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Poema que Fale da Vida

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​A Dieta da Alma


​"Cuidar da própria vida é o melhor exercício para a alma. Quem gasta tempo vigiando os passos alheios, acaba tropeçando nos próprios pés."


Lúcia Reflexões &Vida


​ A Ilusão das Vitrines


​"A vida dos outros é sempre um recorte escolhido, nunca a história completa. Não se perca na comparação com o que é feito para ser visto; foque no que você sente por dentro."


Lúcia Reflexões &Vida


​A Sabedoria do Silêncio


​"O que o outro faz da vida dele é responsabilidade dele. O que eu faço com o que sinto sobre isso, é a minha evolução. O silêncio é a fronteira da minha paz."


​ Lúcia Reflexões &Vida

A Dura Verdade da Vida


"O mundo não para para curar suas feridas. Ou você aprende a andar sangrando, ou fica para trás."


Lúcia reflexões &Vida

"O carrasco mais impiedoso que você enfrentará na vida não está no mundo lá fora; ele se senta no trono da sua mente e usa a sua própria voz para te convencer de que você é o erro."


SerLucia Reflexoes

"Seja como a lua: aceite que a vida é feita de fases e que, mesmo quando você parece estar no escuro, sua luz continua existindo."


SerLúcia Reflexões

"Seja como o bambu: vergue-se diante das tempestades da vida, mas nunca se quebre. A sua força está na sua capacidade de se adaptar e voltar a se erguer."


SerLúcia Reflexões

"Que possamos sempre seguir pela estrada da vida suportado nossas dores acreditado que amanhã tudo será melhor !
Não, nem sempre temos o que queremos o que merecemos mas a vida é uma jornada incrível !
Existe um Mundo lá fora e devemos viver porque a passagem é muito curta recordemos sempre o passado com saudade mas não devemos permitir que nos impeça de ser felizes no presente e sem grande preocupação com o Fuuturo porque não sabemos se chega ..
A vida é o momento e devemos temos o direito e dever de fazer com que cada momento seja único, memorável e isso cabe a nós próprios!
porque no dia que você permitir que alguém tone as redeas da sua vida você já deixou de ser você!

Tem uma armadilha silenciosa na ideia de “facilitar tudo”.
A gente passa a vida tentando tirar as pedras do caminho — evitar dor, erro, demora, desconforto. Mas, sem perceber, ao fazer isso, também apagamos aquilo que dava forma à nossa própria jornada.
As pedras não são desvios. São parte do percurso. São elas que exigem pausa, decisão, coragem. São elas que transformam quem caminha.
Quando tudo é liso, rápido e sem atrito… você até chega. Mas chega sem história, sem aprendizado, sem profundidade.
Porque o caminho nunca foi só sobre chegar. É sobre quem você se torna enquanto atravessa.

Passar a vida tentando caber tem um custo silencioso.
Aos poucos, você aprende a se ajustar, a evitar excessos, a calibrar quem é para não desagradar, não perder, não sair do lugar.
Mas, nesse movimento constante de adaptação, algo essencial vai ficando para trás.
Habitar é outra coisa. É estar na própria vida sem se editar o tempo todo. É reconhecer limites sem tratá-los como falha. É sustentar a própria presença, mesmo quando ela não é confortável para o outro.
Nem todo vínculo acolhe quem você é de verdade. Alguns só funcionam enquanto você se reduz. E é aí que algo precisa ser visto.
Porque existir de forma inteira exige escolha. Nem sempre fácil, nem sempre imediata, mas necessária.
No fim, a pergunta não é onde você cabe. É onde você pode, de fato, estar.

Nem todo vínculo é amor, mesmo quando parece.
Se para manter alguém na sua vida você precisa se diminuir, ceder o tempo todo ou abrir mão de quem você é, isso não é troca. É ajuste unilateral.
Amor não exige que você se abandone para caber. Não pede silêncio onde deveria haver verdade. Não condiciona afeto à sua renúncia constante.
Quando o “ficar” depende sempre de você ceder, o que existe não é vínculo saudável. É dependência emocional com aparência de amor.
E dependência cobra. Cobra em forma de cansaço, perda de identidade, insegurança e vazio.
Amar não deveria custar a si mesmo.
Relacionamentos saudáveis têm espaço para dois inteiros, não para um que se molda e outro que apenas recebe.
No fim, não é sobre manter alguém a qualquer preço. É sobre não se perder no processo.

⁠Enquanto para uns, o que dói é a finitude da vida, para outros, o que alivia é a finitude das dores.


Para uns, a morte é a grande inimiga — a interrupção brusca dos planos, dos afetos, dos sonhos ainda inacabados — para outros, ela surge como um descanso prometido, quase um silêncio misericordioso depois de longos e exaustivos gritos.


Há quem tema a finitude da vida porque ama intensamente o que tem, o que construiu, o que viveu e o que ainda espera viver.


Para esses, cada despedida é um rasgo, cada adeus é uma mutilação do possível.


A morte representa a perda de tudo: das mãos que se tocam, das conversas inacabadas, dos abraços que ainda poderiam ser dados.


É o fim das oportunidades de amar mais uma vez.


Mas há também quem, exausto de carregar dores que não cessam, encontre na ideia da finitude um alívio secreto.


Não porque despreze a vida, mas porque já não suporta a forma como ela se apresenta.


Para esses, a morte não é vista como roubo, mas como cessação.


Não é a perda de tudo — é o fim de tudo o que dói.


É o apagar de uma chama que já não aquece, apenas queima.


E aí reside o grande paradoxo da existência: a mesma morte que para uns é tragédia absoluta, para outros é libertação imaginada.


Ela é, simultaneamente, ausência e descanso; ruptura e cessação; perda e alívio.


Talvez isso revele menos sobre a morte e mais sobre a forma como estamos vivendo.


Porque, quando a vida é experiência de sentido, a finitude assusta.


Mas quando a vida se torna apenas resistência, a finitude seduz.


No fundo, não é a morte que muda de significado — é o peso que carregamos enquanto respiramos que redefine o que ela representa.


E talvez a tarefa mais urgente e necessária não seja discutir a morte, mas aprender a tornar a vida menos insuportável para quem já não a reconhece como lar.

⁠Sou muito da poesia, mas se a vida me empurrar para a artilharia,
jamais vou me furtar.


Porque há em mim uma inclinação natural para as palavras que curam, para os silêncios que acolhem e para as metáforas que ajudam o mundo a respirar um pouco melhor.


A poesia, afinal, é o território onde a sensibilidade ainda tem cidadania e onde a humanidade tenta se lembrar de si mesma.


Mas viver não é apenas contemplar.


Há momentos em que a realidade deixa de pedir versos e passa a exigir coragem.


Momentos em que a delicadeza, sozinha, já não protege quase nada — nem a dignidade, nem a verdade, nem a própria vida.


Nessas horas, permanecer apenas na poesia pode ser confundido com ausência, e silêncio pode parecer concordância.


Não porque a poesia seja fraca, mas porque existem tempos em que até a beleza precisa aprender a defender-se.


E nem se trata de abandonar a poesia, mas de compreender que ela também pode vestir armadura quando necessário.


Que quem cultiva sensibilidade não está condenado à passividade.


E que defender aquilo que dá sentido à vida também é uma forma de honrar tudo aquilo que a poesia sempre tentou dizer.


Ser da poesia é escolher, sempre que possível, o caminho da palavra antes do confronto.


Mas é também saber que a dignidade não pode ser permanentemente desarmada.


Porque quem ama profundamente a vida não luta por amar guerra — mas para que ainda exista mundo suficiente onde a poesia possa continuar respirando.

Ônibus da Vida


Desce, sobe
Continua, para


Entro com esperanças de chegar.
Passo na catraca.


Continua, desce
Sobe, para


3 pessoas entraram.
Não sei quem são,
mas são como eu.


Sobe, buzina
Continua, para


Sinto que estou chegando.
Me sinto sempre perdido.


Continua, para
Continua, continua


Não sei mais onde estou.
Não sei quando vou descer.


Continua, continua
Continua, continua


Estou perdido.


Ele continuou
e parou no meu lugar.


Mas eu não desci.


Agora perdido estou.


Ele continuou
e eu fiquei.

A Vida é perfeita.
Pois tudo é permissão de Deus.
Existem os mistérios que serão sempre mistérios.
O arbitrio de cada um, pode levar a uma vida de Graça ou uma vida Atribulada.

As vezes ,no meio do percurso sinuoso e agreste da vida, por entre selvas e desertos , chego a um oásis, a uma clareira , a um jardim, pacifico , agradável e perfumado....e dou comigo a pensar se é nesse momento que estou mais em paz, consciente , mais maduro, mais tranquilo.... Ou se sao apenas momentos de insanidade ,breaks em que a alma relaxa o corpo e nos quais me é permitido pensar que agora está tudo bem, está tudo no caminho certo... Mas no fundo, nada disso é real, são breves momentos no olho do furacão da existência...
na realidade a vida até chegarmos a um ponto de equilíbrio consciente baseado no desapego e despreocupação, é uma tempestade brutal. E estes oásis, são meros momentos pacíficos de loucura que nos fazem acreditar que afinal... A vida só é boa, se formos suficientemente loucos para a desfrutar.
Nuno Miguel Vergueiro Silva Reis.

Lavem a boca com a verdade antes de falar da minha vida; a hipocrisia de vocês não alcança a altura da minha superação."
"É fácil apontar o dedo quando se vive escondido atrás de uma máscara de perfeição. Eu sou real, e é isso que tanto incomoda vocês.


SerLucia Reflexoes

Eu me afoguei no ar
Do vácuo
Que você me deu
Você chegou na minha vida
Me oferecendo
Um oceano de amor
Eu mergulhei de cabeça
Me machuquei
Tentei, tentei nadar
Me aprofundar
Só que esse mar
Era de mentira
Secou
E eu morri
Largada
Em uma vida artificial

Eu entrei na sua vida para somar
Só que você sempre me diminuiu
Me quebrou
Tornando-me outra(s).

"Seja a sua própria companhia, de vida, de dança, para se fazer feliz.
Seja você, se conheça em primeiro lugar.
E o resto? Bom, o resto irá fluir, desabrochar como uma rosa.
Às vezes, você poderá dar de cara com alguns espinhos,
Porém faz parte da vida.
Se cure e continue sua jornada.
Use as cicatrizes como lembrete de aprendizado, para o seu amadurecimento.
E o mais importante: se perdoe sempre e coloque-se em primeiro lugar."