia móvel internacional não quer implantar, seria de não ter portabilidade legal de tais tecnologias livres para menores de 16 anos. Assertivamente, só poderia ocorrer como um sub-numero de um adulto responsável e mesmo assim com uso restrito obrigatório que a não restrição seria criminalizado pela liberação de conteúdo improprio ao menor. Em nenhum mundo civilizado de hoje, pode haver plena liberdade de uso tecnológico sem parâmetros educativos e constitutivos para menores de idade.
Deus vivia bem mais no passado do que no presente pois antigamente tudo que nascia diferente e raramente era uma Joia de Deus para a mesmice da vida terrena mas hoje em dia em um mundo sem Deus, todo o diferente é doente, defeituoso, monstruoso e bastardo.
Só se aprende mesmo na vida quando avançamos sem medo, criativamente pelas diferenças e alcançamos melhores e inusitados resultados.
